conecte-se conosco


Economia

IBGE revisa PIB de 2017 de 1% para 1,3%

Publicado

O Produto Interno Bruto do Brasil (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) cresceu 1,3% em 2017, anunciou hoje (8), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), após uma análise mais detalhada sobre o movimento da economia naquele ano, que interrompeu a recessão de 2015 e 2016.

O instituto acompanha e publica trimestralmente os resultados do PIB, mas, após essa divulgação, os pesquisadores continuam a atualizar a metodologia e reunir informações mais detalhadas, como balanços de empresas e dados da Receita Federal, que servem para produzir um estudo mais amplo sobre a economia.

Com a consolidação, o crescimento da economia naquele ano passou de 1% para 1,3%, totalizando R$ 6,583 trilhões.

Desempenho

Também foram atualizados os dados sobre o desempenho de cada setor da economia. O crescimento da agropecuária passou de 13% para 14,2%; o da indústria saiu de uma estabilidade de 0% para uma queda de 0,5%, e dos serviços cresceram 0,8% em vez de 0,3%

A taxa de investimento (Formação Bruta de Capital Fixo), que havia sido de 15,6%, caiu para 14,6% com a análise mais ampla, o menor patamar desde 1995.

Mais informações podem ser conferidas no Sistema de Contas Nacionais do IBGE, que inclui uma série completa desde 2000.

 
Edição: Fernando Fraga

publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Economia

Bolsa Família: 700 mil beneficiários tiveram auxílio emergencial negado

Publicado


source
Bolsa Familia
Divulgação/Caixa Econômica Federal

Bolsa Família: beneficiários do programa não precisam se inscrever no cadastro da Caixa e são analisados automaticamente pela Dataprev

A Caixa Econômica Federal divulgou o dado de que 700 mil beneficiários do Bolsa Família tiveram o auxílio emergencial de R$ 600 negado. O número apareceu nas coletivas de imprensa desta semana, incluindo na desta quinta-feira (4).

“A Caixa esclarece que os números divulgados correspondem aos registros recebidos da Dataprev considerados como elegíveis e inelegíveis, incluindo o público do Bolsa Família que migrou para o Auxílio Emergencial”, respondeu a Caixa ao questionamento do  iG  sobre o número de negativas dentro do programa Bolsa Família.

Leia também:
Governo tira R$ 84 milhões de Bolsa Família do Nordeste e coloca em publicidade
Temos só 25% do esperado de fraude no auxílio, diz presidente da Caixa
Câmara aguarda proposta do governo federal para extensão do auxílio

A análise dos cadastros de candidatos ao recebimento do auxílio é feita pela estatal Dataprev. A Caixa se responsabiliza pelas plataformas de inscrição (aplicativos Caixa Auxílio Emergencial, Caixa Tem e site) e pelo pagamento.

Os beneficiários do Bolsa Família, no entanto, não precisam se candidatar no cadastro ao auxílio. A Caixa respondeu ao  iG  que “para os beneficiários do Programa Bolsa Família, a avaliação de elegibilidade foi realizada de forma automática pela Dataprev”.

A Caixa informa também quais são os critérios que levam um cadastro em suas plataformas a ser considerado inconclusivo ou negado, além de divulgar os  requisitos para recebimento do auxílio emergencial.

caixa app
Reprodução Youtube Caixa Econômica Federal

Veja critérios que geram dados inconclusivos e impedem recebimento do auxílio

Continue lendo

Economia

De olho no dinheiro: Captação da poupança bate recorde em maio

Publicado


source
poupança
Arquivo/Agência Brasil

Essa foi a maior captação líquida para todos os meses desde o início da série histórica, em 1995


Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança voltou a atrair o interesse dos brasileiros em meio à pandemia provocada pelo coronavírus. No mês passado, os investidores depositaram R$ 37,2 bilhões a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta quinta-feira (4) o Banco Central. Em maio do ano passado, os brasileiros tinham sacado R$ 718,7 milhões a mais do que tinham depositado.

Leia mais: Bolsonaro deve garantir mais duas parcelas do auxílio, mas valor será menor

Essa foi a maior captação líquida para todos os meses desde o início da série histórica, em 1995. Com o resultado do mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 63,9 bilhões nos cinco primeiros meses do ano.

A aplicação tinha começado o ano no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da Covid-19, quando os depósitos superaram os saques em R$ 12,17 bilhões. Em abril, a poupança captou R$ 30,46 bilhões.

A queda expressiva da bolsa de valores e a instabilidade em outros investimentos, como títulos do Tesouro, refletiram-se em maior volume de depósitos na poupança. Por causa da turbulência no mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto têm registrado oscilações nas taxas de juros.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança atraiu mais recursos me smo com os juros básicos em queda. Com a Selic no menor nível da história, o investimento estava rendendo menos que a inflação no início do ano. No entanto, a expectativa de que a inflação caia por causa da crise econômica provocada pelo novo coronavírus pode fazer a aplicação terminar o ano com rendimento positivo.

Nos 12 meses terminados em maio, a aplicação rendeu 3,35% , segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que serve como prévia da inflação oficial, atingiu 1,96%. O IPCA cheio de maio será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no próximo dia 10.

Para 2020, o Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 1,55%  pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a atual fórmula de rendimento, a poupança está rendendo 2,1% em 2020, considerando a redução da Selic para 3% ao ano.

Histórico

Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana