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Economia

Ibovespa realiza e ELET3 sobe 0,81% a R$42,14

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Ibovespa realiza e ELET3 sobe 0,81% a R$42,14
Ivonete Dainese

Ibovespa realiza e ELET3 sobe 0,81% a R$42,14

O Ibovespa fechou em queda. Os investidores acompanharam os pares e, ao mesmo tempo, monitoravam as ações da Eletrobras (ELET3). O prazo para a reserva das ações através do FGTS foi encerrado ao meio dia.

A proximidade de reuniões de bancos centrais e os preços do petróleo também ficaram no radar.

O Ibovespa ficou em queda de 1,55% aos 108.367 pontos. O volume financeiro ficou em R$22,36 bilhões.

“A aversão ao risco segue com os índices de inflação. O mercado espera pela reunião do BCE amanhã na Europa, já com a possível retirada de estímulos e pela alta nos juros. Na sequência vem o Federal Reserve, com a questão entre os analistas de quanto o Fed pode elevar os juros sem comprometer a economia e reverter para uma recessão”, explicou o head de Renda Variável da Veedha Investimentos, Rodrigo Moliterno.

Diante dessas probabilidades, a bolsa brasileira está negativa. “Depois da puxada forte com as commodities, bem como os ruídos fiscais, a nossa bolsa está em realização. Além disso, hoje foi o último dia de reservas de ações da ELET3 e o papel ficou na contramão de PETR4 e VALE3. A demanda do FGTS deve ter ficado em mais de R$7,5 bilhões, sendo que a reserva era de R$ 6 bi. O mercado acredita numa forte demanda pelos papéis no follow-on”, completou Moliterno.

Destaques com ganhos

Qualicorp ON (QUAL3), alta de 3,20%; Cogna ON (COGN3), alta de 2,41%; Hapvida ON (HAPV3), alta de 3,07%; Via ON (VIIA3), alta de 2,38%; PetroRio ON (PRIO3), alta de 1,79%.

Operaram com perdas

Weg ON (WEGE3), queda de 5,93%; Gerdau PN (GGBR4), queda de 4,90%; Sid. Nacional ON (CSNA3), queda de 4,93%; Usiminas PNA (USIM5), queda de 4,32%; Gerdau Met. PN (GOAU4), queda de 3,13%.

Mais negociadas

Vale ON (VALE3), queda de 3,44%; Petrobras PN (PETR4), queda de 0,49%; Itaú Unibanco PN (ITUB4), queda de 1,92%; Magaz. Luiza ON (MGLU3), queda de 2,13%; Eletrobras ON (ELET3), alta de 0,81% ao preço de R$42,14.

Carteira Teórica

Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 02 de maio de 2022 a 02 de setembro de 2022, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (15,582%), Itaú Unibanco PN (5,661%), Petrobras PN (6,864%), Petrobras ON (4,492%) e Bradesco PN (4,606%).

Commodities

O preço do barril do Brent, com contrato futuro para julho de 2022, ficou em alta de 0,20% a US$123,83 em Londres.

O preço do barril do WTI, com contrato futuro para julho de 2022, ficou em alta de 2,51% a US$122,41.

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Economia

Estado credencia instituições financeiras ao fundo de aval MT Garante; investimento é de R$ 100 milhões

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O ato de credenciamento será realizado na Sala Garcia Neto, no Palácio Paiaguás, às 15 horas, nesta segunda-feira

O Governo de Mato Grosso credencia, nesta segunda-feira (27), as cinco instituições financeiras interessadas em operacionalizar linhas de crédito, por meio do Fundo de Aval Garantidor de Mato Grosso, o MT Garante. O investimento do governo no fundo é de R$ 100 milhões, beneficiando diretamente microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas, pequenos e médios produtores rurais, cooperativas e economia solidária.

O ato de credenciamento será realizado na Sala Garcia Neto, no Palácio Paiaguás, às 15 horas, com o governador Mauro Mendes, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, e presidente da Desenvolve MT, Jair Marques, e as instituições financeiras Sicred, Sicoob, AL5, Unicred e Desenvolve MT.

MT Garante

O fundo de aval é vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) garantindo crédito às operações de financiamento contratadas por meio da Desenvolve MT, cooperativas e demais instituições financeiras públicas e privadas. A expectativa é de que o afiançamento pelo governo possibilite R$ 1 bilhão em linhas de crédito, que vão beneficiar Microempresas Individuais (MEIs); Microempresas (ME); Empresas de Pequeno Porte (EPP); Pequenos e Médios Produtores.

Com a formalização do investimento, o Governo viabiliza e reduz uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos pequenos empresários, microempreendedores e produtores rurais, que buscam suporte financeiro para manter o próprio negócio, como exigências de garantias, taxas de juros elevadas e prazos curtos de pagamento, dentre outros empecilhos burocráticos.

 

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Economia

Aneel realizá leilão que prevê até R$ 15,3 bilhões em investimentos

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai leiloar na próxima quinta-feira (30) 13 lotes de linhas de transmissão de energia. As empresas que obtiverem a concessão ficarão responsáveis por construir, operar e manter as linhas, que somam um total de 5.425 quilômetros e uma capacidade de 6.180 mega-volt-ampères (MVA).

O leilão vai ocorrer às 10h, na sede da B3, em São Paulo. Os contratos de concessão estão previstos para ser assinados em 30 de setembro, e as empresas vencedoras terão prazos de 42 a 60 meses para iniciar a operação comercial das linhas de transmissão. A Aneel prevê que os contratos de concessão gerem R$ 15,3 bilhões em investimentos, gerando de 31.697 empregos diretos.

Os lotes dos empreendimentos estão localizados em 13 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

O lote de maior extensão e que deve gerar mais empregos é o de número 2, que corta os estados de Minas Gerais e São Paulo em um percurso de 1,7 mil quilômetros. O lote tem finalidade de expandir a capacidade de transmissão da região Norte de Minas Gerais e, se concretizado, deve empregar 9,8 mil pessoas.

A disputa dos lances se dará pelo valor de Receita Anual Permitida (RAP). Quando houver mais de uma proposta pelo mesmo lote, vencerá a que propuser o menor valor anual de receita.

Os proponentes deverão depositar para a Aneel uma garantia de proposta no valor de 1% do investimento estimado, com prazo de validade igual ou superior a 120 dias após o leilão e renovável por mais 60 dias.

Para a assinatura do contrato de concessão, o proponente vencedor deverá substituir a garantia anterior por uma correspondente a 5%, 7,5% ou 10% do valor do investimento previsto, a depender do deságio oferecido no leilão.

Edição: Nádia Franco

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