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Economia

Imposto de Renda: 20 milhões já entregaram declaração à Receita

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Cerca de 14,1 milhões ainda não entregaram a declaração do IRPF à Receita Federal
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Cerca de 14,1 milhões ainda não entregaram a declaração do IRPF à Receita Federal

O balanço mais recente divulgado pela Receita Federal indica que foram entregues 20.889.198 declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2022, ano-calendário 2021, até as 11h desta quarta-feira (11). O número equivale a 60% das 34,1 milhões de declarações esperadas pela Receita neste ano.

O prazo encerra em 20 dias, no dia 31 de maio. Quem estiver obrigado a entregar a declaração e não fizer até o fim desta data pagará multa de 1% ao mês, sobre o valor do imposto de renda devido, limitado a 20% do valor do imposto de renda. O valor mínimo da multa é de R$ 165,74.

A taxa é gerada no momento da entrega da declaração e a notificação de lançamento fica junto com o recibo de entrega. Ela deve ser paga em no máximo 30 dias e, após este prazo, começam a correr juros de mora (taxa Selic).

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O DARF da multa pode ser emitida pelo programa do imposto de renda ou pelo e-CAC, na opção Meu Imposto de Renda.

Para as declarações com direito à restituição, se a multa não for paga dentro do vencimento, ela será deduzida (descontada), com os respectivos acréscimos legais (juros), do valor do imposto a ser restituído.

As restituições começam a ser pagas a partir do dia 31 de maio, data limite para entregar as declarações.

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Economia

Renault transfere ativos para governo da Rússia

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Renault cede ativos para governo da Rússia
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Renault cede ativos para governo da Rússia

 A montadora francesa Renault entregou suas atividades na Rússia para o governo de Vladimir Putin, na primeira grande nacionalização promovida pelo Kremlin após o início da invasão à Ucrânia.

“Foram assinados contratos para transferir os ativos russos do Grupo Renault para a Federação Russa”, diz um comunicado divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Ministério da Indústria e do Comércio de Moscou.

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A montadora francesa controlava quase 68% da AvtoVAZ, maior fabricante de carros da Rússia e dona da marca Lada, mas estava sob pressão para sair do mercado russo por causa da guerra na Ucrânia.

A Renault tinha participação na AvtoVAZ desde 2008, mas poderá recomprar a fatia na empresa russa em até seis anos. O acordo também inclui a fábrica da companhia francesa em Moscou, que produzia modelos da Renault e da Nissan.

“Tomamos hoje uma decisão difícil, mas necessária”, disse o CEO da montadora, Luca de Meo, acrescentando que a cessão dos ativos para a Rússia é uma “escolha responsável” em relação a seus 45 mil funcionários no país.

Segundo o prefeito de Moscou, Sergey Sobyanin, a fábrica na cidade retomará suas atividades com a produção de carros da antiga marca soviética Moskvitch. “Não podemos permitir que milhares de trabalhadores fiquem sem emprego”, afirmou.

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Bolsonaro usa R$ 123,7 bilhões do FGTS para turbinar economia

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Bolsonaro usa R$ 123,7 bilhões do FGTS para turbinar economia
Felipe Moreno

Bolsonaro usa R$ 123,7 bilhões do FGTS para turbinar economia

Para tentar estimular a economia e dentro de uma visão de que o FGTS não deveria ser uma poupança compulsória, e sim estar à disposição do trabalhador, o governo Bolsonaro já autorizou saques extraordinários do Fundo de Garantia num montante de pelo menos R$ 123,7 bilhões, em valores corrigidos, segundo levantamento feito pelo GLOBO.

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O montante equivale a 20% do saldo total do Fundo no fim de novembro, último dado disponível.

A liberação de recursos fora das condições originalmente previstas no FGTS – como para financiar a casa própria, em caso de demissão sem justa causa ou doença grave – foi um expediente usado pela primeira vez no governo do ex-presidente Michel Temer, em 2017, como uma tentativa de estimular a economia após o impeachment de Dilma Rousseff.

Mas o presidente Jair Bolsonaro acelerou esta estratégia, lançando mão de saques extraordinários em 2019, 2020 (no auge da pandemia) e agora em 2022. Além disso, criou a modalidade do saque aniversário. Especialistas divergem sobre como deveria ser usado o Fundo, e a indústria da construção teme que falte recursos para financiar a habitação.

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