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Economia

Ibovespa cai 2,83% puxada por forte queda da Petrobras

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O Ibovespa fechou em forte queda nesta sexta-feira (17), voltando aos níveis de novembro de 2020, com os temores de recessão global derrubando commodities, enquanto a Petrobras desabou cerca de 6% também refletindo risco político após anunciar reajuste nos preços de combustíveis. (https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-06/petrobras-anuncia-novo-aumento-de-combustiveis) 

Os papéis da Petrobras chegaram a cair mais de 10% ao longo do dia, mas encerraram o pregão com queda de 6,00%.

O Ibovespa caiu 2,90%, a 99.824,94 pontos, menor patamar desde o começo de novembro de 2020. No pior momento, chegou a 98.401,73 pontos (-4,28%). Com tal desempenho, o Ibovespa acumulou declínio de 5,3% na semana.

Já o dólar avançou mais de 2% frente ao real, a terceira valorização semanal consecutiva com impulso da recente decisão do Federal Reserve – Fed (Banco Central norte americano) de subir os juros dos Estados Unidos em um ritmo mais intenso desde 1994. Essa decisão do Fed torna a moeda norte-americana globalmente mais atraente e eleva os temores de uma recessão na maior economia do mundo, minando o apetite de investidores por risco.

A moeda norte-americana à vista subiu 2,35%, a R$ 5,1460 , máxima para encerramento desde 9 de maio (R$ 5,1554 ), o que configurou seu oitavo ganho diário em nove pregões. Na semana, encurtada pelo feriado de Corpus Christi na quinta-feira (16), o dólar avançou 3,14%.

* Com informações da Reuters

Edição: Fábio Massalli

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Economia

Dólar sobe para R$ 5,25 e tem quarta semana seguida de alta

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Apesar do alívio no exterior, as incertezas domésticas prevaleceram e fizeram o dólar voltar a subir. A bolsa de valores fechou com ganhos após três quedas consecutivas, mas fechou a semana em baixa.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (24) vendido a R$ 5,253, com alta de R$ 0,023 (+0,44%). A cotação chegou a operar em queda durante a manhã. À tarde ficou estável, mas passou a subir nas duas horas finais de negociação.

A moeda norte-americana está no nível mais alto desde 8 de fevereiro, cerca de duas semanas antes do início da guerra entre Rússia e Ucrânia. O dólar subiu pela quarta semana consecutiva, acumulando alta de 10,52% apenas em junho. Em 2022, a divisa caiu 5,77%.

O mercado de ações teve um dia menos tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 98.672 pontos, com alta de 0,6%, influenciado pela alta nas bolsas norte-americanas e pela recuperação do preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional). Mesmo com a recuperação de hoje, o Ibovespa acumula a quarta semana de queda.

Desde o início de abril, quando chegou a R$ 4,60, o dólar subiu 14%, motivado principalmente pelos temores de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) aumente os juros básicos dos Estados Unidos além do previsto para segurar a inflação, que está no maior nível desde 1981 na maior economia do planeta.

No entanto, nesta sexta-feira, os investidores reagiram às negociações para ampliar o Auxílio Brasil para R$ 600, para ajudar caminhoneiros e para aumentar o Auxílio Gás. Hoje, o senador Fernando Bezerra (MDB-PE), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) dos Combustíveis, estimou em R$ 21,6 bilhões fora do teto de gastos até o fim do ano o impacto da elevação do Auxílio Brasil. O mercado teme o impacto da medida sobre as contas públicas.

* Com informações da Reuters

Edição: Claudia Felczak

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Economia

Mesmo com classificação, internacionalização do aeroporto Marechal Rondon será debatida no Senado

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A internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, será tema da audiência pública que a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado promove na próxima terça-feira (28), a partir das 10h. A sessão será interativa e semipresencial.

O debate foi solicitado pelo senador Fabio Garcia (União Brasil), por meio de um requerimento: REQ 21/2022-CI. Ele ressalta que, embora o aeroporto já apresente a classificação “internacional” em seu nome, ainda existem algumas pendências para que isso se torne realidade.

“Na prática [a internacionalização] não acontece porque ainda existem algumas pendências do aeroporto com a Receita Federal, a Polícia Federal e a Anac [Agência Nacional de Aviação Civil]. Então a audiência é exatamente para fazer essa força-tarefa, para tentar resolver isso o quanto antes, para que o aeroporto se torne efetivamente um aeroporto internacional”, disse o senador.

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