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Saúde

Hospital usa tocilizumabe em pacientes com Covid-19 e tem bons resultados

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Com o avanço do novo coronavírus (Sars-coV-2), muita controvérsia foi gerada em torno do melhor medicamento para combater a Covid-19 . Em meio a isso, um novo nome pode surgir: a tocilizumabe .

Tocilizumabe surge como possibilidade no combate à Covid-19
Pixabay/Pexels

Tocilizumabe surge como possibilidade no combate à Covid-19

Já conhecida pela medicina, a droga é usada amplamente nos casos de artrite reumatoide e tratamento refratário a outros medicamentos. O uso da  tocilizumabe tem como intuito impedir a deflagração da cascata de citocinas pré-inflamatórias associadas aos quadros graves de Covid-19 .

Com base neste princípio, segundo o colunista Dante Senra, o Hospital Igesp, em São Paulo, usou o medicamento em 14 pacientes com quadro de grave comprometimento respiratório, sendo que em 11 casos esses pacientes já se encontravam intubados e não apresentavam quadro de melhora clinica.

Os outros três pacientes estavam em fase de pré-intubação, pois necessitavam de altas doses de oxigênio. Todos eram portadores de doenças preexistentes, dentre elas, obesidade, doenças pulmonares e cardíacas prévias. 

No grupo dos pacientes que nem todos tinham sido intubados, a evolução foi bastante favorável e a assistência com ventilador foi evitada. No grupo dos 11 pacientes já intubados que receberam a droga, 10 se recuperaram plenamente e um deles infelizmente não obteve melhora e evoluiu para óbito. 

Considerando que a mortalidade hospitalar dos pacientes intubados por essa doença é em torno de 40%, o hospital registrou um bom resultado. Embora, deve-se lembrar que trata-se de uma amostragem pequena e sem grupo controle, o que, segundo o colunista, não é pertinente para o momento. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Em 10 dias Anvisa deve receber pedido de registro de soros de cavalos

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Nos próximos cinco a dez dias, será encaminhado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedido do grupo de pesquisadores de várias instituições científicas para continuidade do projeto que desenvolve um produto à base de soros de cavalos para o tratamento da covid-19. A informação foi dada hoje (14), à Agência Brasil pelo coordenador do projeto, Jerson Lima Silva, do Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Ao longo da próxima semana, os pesquisadores vão pedir à Anvisa uma reunião oficial sobre o projeto que envolve também o Instituto Vital Brazil (IVB), o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Jerson Lima Silva disse que a Anvisa está correta ao destacar que sem o pedido de condução de estudo ou de registro de produto feito a partir do soro de equinos para tratamento da covid-19 não é possível para a Agência fazer qualquer avaliação ou pronunciamento em relação à qualidade, segurança e eficácia desse produto. De acordo com a Anvisa, não é possível também fazer qualquer afirmação sobre expectativa de aprovação e de tempo antes que haja uma solicitação formal sobre o produto em questão.

Testes clínicos

Silva afirmou que o encaminhamento do pedido e sua aprovação são condições essenciais para que sejam iniciados os testes clínicos com pacientes com diagnóstico confirmado de covid-19 que estejam internados, mas não se encontram em unidades de terapia intensiva. Os testes vão comparar quem recebeu o tratamento com quem não recebeu. Esses estudos clínicos serão efetuados em parceria com o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor).

Os trabalhos dos pesquisadores foram iniciados em maio deste ano com cavalos do Instituto Vital Brazil (IVB) e confirmaram que soros produzidos por equinos para o tratamento da covid-19 têm, em alguns casos, até 100 vezes mais potência em termos de anticorpos neutralizantes do vírus gerador da doença.

Anvisa

A função da Anvisa é avaliar os pedidos de registro e autorizações de estudos apresentados pelos laboratórios farmacêuticos que têm interesse em colocar seus medicamentos e vacinas no Brasil. A avaliação da Agência tem foco na qualidade, segurança e eficácia, que são os requisitos fundamentais para qualquer medicamento ou vacina. Segundo a Anvisa, desde o início da pandemia do novo coronavírus, foram editadas pelo órgão várias medidas que “dão prioridade total para qualquer medicamento ou vacina que tenha como foco o enfrentamento da covid-19”.

As solicitações de autorização de estudo clínico (teste em humanos) têm sido avaliadas pela Anvisa no prazo de 72 horas. Para conseguir esse prazo, são realizadas reuniões com as empresas e é acionado o comitê de avaliação de estudos clínicos, registros e mudanças pós-registro de medicamentos para prevenção ou tratamento da covid-19, que é uma estrutura interna da Anvisa, informou a assessoria de imprensa da Agência.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Tratamento para malária pode ser eficaz contra o novo coronavírus

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Mosquito picando pessoa
Reprodução

Tratamento para malária pode ser eficaz contra o novo coronavírus

Uma nova abordagem descoberta na Austrália promete apresentar um possível tratamento para a Covid-19. O método, descoberto em um estudo de cientistas da RMIT University, utiliza como base o tratamento para malária e já recebeu financiamento do governo local para sua aplicação contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) .

A pesquisa foi publicada na revista Nature Communications e demonstrou que o parasita causador da malária se esconde e se prolifera nas enzimas das células vermelhas do sangue. Outro resultado é que medicamentos para câncer testados no mesmo estudo são eficazes para matar o parasita, pois inativam as enzimas onde eles se encontram e dessa maneira representam uma alternativa aos remédios que atacam o próprio patógeno.

Segundo o Dr. Jack Adderley, um dos autores da análise, a abordagem recém descoberta tem potencial para reduzir custos e acelerar a implantação de novos antimaláricos . “Agora podemos pular a parte da descoberta de medicamentos contra o câncer existentes e tentar redirecionar um medicamento que já está disponível ou próximo da conclusão do processo de desenvolvimento”, declarou.

Por não atacar diretamente o patógeno, a abordagem previne o surgimento de resistência aos medicamentos e permite o reaproveitamento deles. Doerig, outro autor do estudo, explica: “Ao direcionar o hospedeiro e não o patógeno em si, removemos a possibilidade do patógeno se tornar rapidamente resistente por mutação no alvo da droga, já que o alvo é o hospedeiro humano”.

Experiências feitas com patógenos humanos tiveram um bom resultado, incluindo a malária e o vírus da hepatite C, de acordo com Doerig. Agora os cientistas da RMIT University estão trabalhando em conjunto com o Instituto Peter Doherty para Infecção e Imunidade para investigar como usar o tratamento da malária para combater a Covid-19 .

A equipe agora irá colaborar com o Instituto Peter Doherty para Infecção e Imunidade, da Austrália, para investigar a metodologia no combate à Covid-19 . “Há perspectivas muito reais de usá-lo para descobrir novos alvos de drogas para hepatite B e Covid-19”, afirmou Doerig.

Fonte: IG SAÚDE

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