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Ídolo do clube, Daniele De Rossi anuncia sua saída da Roma após 18 anos

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De Rossi defendeu a camisa da Roma por 18 anos

O meio-campista Daniele De Rossi, da Roma, anunciou nesta terça-feira (14) que deixará o clube da capital após 18 anos. O jogador de 35 anos contabiliza mais de 600 jogos e 63 gols com a camisa giallorossa.

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A despedida de Daniele De Rossi
, que é o capitão da equipe, será no duelo contra o Parma dia 26 de maio, no Olímpico, pela última rodada do Campeonato Italiano.

“Há quase 18 anos, um jovem Daniele De Rossi estreava na Roma contra o Anderlecht. Contra o Parma, no Olímpico, jogará sua última partida com nosso manto. Será o fim de uma era”, divulgou a Roma no Twitter.

O executivo-chefe do time da capital, Guido Fienga, ofereceu ao jogador um emprego como diretor da Roma
, mas De Rossi recusou para continuar atuando dentro dos gramados. O cartola ainda pediu desculpas ao meio-campista, já que o clube informou apenas nesta segunda-feira a decisão de não renovar com o atleta.

“Peço desculpas a Daniele, em nome do clube, por não conversar com ele antes, foi uma temporada problemática. O clube está ciente dos erros que cometemos, e estamos refletindo sobre isso. Mas agradecemos a De Rossi pela maneira com que ele aceitou a decisão”, disse Fienga.

Nestes 18 anos de Roma, De Rossi conquistou duas Copas da Itália (2007 e 2008) e uma Supercopa (2007). Em 2010, o meio-campista chegou perto de vencer o Campeonato Italiano, mas os giallorossi foram superados pela Inter de Milão, na época comandada pelo português José Mourinho.

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O futuro do jogador ainda é incerto, a imprensa italiana cogita que o New York City, dos Estados Unidos, está na frente para contratá-lo. De Rossi seria o herdeiro de Andrea Pirlo, que atuou no time norte-americano entre 2015 e 2017.

Repercussão

Diversos atletas e dirigentes comentaram sobre a saída de De Rossi. O ex-zagueiro Paolo Maldini, ídolo do Milan, afirmou que não esperava a notícia e elogiou o “grande caráter” do meio-campista.

O também ex-zagueiro Marco Materazzi declarou estar “orgulhoso” do antigo companheiro de equipe da seleção italiana. Ambos estavam no mesmo elenco da Azzurra que venceu a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.

O meio-campista Radja Nainggolan, por sua vez, criticou a forma que a Roma tratou a saída de De Rossi. Já o treinador Marcello Lippi, acredita que o jogador não deixaria o clube da capital se pudesse ter escolhido.

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Francesco Totti, maior ídolo da história da Roma, deu adeus a De Rossi
, seu ex-companheiro de equipe. Atualmente diretor do clube da capital, Totti afirmou que hoje “é um dia triste” e outro “importante capítulo se encerra na história” do time giallorosso.

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Brasileiro Lucas Rangel está na final do Campeonato Grego de vôlei

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O central Lucas Rangel, primeiro jogador brasileiro de vôlei a voltar às quadras europeias após a paralisação por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19), volta a atuar na próxima quinta (9) na Grécia com o Panathinaikos para a primeira partida da série melhor de três decisiva do campeonato local contra o Olympiakos.

Nascido em Belo Horizonte, o atleta colaborou para que a equipe chegasse à final depois de superar o Paok por dois jogos a um na semifinal, etapa na qual o campeonato retornou após mais de 90 dias de interrupção forçada pela covid-19. “Ficamos parados por três meses. Tudo fechado mesmo. Só era possível fazer abdominais e exercícios em casa. Foi difícil, pois perdemos o condicionamento aeróbico. No segundo mês da pandemia, para sair de casa por no máximo uma hora, era preciso enviar uma mensagem para um número de telefone para receber a autorização. Muitos policiais estavam pelas ruas, em todos os lados, parando todo mundo e verificando as mensagens. Se a pessoa não tivesse enviado, pagava multa de 300 euros”, diz o jogador à Agência Brasil.

Segundo Lucas, esta situação começou a mudar há aproximadamente um mês: “A Grécia vive ‘normalmente’ desde meados de junho. Apenas funcionários em mercados e lojas de comida usam máscara. Aos poucos, a vida está voltando ao normal. As fronteiras estão abertas para alguns países. Mas qualquer indivíduo que chega na Grécia passa pelo teste do corona e tem que esperar o resultado em um hotel por 24 horas. Se estiver com o vírus, volta para o país de origem”.

No pós-pandemia, o brasileiro lamenta que o tempo de preparação tenha sido muito curto para a retomada dos jogos: “Foi um mês muito corrido. Muitos cuidados para não nos lesionarmos. Há uma semana voltamos a jogar. Sempre com os ginásios vazios, sem público. Como nosso time conta muito com o apoio da torcida, sentimos demais. Foi como se estivéssemos com um jogador a menos, tanto que perdemos a primeira partida. Mas, graças a Deus, conseguimos a recuperação e colocamos a equipe de volta na final depois de 11 anos”.

O central diz que a expectativa para os confrontos decisivos é a mesma: “Ginásio vazio. Todos os jogadores testados. Rede e bolas higienizadas nos intervalos com álcool. Nos bancos de reserva, os atletas devem deixar uma assento vago”.

Aos 29 anos, o brasileiro está na terceira temporada no país europeu. O primeiro time dele na Grécia foi o Paok, na temporada 2014/2015. Em 2016/2017 ele passou pelo Panathinaikos. E voltou para o clube nessa temporada após jogar na França e na Romênia.

Edição: Fábio Lisboa

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Interino do Benfica evita comentar possível contratação de Jorge Jesus

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Se na entrevista coletiva de Bruno Henrique na véspera da final da Taça Rio o assunto principal foi Jorge Jesus, o que imaginar das perguntas ao técnico interino do Benfica? O vice-líder do Campeonato Português entra em campo na próxima quinta (9) contra o Famalicão, pela 31ª rodada, precisando desesperadamente da vitória.

Faltando apenas quatro jogos para o fim da competição, o Benfica está seis pontos atrás do líder Porto e só pode pensar em vencer se pretende levantar a taça pelo segundo ano consecutivo. O problema é que o time vive em grave crise, que culminou na demissão do técnico Bruno Lage.

Inicialmente, a imprensa portuguesa apontou Mauricio Pochettino e Jorge Sampaoli como favoritos para comandar a equipe. Entretanto, Jorge Jesus é o nome da vez em Lisboa. A torcida pede o retorno, os jornais pressionam e a diretoria faz contas para tirar o técnico do Flamengo. Enquanto isso, Nélson Veríssimo assumiu interinamente o time, e ficou com a improvável missão de conquistar o título português.

Ouça na Rádio Nacional

Um dia antes do importante confronto com o Famalicão, fora de casa, não teve como escapar da pergunta na entrevista coletiva. Veríssimo precisou responder sobre Jorge Jesus: “Acredito que uma boa situação para o Benfica passar por ganhar o jogo amanhã. Volto a reforçar e percebo vossa curiosidade e de muitas pessoas lá fora na questão relativa ao mister Jorge Jesus. Epa, mas não é uma questão que me diga respeito. Diz-me respeito, mas não é uma questão de minha competência, que eu tenha que estar aqui para dizer alguma opinião”.

Pressionado, Nélson Veríssimo reforçou que o foco é orientar a equipe até o fim do Campeonato Português, e não seguir no Benfica como técnico na próxima temporada. Jorge Jesus ainda não comentou sobre o assunto, que deve ser abordado em uma eventual entrevista coletiva, após a final da Taça Rio, na noite desta quarta (8).

Edição: Fábio Lisboa

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