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Economia

Índice de Desempenho de micros e pequenas indústrias cresce, diz CNI

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O primeiro trimestre de 2022 foi positivo para micros e pequenas indústrias, revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada nesta segunda-feira (2). O Panorama da Pequena Indústria indica melhora no Índice de Desempenho, que registrou a melhor média (45,5 pontos) no primeiro trimestre do ano desde 2012. No primeiro trimestre de 2021, o índice ficou em 43,9 pontos.

Em janeiro, o Indicador de Desempenho das pequenas indústria registrou 43,3 pontos, resultado abaixo da média histórica (43,5 pontos), porém, nos meses seguintes, o desempenho melhorou. Na passagem para fevereiro, o índice cresceu 1,8 ponto e, em março, mais 2,9 pontos.

O Panorama da Pequena Indústria reúne quatro indicadores: desempenho, situação financeira, perspectiva e índice de confiança. Todos os índices variam de 0 a 100 pontos. Quanto maior ele for, melhor é a performance do setor.

Já o Índice de Situação Financeira das pequenas indústrias recuou para 41 pontos no primeiro trimestre de 2022. Na comparação com o quarto trimestre de 2021, o indicador mostra queda de 1 ponto, ou seja, revela uma piora da situação financeira no primeiro trimestre de 2022. Apesar da queda, o índice permanece acima de sua média histórica (37,8 pontos).

Segundo a CNI, o problema principal para as micro e pequenas empresas (MPEs) está na falta ou alto custo de matéria-prima. “A preocupação com a falta e o alto custo das matérias-primas aumentou na passagem do quarto trimestre de 2021 para o primeiro trimestre de 2022, diferentemente do que aconteceu com as empresas de maior porte. O desempenho da pequena indústria no trimestre foi positivo, mas esse problema segue travando o que poderia ser um melhor resultado. A piora da situação financeira é outro reflexo desse problema de insumos”, disse o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

A falta ou alto custo de matéria-prima permaneceu no primeiro lugar do ranking de principais problemas enfrentados pelas MPEs da indústria extrativa, de transformação e da construção. A elevada carga tributária se manteve na segunda posição também para os três segmentos industriais.

Confiança

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) para as pequenas indústrias alcançou 56,4 pontos em abril de 2022, aumento de 5,1 pontos na comparação com o mesmo mês em 2021.

O Índice de Perspectivas da pequena indústria também apontou perspectivas favoráveis dos empresários da pequena indústria. O indicador registrou aumento de 0,6 ponto em abril de 2022, alcançando 51,3 pontos. A média do trimestre foi 3 pontos maior que a do mesmo período em 2021.

O Panorama da Pequena Indústria é divulgado trimestralmente com base na análise dos dados da pequena indústria levantados na Sondagem Industrial, na Sondagem Indústria da Construção e no ICEI. Todos os meses, os pesquisadores ouvem mais de 900 empresários de empresas de pequeno porte.

Matéria alterada às 14h39 para acrescentar e esclarecer informações.

Edição: Kleber Sampaio

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Economia

Nova presidente da Caixa assume cargo na terça-feira

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A economista Daniella Marques Consentino teve o nome aprovado hoje (1º) pelo Comitê de Elegibilidade da Caixa Econômica Federal e assinou o termo de posse. Ela assumirá oficialmente o cargo na próxima terça-feira (5), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto.

Ex-secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Consentino substituirá Pedro Guimarães, que pediu demissão nessa quarta-feira (29), após denúncias de assédio sexual que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho. Ele negou as acusações na carta de renúncia.

No governo desde janeiro de 2019, Consentino foi chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia. Uma das principais assessoras do ministro Paulo Guedes, ela assumiu a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade no início do ano.

Com formação em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), a nova presidente da Caixa tem MBA em Finanças pelo Ibmec e uma carreira no mercado financeiro. Foi diretora-executiva da Oren Investimentos e diretora de Risco e Compliance, sócia e gestora de Renda Variável da Mercatto Investimentos. Antes de entrar no governo, foi sócia do ministro Guedes na Bozano Investimentos, onde foi diretora de Compliance e Operações e Financeiras.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia

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Economia

Vice-presidente da Caixa pedirá demissão após queda de Pedro Guimarães

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Celso Leonardo Barbosa pedirá desligamento da Caixa
Reprodução

Celso Leonardo Barbosa pedirá desligamento da Caixa


O vice-presidente de Negócios de Atacado da Caixa Econômica Federal, Celso Leonardo Barbosa, confirmou na noite desta sexta-feira, por meio de sua defesa, que se afastará do cargo após diversas denúncias de assédio sexual de funcionárias do banco terem levado à queda de seu chefe, Pedro Guimarães . A informação havia sido antecipada pelo colunista Lauro Jardim.

“Por orientação de sua defesa o vice-presidente da Caixa , Sr. Celso pedirá desligamento. Embora não conste absolutamente nada em seu desfavor, entende ser neste momento necessário Para que não se questione as a imparcialidade das apurações . Importante destacar a sua atuação profissional que contribuiu para a Recuperação do foco estratégico nas MPEs, com o Pronampe, FGI e FAMPE, realizando a parceria chave com o SEBRAE Nacional”, informou a advogada do executivo, Luciana Pires. O desligamento pode ser oficializado ainda nesta sexta-feira.

“O afastamento será necessário até pela garantir a lisura da investigação e demonstrar, oportunamente, que ele nunca se envolveu nesse episódio. É uma possibilidade o afastamento dele, mas por ora isso ainda não aconteceu”, disse a advogada ao GLOBO.

A Caixa está em processo de contratação de uma auditoria externa para apurar as denúncias de assédio sexual contra mulheres no banco, após o afastamento de Pedro Guimarães da presidência da Caixa, envolvido no escândalo. A decisão de contratar uma empresa independente foi tomada nessa quinta-feira pelo conselho de administração do banco.


Segundo relato de testemunhas e que estão sendo apuradas pelo Ministério Público Federal, Celso também está envolvido no caso. Amigo de Guimarães, o executivo o acompanhava nas viagens a trabalho, onde a maior parte dos assédios aconteciam. Celso era considerado braço direito de Guimarães e era substituto nas ausências no cargo.

Celso nasceu no Rio. Ele assumiu o cargo de assessor estratégico da presidência da Caixa em janeiro de 2019. Lutador de MMa, ele iniciou a carreira nas empresas Esso, Nortel e Shell, onde foi gestor do programa social para jovens empreendedores, segundo informações da Caixa. Foi consultor do Sebrae.

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Fonte: IG ECONOMIA

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