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Inscrições para seminário internacional sobre agricultura na América Latina vão até 30 de setembro

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As inscrições para o seminário “Desafios e Oportunidades para a Agricultura na América Latina” vão até o dia 30 de setembro. No evento, que ocorrerá no Rio de Janeiro entre os dias 10 e 11 de outubro, serão apresentadas e debatidas as principais conclusões do estudo divulgado recentemente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre papel da agricultura na América Latina e no Caribe. O evento terá tradução simultânea.

De acordo com o assessor do Departamento de Estudos e Prospecção da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA/Mapa) e presidente do Sistema de Informações de Mercado Agrícola do G20 (Amis), Marcelo Guimarães, o estudo enfatiza o papel determinante que a agricultura da América Latina desempenhou para a redução da pobreza rural ao longo dos últimos 30 anos na região. “Mesmo em momentos de crise econômica, o setor agrícola funcionou como um amortecedor contra os efeitos mais perversos dos períodos recessivos na América Latina”, afirmou o economista.

Programação 

Renomados palestrantes de diversos países (Canadá, Argentina e Estados Unidos) e representantes de organismos internacionais (FAO, IICA, BID, OMC e a própria OCDE) tratarão de temas que constarão dos painéis no primeiro dia do encontro, como as situações dos mercados agrícolas mundiais, os desafios e políticas públicas para a agricultura na América Latina e as perspectivas e os conflitos comerciais.

No segundo dia de reunião, os especialistas vão abordar o desenvolvimento sustentável dos biocombustíveis na América Latina, o papel da inovação tecnológica na agricultura da região, logística e infraestrutura e crédito rural em um contexto de mudanças no Brasil.

Irão participar do evento o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes, e o ex-ministro Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Estudos do Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV), professor de Agronegócios da Esalq/USP e embaixador da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para as cooperativas. Também estará presente o chefe da Divisão de Comércio e Mercados Agroalimentares da OCDE, Jonathan Brooks.

>> Confira aqui a programação completa 

O encontro, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a FGV, será realizado no auditório do Centro Cultural da fundação, na Praia de Botafogo. A OCDE e o  Amis, em parceria com a  FAO, também apoiam a realização do encontro.

Reunião do Sistema de Informações de Mercado Agrícola (Amis)

Nos dias 8 e 9 de outubro, os representantes dos países-membros e dos organismos internacionais participantes do Amis estarão reunidos para a 16ª reunião do Grupo de Informações daquela instituição. O encontro também será na FGV.

Informações à imprensaCoordenação-Geral de Comunicação Social
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Agropecuária é único setor da economia com crescimento na pandemia, diz IBGE

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A agropecuária apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado.

Em relação a igual período do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecuária teve crescimento de 1,9%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura com safra relevante no primeiro trimestre, como a soja, e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzida vis-à-vis a área plantada”, diz o IBGE. O PIB do país teve contração de 1,5% nos primeiros três meses do ano no comparativo com o quarto trimestre do ano passado.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tem destacado as ações adotadas pelo Mapa e demais órgãos do governo federal para garantir o abastecimento interno de alimentos, as exportações dos produtos agropecuários e o funcionamento sem interrupção da cadeia produtiva do agro durante a pandemia.

“Temos tido sucesso com isso porque, além da grande safra que foi colhida neste verão, temos tido a logística absolutamente normalizada. Portanto, além do abastecimento dos 212 milhões de brasileiros, também temos conseguido cumprir a nossa missão de provedores de alimentos do mundo”, disse a ministra, ao participar de balanço das ações de combate aos impactos do coronavírus no dia 26 deste mês, no Palácio do Planalto.

O Ministério tem atuado ainda na abertura de mercados para os produtos do agro brasileiro. Desde janeiro de 2019, foram mais de 60 mercados abertos para os mais diversos produtos, como castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (conhecida também por castanha-do-Pará) para Arábia Saudita e material genético. As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês.

Alta em 2020

Apesar da pandemia do novo coronavírus, o PIB do setor agropecuário brasileiro deve ter alta de 2,5% em 2020. A previsão é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do IBGE. Levando em conta a safra de grãos estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a taxa deve chegar a 2,3%. Mesmo em um cenário com maior risco de impacto da Covid-19 na demanda por produtos agropecuários, os pesquisadores projetam aumento, em ritmo menor, de 1,3%.

Para a safra 2019/20, a estimativa para a produção de grãos é de 250,9 milhões de toneladas, volume 3,6% (8,8 milhões de toneladas) superior ao colhido em 2018/19, de acordo com o 8º Levantamento da Safra 2019/20 divulgado no último dia 12, pela Conab.

Informações à imprensa
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MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: Efeito da covid-19 sobre o mercado de trabalho agropecuário se acentua em abril

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Clique aqui e baixe o release completo em word. 

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Cepea, 29/05/2020 – Neste segundo relatório de acompanhamento mensal da mão de obra na agropecuária, utilizando informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE, pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, avaliam o desempenho da população ocupada no setor no trimestre móvel encerrado em abril de 2020. No período (fevereiro-março-abril), 8,166 milhões de pessoas estavam ocupadas na agropecuária, quedas de 1,2% (o equivalente a 100 mil pessoas) frente ao trimestre móvel anterior (jan-fev-mar) e de 2,8% (233 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2019.

 

Pesquisadores do Cepea ponderam que, para avaliar o potencial efeito da covid-19 sobre o nível de ocupações, é preciso saber qual seria o comportamento esperado para esse trimestre móvel avaliado (encerrado em abril). Nesse sentido, o modelo do Cepea indica que a população ocupada na agropecuária no trimestre móvel encerrado em abril ficou 2,4% ou 201 mil pessoas abaixo do que era esperado. Segundo pesquisadores do Cepea, isso evidencia que o número de ocupados na agropecuária ficou aquém do limite inferior considerado normal para esse período, sugerindo um choque significativo e, ao menos em parte, decorrente da covid-19. 

 

A equipe do Cepea ressalta, contudo, que é usual observar variações de até 100 mil pessoas entre trimestres, e que choques de magnitude próxima a 200 mil pessoas já foram observados. Logo, embora haja evidências de um choque significativo e provavelmente decorrente da covid-19, a gravidade da situação do mercado de trabalho da agropecuária, ao menos em termos de nível de ocupações (e por enquanto), pode ser considerada baixa frente a outros setores. 

 

SETOR RESILIENTE – Estudos sobre ciclos econômicos apontam que a agropecuária, em diversos países e no Brasil, costuma apresentar grande resiliência frente a crises econômicas. Diversos fatores explicam essa resiliência, sendo que um deles se refere ao trabalho rural. De forma simples, os estabelecimentos que utilizam mão de obra familiar (que são muito representativos em termos de número de ocupados na agropecuária) tendem a reter sua força de trabalho mesmo em períodos de baixa produção ou produção menos rentável. Por ter uma oferta bem inelástica – ou seja, baixo custo de oportunidade –, a mão de obra familiar não tem ou tem poucas alternativas de trabalho fora de seu estabelecimento. Essa mão de obra recebe a renda residual das atividades, que pode oscilar substancialmente. Em contrapartida, tem sua ocupação praticamente assegurada exatamente pela flexibilidade de sua remuneração. Isso não acontece com o trabalhador contratado a determinado salário inflexível, que em época de baixa rentabilidade é demitido. 

 

Nesse sentido, pesquisadores do Cepea indicam que é provável ainda que grande parte do choque negativo de 201 mil pessoas ocupadas na agropecuária no trimestre móvel encerrado em abril esteja atrelada a trabalhadores assalariados do setor, sobretudo aqueles sem carteira assinada, cujo custo de demissão é baixo ou nulo. 

 

PRÓXIMOS RELATÓRIOS – À medida que dados oficiais se tornem disponíveis, o Cepea realizará o acompanhamento dessa situação. Nesse sentido, é importante mencionar que as preocupações com o mercado de trabalho do agronegócio diante da covid-19 vão além da agropecuária. Isso porque diversos setores agroindustriais podem ser penalizados pela retração da demanda doméstica, com potencial impacto negativo sobre o nível de empregos, a ser possivelmente registrado nos próximos meses.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o Mercado de trabalho do agronegócio aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e com a pesquisadora Nicole Rennó: [email protected]

Fonte: CEPEA

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