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Economia

Inflação para famílias de renda mais baixa fecha ano em 4,60%, diz FGV

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O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2019 com inflação de 4,60%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa é superior aos 4,17% registrados no ano anterior.

A taxa do IPC-C1 em 2019 também é superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda, que ficou em 4,11% no mesmo período.

Os principais impactos no IPC-C1 em 2019 vieram das classe alimentação, com alta de preços de 6%, e transportes, com 6,01% no período.

As demais classes de despesas tiveram as seguintes taxas de inflação: habitação (3,48%), vestuário (1,62%), saúde e cuidados pessoais (4,07%), educação, leitura e recreação (4,46%), despesas diversas (5,17%) e comunicação (1,22%).

Em dezembro de 2019, o IPC-C1 ficou em 0,93%, acima do 0,56% de novembro e do 0,77% registrado pelo IPC-BR em dezembro.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia
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Economia

Brasil tem quarta gasolina mais cara da América do Sul, mostra estudo

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O Brasil tem a quarta gasolina mais cara da América do Sul, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira pela Cuponation , plataforma de descontos online da alemã Global Savings Group baseado em informações do Numbeo, banco de dados global de preços que realizou uma pesquisa no começo de 2020 com 100 países.

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O preço da gasolina brasileira (R$ 4,45/litro) só não é mais cara que do Uruguai (R$ 6,27/l), do Peru (R$ 4,89/l) e do Chile (R$ 4,47/l).

No mundo, o Brasil ocupa o 60º lugar no ranking da Cuponation .

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Posto de gasolina


Na avaliação global, o preço mais caro da gasolina foi registrado em Hong Kong (R$ 9,69/l), seguido da Palestina (R$ 8,32/l) e Israel (R$ 8,05/l).

Por outro lado, sem nenhuma surpresa, a Arábia Saudita é o país que cobra mais barato pela gasolina (R$ 1,78/l), o mesmo cobrado no Cazaquistão. Em terceiro lugar ficou o Egito, com R$ 2,13/l. A Venezuela não entrou na pesquisa.

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“Apesar do nosso País não possuir a gasolina mais cara do mundo, um ponto importante a ressaltar é que a população brasileira está deixando cada vez mais de usar o próprio carro – não somente pelo valor do combustível, mas também pelo estresse e tempo perdido no trânsito”, avaliou o Cuponation .

Fonte: IG Economia
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Economia

Como o coronavírus afeta a inovação e o comércio brasileiro com a Ásia

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Agência Brasil

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Relação Brasil-China continuará sendo impactada pelo coronavírus

As companhias brasileiras que trabalham com comércio exterior estão na expectativa diante de um possível aumento ou não, de casos de coronavírus no país. Os contatos entre empresários nacionais e estrangeiros, em especial da China e demais países asiáticos, passará a ser feito mais via telefone, e-mail ou videoconferência do que pessoalmente.

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O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, afirmou nesta quinta-feira (27) à Agência Brasil , que a China (país que concentra o maior número de casos e mortes por coronavírus) passará por uma grande reacomodação e isso causará um grande baque para as nações asiáticas, principalmente no que se refere a produtos novos, “porque eles não se vendem por fotografia”.

Castro informou que atualmente, “na medida do possível”, as empresas estão tentando exportar. “Infelizmente, hoje, o coronavírus é que está dizendo o que deve ser feito”. Não basta simplesmente a vontade de exportar ou importar, afirmou.

Commodities

Castro esclareceu que uma oferta maior de produtos no mercado internacional vai pressionar para baixo os preços das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior) e os manufaturados vão ser afetados por conta da quantidade.

“Como o Brasil não tem preço competitivo em manufaturados, a tendência é que seja afetado em função do coronavírus”, analisou.

A AEB está projetando queda nas importações porque a demanda do mercado interno deverá ficar abaixo do que se previa, diante de um crescimento menor do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país. “Também as exportações deverão cair porque esse novo vírus está espalhado pelo mundo”, disse Castro.

Internamente nas empresas, Castro afirmou que não houve nenhuma interrupção de trabalho. “Ninguém deixou de trabalhar por conta do vírus. O problema é na ponta de fora”. Castro explicou que as empresas querem comprar da China e esta não pode entregar. Isso implica em interrupção dos fluxos comerciais. “Isso gera uma interrogação sobre o que vai acontecer”.

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Como os casos de coronavírus são reduzidos tanto na Europa como nos Estados Unidos, o presidente da AEB assegurou que os empresários brasileiros vão continuar indo para esses mercados, que seguirão abertos. Já para a China e demais países da Ásia, os empresários do Brasil vão pensar duas vezes antes de viajar para esses destinos, “salvo se houver uma mudança muito brusca no cenário que está hoje”. As empresas vão se adaptando à medida que surgem novas notícias, indicou.

Fonte: IG Economia
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