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Inquérito eletrônico integrado alcança 200 mil procedimentos enviados à Justiça

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Em 20 meses de integração do inquérito policial eletrônico, da Polícia Civil, ao Processo Judicial Eletrônico (Pje), do Tribunal de Justiça, mais de 200 mil procedimentos foram enviados ao Poder Judiciário. A integração tornou o procedimento mais ágil e seguro, além da economia nos gastos com impressão e papéis.

A integração entre os dois sistemas tornou o inquérito policial 100% digital, de forma que todas as peças componentes do inquérito fiquem disponíveis em tempo real, sem a necessidade de uso de papel.
 

A integração foi iniciada em setembro de 2020 e, desde então, foram enviados ao Judiciário mais de 200 mil procedimentos, dos quais 83,3 mil inquéritos policiais. Entre outros procedimentos tramitados, estão autos de prisão em flagrante, termos circunstanciados de ocorrência, medidas protetivas de urgência e cumprimentos de mandados.

Segundo o coordenador de Tecnologia de Informação da Polícia Civil, Fábio Arruda Góes Ferreira, as melhorias são significativas, principalmente na velocidade das tramitações. “Em 2021, demorava-se 140 dias para a conclusão de um inquérito, enquanto atualmente o procedimento é concluído, em média, em 22 dias, graças à integração e digitalização do inquérito eletrônico”, disse o coordenador.

Além destes benefícios, o processo eletrônico permitiu à Polícia Civil apurar, de forma precisa, dados, informações e procedimentos dos servidores, além de mapas mais precisos da violência urbana, possibilitando fazer políticas públicas de Segurança Pública mais efetivas.

Para o gerente de Desenvolvimento de Sistemas, Ricardo Barcellar, o investimento em tecnologia permitiu que o sistema GEIA, desenvolvido há 19 anos pela Polícia Civil, crescesse e ganhasse maturidade, com a integração ao Poder Judiciário. “O sistema foi totalmente melhorado, permitindo o controle efetivo dos procedimentos tramitados em relação à cota, dilação de prazo e números de produtividade”, destacou.

O delegado geral, Mário Dermeval Aravechia, assinalou que a Polícia Civil tem migrado para uma nova filosofia de trabalho, focado no desenvolvimento tecnológico e buscando, por meio de soluções administrativas e investigativas, maior eficiência aos trabalhos da instituição.

“O resultado tem sido muito positivo, com considerável evolução, redução do tempo de conclusão dos inquéritos policiais e o retorno das cotas do Ministério Público para a Polícia Civil cumprir. Uma demonstração da melhoria na agilidade, na qualidade dos procedimentos e de diversas inovações nas esferas de gestão administrativa e de inteligência”, finalizou o delegado-geral.

Fonte: PJC MT

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Traficante é preso pelo Gefron e PF transportando 445 kg de cocaína em trator avaliados em R$ 11 milhões

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Apreensão ocorreu durante um patrulhamento na Estrada do Boqueirão, em Poconé

O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) e a Polícia Federal apreenderam 445 quilos de entorpecentes e prenderam uma pessoa nesta segunda-feira (8) no município de Poconé (104 km de Cuiabá). O montante apreendido chega a R$ 11 milhões.

Durante um patrulhamento na Estrada do Boqueirão, os policiais avistaram um suspeito conduzindo um trator com uma pequena carreta como reboque.

O entorpecente foi encontrado coberto por uma lona preta, totalizando 363 tabletes de cocaína e 40 tabletes de pasta-base de cocaína, que pesados somam os 445 quilos de droga. Aos policiais, o suspeito disse que a droga era de sua propriedade, assim como um veículo Nissan Frontier XE de cor azul, que também foi apreendido.

O suspeito e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Polícia Federal de Cáceres para as providências que o caso requer.

 

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Polícia Federal faz operação para combater extração ilegal de ouro em terra indígena em Mato Grosso

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Líder da quadrilha foi presa no inicio desta manhã em Pontes e Lacerda

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (9) a operação “Rainha do Sararé”, que tem o objetivo de desarticular uma associação criminosa originária do estado de Rondônia, que vinha a Mato Grosso para comandar a extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé. Foram expedidos 4 mandados de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão na cidade de Pontes e Lacerda (440 km de Rôndonia.

A líder da quadrilha é uma mulher de 47 anos proprietária de uma empresa de fachada de terra terraplanagem. Ela se identificava como Rainha do Sararé e o apelido se tornou o nome da operação. Três alvos de mandados encontram-se foragidos.

Os presos financiavam a prática do garimpo ilegal de ouro por meio da utilização de maquinários e recrutamento de pessoas. Também comercializavam ouro sem autorização legal e associaram-se com o fim de extrair e comercializar o ouro.

A Polícia Federal tem trabalhado na proteção das terras da União e da população indígena local, ao descapitalizar esse tipo de organização que promove a degradação do meio ambiente, desmatando áreas de preservação e contaminando rios e solos.

 

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