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Economia

Inflação da Venezuela deve chegar a 10.000.000% em 2019, estima FMI

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Nicolás Maduro em manifestação em Caracas
Reprodução/Twitter

Inflação da Venezuela deve chegar a 10.000.000% neste ano, segundo o FMI

A inflação da Venezuela deve chegar a 10.000.000% (dez milhões) neste ano, segundo o relatório o Fundo Monetário Internacional (FMI), após registrar cerca de 1.000.000% (um milhão) no ano passado. O órgão também aponta que a economia do país comandado por Nicolás Maduro deve encolher 25% neste ano, após contração de 18% em 2018.

Leia também: FMI projeta menor crescimento econômico mundial e do Brasil em 2019

Para 2020, a projeção aponta para uma queda de 10% no PIB da Venezuela
, o que afeta diretamente as expectativas de crescimento da América Latina neste ano (1,4%) e no próximo, segundo o FMI. O relatório “Work Economic Outlook”, divulgado nesta terça-feira (9), não discute as causas da depressão econômica do país.

Na semana passada, o Banco Mundial também anunciou a expectativa de queda de 25% na economia venezuelana em 2019. Desde 2013, o PIB caiu mais de 50%, como destaca o diretor do Hemisfério Ocidental do FMI, Alejandro Werner. Segundo ele, a retração é consequência da “queda vertiginosa da produção de petróleo
e da deterioração das condições no setor não petrolífero”.

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Além da hiperinflação e a queda do PIB, as projeções para o desemprego no país de Maduro também alertam para a gravidade da situação local. O Fundo espera que a taxa aumente de 35% em 2018 para 44,3% neste ano, atingindo 47,9% em 2020. A situação agrava a crise humanitária na Venezuela
, que leva a grande emigração para países vizinhos, em especial o Brasil.

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Economia

Decreto exclui Casa da Moeda de programa de desestatização

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O presidente Jair Bolsonaro editou, nesta segunda-feira (6), um decreto que acolhe recomendação do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos para excluir a empresa pública Casa da Moeda do Programa Nacional de desestatização (PND).

De acordo com o Ministério da Economia, a medida provisória que encerrava a exclusividade do órgão na fabricação de papel moeda, moeda metálica, impressão de selos e títulos da dívida pública perdeu sua eficácia sem ser convertida em lei.

“Por este motivo, entendeu-se que há restrição em se efetivar eventual parceria com a iniciativa privada para essas atividades, enquanto se mantiver tal exclusividade”, reforçou o comunicado.

Ainda segundo a pasta, a exclusão no PND e a revogação da qualificação no âmbito do PPI são decisões que devem ser analisadas pelo corpo técnico do ministério e pelo conselho, que se manifesta por meio de resolução, a ser convalidada por decreto do presidente da República.

Em outubro, o governo federal já havia anunciado que decidiu retirar a Casa da Moeda do seu portfólio de privatizações.

Edição: Paula Laboissière

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Economia

Petrobras vende três usinas termelétricas localizadas na Bahia

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A Petrobras concluiu nesta segunda-feira (6) a venda das três usinas termelétricas movidas a óleo combustível localizadas em Camaçari, na Bahia, para a São Francisco Energia S.A., subsidiária da Global Participações em Energia S.A. A operação foi concluída com o pagamento de R$ 61 milhões à Petrobras, já considerando os ajustes previstos no contrato de venda.

As unidades termoelétricas Polo Camaçari são ativos da Petrobras e englobam as usinas Arembepe, Bahia 1 e Muricy, com potência total instalada de 329 MW. As usinas operam com óleo combustível e têm contratos de comercialização de energia no ambiente regulado com vigência até dezembro de 2023 para as UTEs Arembepe e Muricy e até dezembro de 2025 para a UTE Bahia 1.

Já a Global Participações em Energia atua desde 2001 no segmento de geração de energia, controlando agora dez usinas, distribuídas nos estados do Rio Grande do Norte, do Amazonas, do Tocantins e da Bahia. Com grande experiência na operação de termelétricas a óleo combustível, o grupo considera estratégica a aquisição das UTEs Arembepe, Muricy e Bahia 1 pelo fato de ampliar sua carteira de ativos de geração, especialmente na Bahia, onde já opera duas usinas similares.

Edição: Nádia Franco

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