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Hospital Santa Helena pede apoio da Comissão de Saúde para regularização de repasses

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Foto: MARIO ALBERTO GALVÃO OKAMURA

O atraso nos repasses feitos pelo governo do estado e pelo município foi o principal problema apontado pela direção do Hospital Santa Helena à Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante visita técnica realizada na tarde de quarta-feira (11).

Segundo o diretor-geral do Hospital, Marcelo Sandrin, está atrasado o repasse de recursos federais feito ao Fundo Municipal de Saúde e também o pagamento de incentivos municipais para custeio da maternidade e referentes à complementação dos honorários de anestesistas e cirurgiões. A unidade aguarda ainda o pagamento, por parte do Governo do Estado, de valores correspondentes à complementação da tabela de UTI.

Além da regularização dos repasses, Sandrin reivindicou a revisão de portarias publicadas pelo governo do estado que, em sua avaliação, são ilegais e atrasam o recebimento dos recursos devidos. “Estamos muito felizes com a visita da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa e pedimos o apoio dos deputados. Os repasses do estado e do município têm atrasado de 60 a 90 dias. Pedimos que olhem para os filantrópicos com bons olhos, pois estamos sempre abertos à população”, declarou.

Referência em maternidade, o Hospital Santa Helena realiza cerca de 750 procedimentos obstétricos por mês e 85% dos procedimentos realizados na unidade são feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Vamos levar ao governo do estado o pedido para diminuir esse atraso de três meses que hoje é praticado, mesmo sabendo das dificuldades de encaminhamento técnico. Vamos sugerir também que seja feita uma antecipação de valores do contrato pré-fixado para evitar essa demora no controle de avaliação”, afirmou o presidente da Comissão de Saúde, deputado estadual Paulo Araújo.

O deputado estadual Dr. Gimenezes (PV) também reforçou o compromisso da Comissão de buscar soluções para as demandas apresentadas. “A ação da Comissão de Saúde é de intermediação: agir com os hospitais em uma ponta e com o Governo e o Município na outra, levantar as demandas e levá-las até a Secretaria de Saúde”, disse.

Participaram da visita técnica ,os deputados estaduais Paulo Araújo (PP), Lúdio Cabral (PT), Dr. João (MDB), Dr. Gimenez (PV) e Dr. Eugênio (PSB), a superintendente de Estado de Regulação de Urgência e Emergência, Inês de Souza Leite Sukert, a diretora administrativa do Hospita Santa Helena, Zoraida Hanna Maby, e o presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, vereador Ricardo Saad (PSDB).

Encerramento – A Comissão de Saúde realizará a última visita técnica de 2019 na próxima terça-feira (17), ao Hospital Municipal e à Unidade de Pronto-Atendimento de Juína. Após a visita, os deputados se reunirão com lideranças regionais políticas e da área da saúde.

Fonte: ALMT
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No bastidor, Taques tenta superar preferência por Leitão para disputa ao Senado

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Embora afastado da vida política desde que terminou seu mandato no governo do Estado, após ser derrotado na tentativa de se reeleger, o ex-governador Pedro Taques (PSDB), está trabalhando nos bastidores a possibilidade de disputar a eleição suplementar do Senado da República, já marcada para o próximo dia 26 de abril, com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), por caixa 2 e abuso de poder econômico.

No seu partido, o PSDB, Taques tem como adversário o ex-deputado federal Nilson Leitão, que dificilmente perderá a condição de disputa para o ex-governador. Os dois foram derrotados na campanha de 2018. Pedro Taques era candidato à reeleição e ficou em terceiro lugar no pleito e Nilson Leitão ficou em 5° lugar na disputa ao Senado.  “Não debati isso com o PSDB. O nosso partido tem sim bons candidatos, mas precisamos aguardar a Justiça Eleitoral decidir sobre as regras”, diz o ex-governador.

Empolgado com resultado de uma pesquisa interna, na qual estaria bem pontuado, aparecendo entre os preferidos ao Senado, mesmo após deixar o cargo de governador com grande desgaste, Pedro Taques vem flertando com alguns partidos, como o Cidadania, comandado em Mato Grosso pelo seu ex-secretário Marco Marrafon, e também com o Solidariedade.

O líder do Solidariedade no Estado, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, deseja atrai-lo para partido. Acontece que Taques perdeu espaço no PSDB, cuja maioria prefere apostar de novo na candidatura de Nilson Leitão.

Agora, o ex-governador entende que só vai conseguir ser candidato se o Tribunal Regional Eleitoral permitir filiações às vésperas do pleito suplementar de 26 de abril e concorrer por outra legenda. Na eleição de 2018, Taques, que disputou a reeleição, entrou para a história em Mato Grosso como o primeiro governador no exercício do cargo que não conseguiu se reeleger.

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Com três aliados pré-candidatos ao Senado, Mauro adia a anuncio público de quem apoia

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O governador Mauro Mendes (DEM), apesar dos apelos de aliados para que fique neutro em relação à eleição suplementar do Senado, já marcada para 26 de abril próximo, decidiu colocar um fim ao assunto: “vou, como cidadão, dizer a minha opinião, mas tenho tempo para fazer isso”, resumiu.

Conforme Mendes, “a eleição tem passos e datas definidas. Portanto, vou esperar  esses passos serem dados para ter um cenário concreto. Eu não preciso ficar antecipando um problema que vou ter daqui a 20, 30 dias”, observou.

Segundo o democrata, “uma possível declaração de apoio poderia causar ciúmes nos outros. Digo sempre: há pessoas que ficam contentes e pessoas que ficam descontentes quando assumimos um lado. Então, nesse momento, o mais sábio é que eu continue cuidando de Mato Grosso”, disse.

Mendes adiantou que na reunião do DEM que oficializou a autorização para que o ex-governador Júlio Campos movimentasse sua candidatura, decidiu ficar neutro apenas por enquanto. “O cenário não está definido. Então vamos esperar os candidatos registrarem as suas candidaturas e aí nós vamos analisar, conversar, para ver se muda alguma coisa”, comentou. “Eu acho natural os candidatos que pretendem disputar essa vaga comecem a fazer suas movimentações

“Sobre eu apoiar mais incisivamente alguém, eu acho que a população é muito sabida, muito esperta, muito conectada, então, eu tenho um voto apenas e vou dizer como cidadão qual é minha opinião, mas tenho tempo para isso”.

Mendes vem desde o início do ano sento aconselhado por aliados a se manter neutro em relação a eleição do Senado da República. O fato de o governador ter pelo menos três aliados com pretensão de disputa, o próprio Júlio Campos (DEM), o ex-vice-governador do Estado e atual representante do escritório de Mato Grosso em Brasília, Carlos Fávaro (PSD) e o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), no entendimento dos aliados, é a grande justificativa para a neutralidade do governador.

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