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Indicação busca viabilizar construção de centro de referência ao portador de hanseníase

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Foto: Ronaldo Mazza

O deputado estadual João Batista (Pros), apresentou na última quinta-feira (5), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Indicação nº 3994/2019, que propõe a necessidade da construção do Centro de Referência Exclusivo ao Portador de Hanseníase, instituído pela Lei Estadual nº 9.500, de 7 de janeiro de 2011.

De acordo com o parlamentar, a proposição é de extrema importância para a sociedade. Segundo ele, Mato Grosso é o estado que teve o maior índice de casos registrados nos últimos meses. “Temos dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES) apontando que só em 2017, o Estado diagnosticou 3.577 casos da doença. Conforme o relatório, a hanseníase é uma doença difícil de ser identificada e o tratamento é delicado, esse foi um dos principais motivos de apresentarmos a indicação no Parlamento”, destacou o deputado.

Outra estatística que chama a atenção é o número de presos diagnosticados com hanseníase. “No ano passado, o Centro de Detenção Provisória de Juína registrou a doença em 21, dos 226 detentos. Os dados são do Ministério Público Estadual que solicitou na justiça a interdição parcial do CDP. Uma representação de natureza interna contra o governo do estado, foi proposta e o Tribunal deu um prazo de 5 (cinco) dias para que os representados se manifestassem a respeito da proliferação da hanseníase nas penitenciárias de Mato Grosso, entre elas a Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá”, ressalta trecho da justificativa da indicação.

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No texto da propositura, consta ainda que o atendimento ao portador da doença é realizado atualmente no Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidade (Cermac). “O local encontra-se em péssimas condições de atendimento e de trabalho, com diversas irregularidades. Entre elas, estrutura física ruim, clima desumanizado e falta de profissionais na unidade, sendo tais fatos constatados pela Comissão de Saúde desta Casa de Leis, em visita in loco, realizada no mês de junho de 2019. Sendo assim, a situação precária da unidade, prejudica a qualidade de tratamento da doença”, concluiu trecho do documento.

Fonte: ALMT
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Deputada se justifica após defender depoimento secreto de doleiro na Assembleia: “CPI não pode ser um espetáculo”

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Janaina Riva foi um dos membros da CPI que assinou requerimento para que depoimento de doleiro fosse secreto

A deputada estadual Janaína Riva (MDB), depois do depoimento secreto do doleiro e delator da Operação Lava Jato, Lúcio Funaro, em Cuiabá, na Assembleia Legislativa, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia Fiscal, cuidou de justificar a decisão que foi criticada pela imprensa e pela sociedade. Para Janaína, “CPI não pode ser um espetáculo”.

“Não é que a CPI não foi aberta para a imprensa e sociedade. Já cobrei para que o material seja colocado no facebook e no site da Casa. Tivemos CPI aqui que de espetáculo teve muito e de resultado prático, nenhum. A gente viu isso com a CPI das obras da Copa e outras, como a do Ministério Público que acabou não dando em nada. Quer dizer, expôs muita gente e não deu resultado nenhum para a sociedade”.

A vice-presidente da Assembleia Legislativa defende que quando o tema for renúncia e sonegação, tem de ser secreto. “Pode ser feito de portas fechadas e televisionada e transmitida pelas mídias sociais”, argumentou.

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O que não é possível permitir, conforme a parlamentar, é a encenação de alguns colegas deputados e a falta de presença quando o depoimento ocorre de portas fechadas. “Tem que parar com espetáculos, com discursinhos. Parar de expor os outros e fazer, de fato, uma CPI séria”.

O doleiro foi convidado pela CPI que investiga suspeita de sonegação de impostos e renúncia fiscal em Mato Grosso após relatar na CPI do BNDES, na Câmara dos Deputados, em Brasília, que o empresário Joesley Batista, dono da JBS, poupou o primo dele, o empresário Fernando Mendonça, na delação premiada firmada com a Procuradoria Geral da República.

Segundo Lúcio Funaro, Fernando Mendonça, além de primo de Joesley Batista, também seria operador dele em esquemas ilegais no estado, como sonegação de ICMS em troca de pagamento de propina a políticos de Mato Grosso.

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Emanuel Pinheiro reúne 13 partidos, destaca força política da aliança e admite vontade de ser candidato novamente

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Prefeito participou de ato político na manhã deste sábado com lideranças como os deputados Carlos Bezerra e Dr. João

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) participou na manhã deste sábado (21) no Hotel Fazenda Mato Grosso de um encontro que reuniu lideranças de 13 partidos que dão apoio à sua administração. Além do MDB, o evento, que reuniu cerca de mil pessoas contou com a participação de lideranças do Avante, PSDB, PSD, PSB, PTB, PSC, PV, PP, PMB, PL, PRTB e Republicanos.

“Pelo menos 13 partidos estão aqui reiterando lealdade ao grupo e à gestão. Esse evento mostra a força do MDB em Cuiabá, um partido popular, que está se aproximando das bases e fortalecendo chapa a vereador nas eleições do próximo ano. Não necessariamente com Emanuel Pinheiro candidato a reeleição, mas com uma gestão humanizada, popular, próximo das pessoas, implementada pela nossa gestão”, disse o prefeito.

Apesar do entusiasmo proporcionado pelo encontro, Emanuel Pinheiro evitou confirmar se será mesmo candidato outra vez. “Não sei se sou candidato a reeleição. Não é jogo de palavras, não é jogo de cena, eu não sou assim. Primeiro, é que minha esposa pede para não ser, ela não quer. Segundo, que eu não penso nisso, eu só penso, respiro e transpiro a gestão em Cuiabá, 24 horas por dia. Vou deixar 2020 para 2020. Tenho compromisso sagrado com a população até 31 de dezembro de 2020”.

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Embora ainda não tenha admitido publicamente que vá disputar a reeleição, Pinheiro reconheceu que ao ver um evento com a presença dos partidos que formam uma aliança a que ele chamou da “maior força política de Cuiabá”, sentiu vontade de ser candidato novamente.

“Dá vontade de ser candidato novamente, diante de uma manifestação como essa, em um momento em que os partidos se dividem cada vez mais, Cuiabá parece uma ilha isolada, porque aqui as forças se juntam, se unem, se  agregam, porque querem o melhor para a Capital. O forte aqui não é Emanuel Pinheiro, é o MDB e os 12 partidos que aqui falaram”, afirmou.

“Se continuarmos neste processo, propondo políticas publicas com amor por Cuiabá, cuidando da vida das pessoas, priorizando os mais carentes e menos favorecidos, temos tudo para ser a grande referência política na capital de Mato Grosso seja quem for o candidato. Este projeto não pertence a Emanuel e sim a Cuiabá e o Estado”, concluiu.

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