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Saúde

Hospital de Campanha do Ibirapuera dá alta ao último paciente

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Com 35.063 mortes por covid-19 e 970.888 pessoas infectadas pela doença causada pelo novo coronavírus desde março, o estado de São Paulo encerrou hoje (26) as atividades do Hospital de Campanha do Ibirapuera, último hospital de campanha voltado para pacientes com o novo coronavírus.

A data foi marcada por celebração para homenagear pacientes e profissionais que estiveram na linha de frente do combate ao novo coronavírus. O hospital estava em funcionamento desde 1º de maio e foram atendidos 3.189 pacientes até este sábado. Os equipamentos serão doados para entidades assistenciais e para unidades de saúde pública.

Cada profissional que atuou no local saiu da estrutura hospitalar com uma medalha, com a frase “Você fez a diferença. Nossa força vem da união”, carregando balões nas cores azul e branca. As bexigas foram lançadas ao ar para representar e homenagear todas as 2,4 mil vidas salvas no hospital.

Além disso, a primeira paciente internada no hospital, Aparecida Andreza Silva Viana, esteve presente para acompanhar a saída do último paciente, Iray Fernandes, a alta de número 2.433. Ambos são moradores da Grande São Paulo.

Boletim do estado

O Estado de São Paulo registra até este sábado o acumulado de 35.063 óbitos e 970.888 casos confirmados do novo coronavírus. Entre o total de casos diagnosticados com covid-19, 823.720 estão recuperados, sendo que 106.044 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 44,8% na Grande São Paulo e 45,9% no estado. O número de pacientes internados é de 8.932, sendo 5.052 em enfermaria e 3.880 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 11h deste sábado.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Estados têm recurso para comprar a vacina CoronaVac, diz Mourão

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O vice-presidente Hamilton Mourão
Foto: Reprodução/Redes sociais

O vice-presidente Hamilton Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou hoje (22) que os estados brasileiros têm recurso e podem comprar a CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

“Qualquer vacina que esteja comprovadamente testada e certificada pela Anvisa estará a disposição para ser adquirida. Todo mundo pode comprar, os estados têm recurso”, disse o vice-presidente.

O vice-presidente pediu ainda “calma” na abordagem do tema quando indagado sobre os riscos de judicialização do tema. O partido Rede Sustentabilidade entrou com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando que o governo federal seja obrigado a assinar o protocolo de intenções sustado por Bolsonaro após pressão de apoiadores.

“Acho que há muita especulação em cima disso. Ontem, a posição correta o Ministério da Saúde já colocou. O diretor da Anvisa também já colocou. Qualquer vacina que esteja comprovadamente testada e certificada pela Anvisa estará a disposição para ser adquirida”, disse o vice-presidente.

Governadores criticam o presidente Bolsonaro

O governador João Doria (PSDB) anunciou que a intenção dos  governadores é aguardar até amanhã (23) uma nova posição do governo federal sobre o cancelamento da compra de 46 milhões de doses da CoronaVac.

Doria comentou sobre uma possível judicialização da questão e não descartou acionar o Supremo Tribunal Federal. “Vamos esperar pelo menos 48 horas. Se até sexta-feira não houver nenhuma medida de recuo por parte do governo federal para fazer aquilo que deve fazer, apoiar as vacinas, inclusive a vacina do Butantan, que é a vacina do Brasil, nós saberemos quais medidas poderão ser adotadas, seja por São Paulo, seja pelos governadores”, disse Doria a jornalistas na saída do STF, em Brasília.

Entenda

Na terça-feira (19), o Ministério da Saúde anunciou um investimento de R$ 2,6 bilhões para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac. Nas redes sociais, o governador João Doria comemorou a decisão e agradeceu ao Pazuello. 

Menos de 24 horas depois, o presidente Jair Bolsonaro desautorizou a decisão do ministro Eduardo Pazuello sobre a aquisição das doses.

Logo pela manhã, em suas redes sociais, o presidente já havia exposto sua insatisfação com a repercussão das negociações referentes ao acordo mediado pelo ministro Pazuello para compra da CoronaVac. Bolsonaro recebeu várias críticas de apoiadores e alguns se disseram “traídos”.

Em resposta, disse que não compraria a “vacina chinesa de João Doria” e que o povo brasileiro não seria “cobaia”.

Poucas horas depois, durante coletiva de imprensa, o secretário-executivo do ministério, Élcio Franco, negou qualquer acordo com o governo de São Paulo e disse que o que houve foi um “protocolo de intenção” assinado com o Instituto Butantan. Élcio reforçou que o governo não comprará vacinas vindas da China.

Doria reagiu e pediu grandeza em relação à polêmica envolvendo a vacina CoronaVac e disse que a “guerra” precisa ser contra o novo coronavírus. “Aproveito para pedir ao presidente que tenha grandeza e lidere o Brasil na saúde, na retomada de empregos… A nossa guerra é contra o vírus, não na política e não um contra o outro. Devemos vencer o vírus”, postou.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

OMS diz que risco de transmissão da Covid-19 em vôos é “muito baixo”

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avião
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Estudo diz que transmissibilidade da Covid-19 em aviões é muito baixa

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o risco de disseminar a Covid-19 em vôos parece “muito baixo” desde que haja obediência aos protocolos de segurança e distanciamento social. A Organização comentou um estudo realizado pela Agência Internacional de Transporte aéreo.

“A transmissão em voo é possível, mas o risco parece ser muito baixo, dado o volume de viajantes e o número pequeno de relatos de casos. O fato de que a transmissão não é amplamente documentada na literatura publicada não significa, porém, que não acontece”, disse a OMS em um comunicado à agência Reuters.

Apesar de reconhecer que o risco não é alto, a Agência reforça que ele existe e merece atenção – diferente do que sugerem algumas empresas aéreas como a norte-americana United Airlines, que teria citado um estudo ao afirmar que o risco é “virtualmente inexistente”.

No dia 8 de outubro, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) afirmou que apenas 44 casos de transmissão em voo foram identificados entre 1,2 bilhão de viajantes neste ano. É possível que haja, porém, subnotificação dos dados.

Fonte: IG SAÚDE

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