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Idosa abre portão para dar água a adolescentes, é roubada e agredida

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TV ANHANGUERA

Idosa foi agredida com coleira

Uma mulher de 89 anos foi agredida com uma coleira e roubada dentro de casa, na cidade de Senador Canedo, em Goiás, após abrir porta para dar água a dois adolescentes, de 12 e 16 anos.

Segundo a vítima, os suspeitos, que eram conhecidos, pediram água e a sufocaram com uma coleira de cachorro quando ela abriu a porta, arrastando a mulher pela casa e perguntando por dinheiro e celular.

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Quando encontraram o aparelho, eles abandonaram a idosa desmaiada e fugiram. A mulher acordou, pediu ajuda de vizinhos, que chamaram a polícia. Os policiais fizeram rondas na região, encontraram os adolescentes e conseguiram recuperar o celular da mulher.

A mulher foi encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento e os dois adolescentes foram apreendidos pela polícia.

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TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

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racismo
reprodução / Twitter

Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

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Incêndio atinge área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu

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Jaburu
Divulgação/Corpo de Bombeiros do DF

Segundo o Corpo de Bombeiros, chamas estão sob controle.

Um incêndio atingiu a área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu, em Brasília. A instalação é a residência oficial do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. As chamas atingiram o local nesta segunda-feira (28).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o fogo está sob controle no momento. Mais de cinco equipes da corporação estão trabalhando no combate às chamas.

A assessoria do a corporação disse ainda que a área atingida pelas chamas é extensa. Entretanto, ainda não foi possível fazer uma avaliação dos estragos. Ainda não se sabe quais foram as causas do incêndio.

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