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Incêndio atinge casa, crianças fogem pela janela e mãe é presa

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Foto: Polícia Militar/ Divulgação

Crianças conseguiram escapar de incêndio em casa pela janela, em Guatambu

Três irmãos conseguiram escapar de um incêndio registrado na cidade de Guatambu, no Oeste de Santa Catarina, na madrugada deste domingo (13). De acordo com informações da Polícia Militar, a mãe das crianças é uma das suspeitas de atear fogo na casa.

Por volta de 3h da madrugada, um homem foi até uma base da Polícia Militar de Guatambu para avisar do incêndio e que haviam pessoas dentro da casa. Segundo o registro de ocorrência da PM, havia quatro pessoas dentro da residência: uma mulher e três crianças.

Para escapar das chamas e ajudar os irmãos, uma das crianças quebrou a janela e todos saíram por ela. Eles não tiveram ferimentos graves, mas ficaram intoxicados pela fumaça, de acordo com a PM.

Leia também: Incêndio atinge área de proteção no Pará e estado pede ajuda federal

Em entrevista ao G1, a corporação militar explicou que uma das crianças falou sobre uma suposta proibição de sair de casa. A mãe não autorizou que as crianças deixassem o local, mesmo com o fogo.

A mulher foi levada para a delegacia de Polícia Civil de Chapecó, que atende os casos de Guatambu durante os plantões de fim de semana. Segundo a Polícia Civil, a suspeita foi presa em flagrante e encaminhada ainda na manhã deste domingo para o presídio de Chapecó.

O caso será investigado a partir desta segunda-feira (14) pela polícia de Guatambu. A mulher também deve passar por audiência de custódia na Justiça.

Leia também: Tragédia no Rio! Pai tenta salvar filho de incêndio, mas morre junto com ele

O pai das crianças foi chamado por vizinhos até o local do incêndio ainda de madrugada e, segundo a Polícia Civil, ficou com as crianças após a mãe ser presa.

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Óbitos em São Paulo pelo novo coronavírus triplicam em sete dias

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Agência Brasil

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Veja SP/ Divulgação

Quarentena continua valendo na capital paulista


Os óbitos relacionados ao novo coronavírus no estado de São Paulo triplicaram em apenas uma semana. Na última sexta-feira (27), o estado contabilizava 68 mortes. No domingo (29), já havia saltado para 98 óbitos. Hoje (3), no balanço mais recente divulgado pela secretaria, o estado identificou 219 pessoas que morreram por complicações relacionadas à covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Os casos confirmados também tiveram crescimento, quadruplicando: passaram de 1.223 na sexta-feira da semana passada para 4.048 uma semana depois.

Entre esse total de mortes registradas no estado, 24 se referem a pessoas que tinham mais de 90 anos de idade. Outras 57 pessoas que morreram estavam na faixa etária entre 80-89 anos; 66 na faixa entre 70 e 79 anos e 45 na faixa entre 60 e 69 anos de idade. As demais vítimas, disse a secretaria, tinham menos de 60 anos e tinham comorbidades.

Com isso, já são 25 os municípios do estado que apresentam pelo menos um óbito provocado por coronavírus: São Paulo, São Bernardo do Campo, Osasco, Cotia, Guarulhos, Santo André, Sorocaba, Arujá, Barueri, Caieiras, Campinas, Carapicuíba, Cravinhos, Diadema, Embu das Artes, Franco da Rocha, Itapecerica da Serra, Jaboticabal, Mogi das Cruzes, Ribeirão Preto, São Caetano do Sul, São Sebastião, Suzano, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.  

Força-tarefa

Desde ontem (02), o Instituto Adolf Lutz tem utilizado uma força-tarefa para diagnosticar 201 amostras de óbitos suspeitos de coronavírus no estado. Dessas 201 amostras que estavam paradas aguardando diagnóstico, 32 testaram positivo para Covid-19 e 132 deram negativo. Outras 37 amostras foram consideradas inadequadas de serem analisadas, seja porque a unidade que realizou a coleta não manteve a amostras em temperatura adequada ou porque não havia amostras suficiente para análise.

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Ministério da Saúde errou: 1º caso de Covid-19 não ocorreu em janeiro

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Pixabay/rottonara

Erro técnico

Após ter afirmado, nesta quinta-feira (2), que o primeiro caso de Covid-19 no país havia ocorrido em janeiro de 2020, o Ministério da Saúde voltou atrás e afirmou, na tarde desta sexta (3) que o primeiro caso continua sendo o que foi registrado em 26 de fevereiro – data em que os casos da doença passaram a ser notificados nacionalmente. 

Leia também: Coronavírus no Brasil: acompanhe a situação no País em tempo real

Uma investigação retrospectiva estava sendo realizada pela Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, que havia informado que uma mulher de 75 anos havia contraído a Covid-19 em janeiro e morrido da doença. Contudo, a investigação mostrou que os sintomas originais não apareceram em janeiro, mas em 25 de março – quase um mês depois do primeiro caso brasileiro.

Leia também: De gripezinha a “não é tudo isso”: vezes em que Bolsonaro minimizou coronavírus

O Ministério afirma que havia sido informado, na quinta (2), pela Secretária que as investigações estavam concluídas. O secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson Oliveira, havia dito na quinta que “esse caso agora está sendo mais investigado, mas o resultado laboratorial é PCR [tipo de teste mais confiável], não tenho dúvidas de que é um caso confirmado”. A Secretária ainda está aguardando o posicionamento da equipe técnica sobre o erro na informação sobre o caso de Covid-19 .

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