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Horóscopo: previsão dos signos de 01 a 07 de agosto de 2022

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Horóscopo: previsão dos signos de 01 a 07 de agosto de 2022
Redação EdiCase

Horóscopo: previsão dos signos de 01 a 07 de agosto de 2022

O Sol em Leão passará alguns dias em bom aspecto com Júpiter e, neste período, poderemos sentir a energia leonina de conexão com a essência, com a alegria e com a prosperidade. Entretanto, no dia 04, o Sol entra em quadratura com Urano e em oposição a Saturno. Isso indica um período de tensões e conflitos entre a necessidade de seguir o próprio caminho e as limitações que as responsabilidades e o senso de realidade nos trazem, além de bloqueios.

Vênus inicia a semana em bom aspecto com Marte e Urano, porém, em seguida, entra em oposição a Plutão. Isso indica um período em que o medo da rejeição e do abandono se farão mais presentes. Será importante trabalhar dores e traumas de forma mais compreensiva e amorosa, acolhendo e buscando um novo significado.

Período de desafios e tensões

Mercúrio está em oposição a Saturno, o que indica desafios e bloqueios na comunicação. Será necessário dobrar a cautela na hora de se expressar e organizar melhor os pensamentos, para que sejam comunicados com clareza. A escrita pode auxiliar nesta fase.

Marte e Urano continuam em conjunção, o que indica tensão e atitudes imprevisíveis, explosivas, precipitadas e que podem gerar grandes conflitos e desentendimentos. Lembre-se que cada pessoa vai sentir essa energia de acordo com a forma como ela interage com o Mapa Astral de cada indivíduo.

ÁRIES

Você está passando por um período de maior conexão consigo e com tudo o que te torna uma pessoa única. Entretanto, tem sido também um período de desafios e, nesta semana, você lidará com situações que de alguma forma vão te ajudar a regular o ego e a ter consciência da realidade.

Ao mesmo tempo, haverá grande necessidade de mudanças e de romper com padrões de comportamento. Você precisará encontrar o equilíbrio para fazer as transformações necessárias. Tenha maturidade e comprometimento. Você poderá trazer mais movimento e organização para sua rotina, no entanto, tenha cautela com a tendência a querer fazer coisas demais e isso acabar prejudicando sua saúde e produtividade.

TOURO

Você se envolverá mais com as relações familiares e, nesta semana, poderá haver desafios com pessoas mais velhas. Poderá haver conflitos também com crenças e tradições familiares que de alguma forma não fazem mais sentido para você. Sentirá que precisa se movimentar para romper com padrões de comportamento que estão te limitando de alguma forma.

O desafio será conseguir fazer isso com maturidade e consciência , já que as dores relacionadas a sentimentos de rejeição estão mais presentes. Boa fase para olhar para o seu interior e compreender quem você realmente é. Talvez precise abrir mão de situações e até de relações que te aprisionam.

GÊMEOS

Será um período de bastante movimento no ambiente familiar, com a possibilidade de viagens para visitar parentes ou de recebê-los em sua casa. Entretanto, a tendência é que alguma situação desagradável ocorra, ou que surjam desentendimentos nesse contato. Pode ocorrer algum imprevisto em viagens, como atrasos, e isso te causar tensão e irritação.

A comunicação também poderá ser afetada, portanto, procure se expressar de forma objetiva e clara. Organize seus pensamentos e ideias antes de falar, para que todos possam te compreender corretamente. A escrita pode lhe ser de grande auxílio neste momento. Cuide bem de suas emoções, pois elas podem afetar sua saúde e produtividade.

CÂNCER

Você está em um momento de organização em sua vida financeira. Terá a oportunidade de lidar com o seu dinheiro e conquistas materiais com mais maturidade e consciência. Ao mesmo tempo, poderá gastar de forma precipitada para suprir alguma necessidade de liberdade. Tenha atenção, pois isso poderá te causar prejuízos.

Além disso, um novo ciclo se inicia e você sentirá maior necessidade de se movimentar, de conversar com pessoas novas , trocar informações e sair da rotina. Entretanto, limitações externas podem te chamar para as responsabilidades cotidianas e frear a movimentação que você gostaria, mas pode ser um bom momento para iniciar algum estudo.

LEÃO

Você poderá se sentir com menos energia nesta semana, apesar do Sol estar no seu signo. Será um momento importante para aprender a direcionar sua energia de forma consciente. Procure regular os impulsos do ego e perceber suas limitações e os limites alheios. Tenha cautela com ações bruscas e precipitadas na intenção de ter mais liberdade e de fazer o que quer. Caso contrário, isso poderá te levar a conflitos, especialmente com pessoas mais velhas.

Na vida financeira, um novo ciclo se inicia e você poderá lidar com seu dinheiro de forma mais consciente. Haverá maior oportunidade de negociação. Contudo, nesta semana, pode ser que as coisas não fluam na velocidade que você gostaria. Será o momento de organizar suas finanças com mais maturidade e responsabilidade.

VIRGEM

Você poderá se dedicar mais ao autoconhecimento nesta semana, pois perceberá suas emoções com mais consciência. Dessa forma, poderá compreender os caminhos que deseja percorrer em sua vida. E, nestes dias, poderá fazer isso de forma mais responsável. Só tenha cuidado para não exagerar na autocrítica e se cobrar demais. Lembre-se de respeitar seus limites.

Você tem passado por um período de mergulho interior e isso ficará mais evidente nesta semana. Poderá perceber com mais clareza o que está em seu inconsciente e lidar com isso com maturidade, se dedicando a caminhos que te ajudem a romper com padrões de comportamento que estão te levando à autossabotagem.

LIBRA

Ilustração do signo de Libra
Previsão da semana para o signo de Libra (Imagem: Shutterstock)

Você sentirá maior necessidade de estar em grupos, de participar de atividades que possam beneficiar a humanidade e de criar uma rede de amor e apoio. Vai querer se conectar com pessoas com ideais alinhados aos seus. Entretanto, também poderá lidar com sentimentos desagradáveis destes movimentos, especialmente o de rejeição.

Pode ser que você tenha dificuldade de se conectar profundamente com algum grupo. Será necessário ir mais profundamente em busca de compreender quais são seus ideais e propósitos. Você poderá se deparar com limitações internas e externas, mas procure não desanimar. Tente compreender este momento com maturidade e se conecte realmente com o que te motiva na vida.

ESCORPIÃO

Você poderá encerrar um período de muita dedicação à vida profissional e caminhar para um novo ciclo em que o mais importante será se alinhar com seus reais propósitos. No entanto, essa fase de transição poderá te trazer desafios relacionados à sua individualidade, a questões do seu ego e aos seus dons e talentos.

Você sentirá vontade de fazer mudanças, mas pode ser que encontre algumas limitações. Precisará ter maturidade para lidar com isso. Na vida profissional, será o momento de se harmonizar com seus contatos de trabalho e lidar com medos e inseguranças que possam surgir.

SAGITÁRIO

Você estará com a energia voltada para sua carreira e sonhos. É possível que surja o desejo de fazer as mudanças que almeja com rapidez. Porém, irá se deparar com desafios e bloqueios no caminho que te conduzirão a agir com mais cautela e responsabilidade. Tenha atenção para não permitir que suas emoções e teimosia te desviem do caminho que almeja.

Siga pela jornada que está trilhando, assim terá maior chance de reconhecimento. Procure evitar discussões com pessoas mais velhas, pois isso poderá te trazer mais desafios. Um novo ciclo se inicia em sua busca por verdades e crenças. Entretanto, nestes dias, esse caminho também irá te conectar com dores e traumas passados.

CAPRICÓRNIO

Você está passando por um período de transformações e de maior contato com o lado obscuro da sua alma. Poderá harmonizar essas dores e lidar com seus traumas de forma mais compreensiva e amorosa. Entretanto, nesta semana, o sentimento de rejeição poderá estar mais presente. Poderá lidar também com aspectos ligados à sua sexualidade. Estará mais sensível e com receio de se machucar.

Outra tendência desta semana é que você se sinta presa(o) de certa forma. Haverá necessidade de movimento, mas pode acontecer alguma situação que te limite. O desafio será lidar com maturidade com todos os desafios que surgirem. Procure acolher as suas emoções para ficar mais leve e ter mais clareza.

AQUÁRIO

Ilustração do signo de Aquário
Previsão da semana para o signo de Aquário (Imagem: Shutterstock)

Nesta semana, apesar dos seus esforços e da sua dedicação, às relações afetivas poderão passar por situações desagradáveis. Poderá haver mais cobrança e dificuldade de comunicação. Pode ser também que a relação esfrie. Será preciso lidar com as situações com muita maturidade e se dispor a regular seu ego. Evite ações impulsivas e precipitadas.

Sentimentos de rejeição e medo do abandono podem estar presentes e isso prejudicar ainda mais seu relacionamento. Portanto, procure se observar e perceber de onde estão vindo os sentimentos. Evite projetar no outro alguma ferida que possa existir em você. Evite também se relacionar com alguém apenas para suprir uma carência que você está sentido. Se dedique a cuidar das suas dores.

PEIXES

Cuide mais da sua saúde nestes dias. Evite se comprometer com muitas atividades, pois poderá precisar de mais tempo para descansar e recuperar a sua energia. Poderá sentir uma certa pressão para organizar melhor a sua rotina e deixar seu cotidiano mais produtivo. Será importante observar a tendência a se cobrar excessivamente.

Apesar da sua necessidade de mudança, é possível que as coisas não fluam da forma que você espera. Procure lidar com isso de forma madura e use essa energia e criatividade para melhorar suas ações cotidianas. Você está passando por um período de conexão com sua identidade. Porém, algumas dores do passado podem vir à tona e te lembrar de lados obscuros da sua personalidade. Será uma oportunidade de ressignificá-las com amorosidade.

Fonte: IG Mulher

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Alta no engajamento na paternidade não anula incidência de pai ausente

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Homens precisam se sentir menos responsáveis em prover materialmente e mais implicados no cuidado direto, diz antropóloga
Tatiana Syrikova/Pexels

Homens precisam se sentir menos responsáveis em prover materialmente e mais implicados no cuidado direto, diz antropóloga

A discussão sobre paternidade ativa, por vezes chamada de “nova paternidade”, tem se tornado mais presente para homens que buscam se responsabilizar pelos cuidados com os filhos de forma equilibrada com suas parceiras. Da mesma forma, alguns pais também se mostram interessados em cumprir o papel de interromper o ciclo de comportamentos sociais prejudiciais por meio da educação.

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Ao mesmo tempo que a “nova tendência” de paternidade exercida, principalmente, pelas gerações mais recentes causa ânimo, há na contramão a manutenção do mesmo sistema que contribui para a sobrecarga de tarefas para as mulheres, da perpetuação da figura do pai ausente, da violência doméstica e do abandono paternal – cujo alto índice bateu recordes em 2022.

Só no primeiro semestre deste ano, mais de 86 mil bebês brasileiros foram registrados sem o nome do pai , o maior número desde 2018. No entanto, deve-se levar em consideração as famílias nucleares em que o pai existe, mas não contribui com os cuidados básicos da criança ou do lar. Essa contradição faz parte da dinâmica do machismo estrutural na sociedade.

Marcia Thereza Couto, antropóloga e professora do departamento de medicina preventiva da Universidade de São Paulo (USP), estuda masculinidades há 20 anos. Ela aponta que, de fato, os homens passaram a buscar se envolver mais nas tarefas familiares e domésticas para se mostrarem presentes na vida dos filhos. No entanto, o perfil desses pais é muito específico e corresponde aos desejos de uma pequena parcela no Brasil.

“Essas micro mudanças estão acontecendo, principalmente, em homens de classes sociais média e alta e com escolaridade mais alta. Precisamos comemorar e estimular os avanços, mas não devemos nos deixar levar por uma ideia particular que representa o todo. A sociedade precisa de muita mudança”, afirma a antropóloga.

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Pais ausentes

Couto aponta que existe uma ausência no exercício de paternidade e de abordar o tema no processo de crescimento dos homens. Se para as mulheres esse é um papel obrigatório e de extensa preparação, para os homens é uma opção, algo facultativo.

“Não existe um diálogo sobre esse assunto em casa, na escola, no lazer ou na sociedade que traga ao homem essa dimensão e responsabilização de ser pai. Isso é ainda mais forte em lares em que se cresce sem um pai”, pontua a antropóloga.

Além de o homem ser socialmente “liberado” da paternidade e não saber lidar com ela, a antropóloga salienta que não há dificuldades na estrutura política, social e até judiciária para que essa participação plena aconteça. Isso porque os pais são condicionados apenas ao trabalho: “Nossa legislação impede o vínculo inicial de estabelecimento de reconhecer que ele não precisa só prover, mas que também deve dar o banho, cuidar da alimentação e do sono; ou seja, dos cuidados básicos mais atribuídos às mulheres”.

Para exemplificar, ela cita os cinco dias corridos de licença paternidade que são garantidos por lei, um período muito curto para participar do início da vida da criança. Dados da Catho, plataforma que conecta empresas e candidatos, apenas pouco mais de 5% das empresas oferecem aos funcionários mais tempo de licença paternidade. Além disso, 68% dos pais no Brasil não fizeram uso da licença paternidade , segundo dados da consultoria Filhos no Currículo.

“Não temos políticas públicas ou privadas de aliança de trabalho que incentivem o exercício dessa paternidade, pelo menos nesses cinco dias. Me pergunto qual associação de RH de empresa sabe que um colaborador homem não tirou a licença”, indaga a antropóloga, emendando que essa é uma das razões pelas quais o homem passa a engajar mais na criação dos filhos a partir dos dois anos.

Em lares onde o homem é o único provedor material, há menos tempo de engajamento nos cuidados básicos do filho. “Esse contato é restringido por jornadas de trabalho extensas, cumpridas em situações degradantes. Por isso, esse homem vai realmente acreditar que a sua função de pai está em garantir a materialidade àquela criança, excluindo-o do cuidado e de outras atividades”.

Sobrecarga em mulheres

Sociedade naturaliza cuidados principais para as mães e função de provedor para os pais, o que amplifica as desigualdades de gênero
Pexels/nappy

Sociedade naturaliza cuidados principais para as mães e função de provedor para os pais, o que amplifica as desigualdades de gênero

Por outro lado, a estrutura patriarcal reforça para as mulheres, ao longo de toda a vida, que elas serão as principais responsáveis pelos cuidados básicos e pelo engajamento emocional dos filhos. Para o homem, é empurrada a responsabilidade financeira.

Adriana Drulla, mestre em psicologia positiva e especialista em parentalidade consciente, aponta que esse arranjo social causa desgaste físico e emocional intenso. Drulla alerta que essa sobrecarga resulta em altos índices de Síndrome de Burnout Materno. “Essa mulher assume muitos papéis e muitas obrigações e isso, obviamente, acaba prejudicando a saúde mental e a capacidade dela de cuidar de si mesma ou mesmo de outro ser humano, como o próprio filho”, salienta a especialista.

Por serem impostas desde a infância para o papel dos cuidados, essas mulheres sentem que não são permitidas a errar ou pedir ajuda, por exemplo. Isso resulta na sensação de “não dar conta”. Segundo o Instituto On The Go, só no Brasil, 51% das mães afirmam sentir culpa na maternidade por não conseguirem atingir a perfeição esperada delas.

“Se pensa que a mulher é naturalmente mãe ou que é uma tarefa intuitiva. Essa crença é uma das razões pelas quais as mulheres sofrem tanto, por exemplo, de depressão pós-parto. Elas se sentem inadequadas por acreditarem que precisam nascer sabendo, o que é uma grande ilusão”, afirma.

Uma nova paternidade

A pesquisa “Retrato da Paternidade no Brasil”, divulgada no último mês pela Grimpa e feita sob encomenda do Grupo Boticário, mede o impacto que os pais têm na educação infantil. Os dados priorizam pais de 25 a 55 anos com filhos de 5 a 15 anos, de classes sociais ABC.

O levantamento aponta que 90% deste grupo sentem a necessidade de ter cuidados diários quanto à educação e que devem ser compartilhados igualmente entre os responsáveis. Além disso, 56% deles querem ser um exemplo positivo para os filhos. Esse desejo impactou, por exemplo, no desejo de perpetuar a equidade de gênero e o respeito às diversidade.

Como exemplo, houve uma redução de 50% no uso da frase “seja homem” e de 36% quando se trata dos dizeres “menino não chora” – o que pode encorajar a liberdade dos filhos de expressarem os próprios sentimentos. Por fim, 69% relatam que explicam aos filhos que as diferenças sociais entre homens e mulheres existem e que é necessário minimizá-las.

“Nessa medida, há uma preocupação e um cuidado com as próprias atitudes, pois os pais se auto percebem como inspiração e influência no comportamento dos filhos, bem como na formação dos seus valores”, afirma Marisa Camargo, diretora de pesquisa da Grimpa. “O ganho disso é incomensurável. Há menos exigência de comportamentos dentro de padrões e a valorização de cada ser humano como indivíduo, com a possibilidade de expressar integralmente suas potencialidades independentemente de gênero, raça, sexualidade etc.”, acrescenta.

Camargo salienta que criar espaços de discursos e de atitudes que buscam impedir a perpetuação de conceitos antigos, bem como a abertura de espaço para que os filhos questionem e falem o que pensam, são atitudes que podem fazer a diferença e impactar na diminuição da desigualdade de gênero, por exemplo.

“As mudanças implicam em um esforço conjunto, em que os pais podem assumir um papel de agente transformadores. Ter uma postura criteriosa e questionadora sobre as próprias ações é fundamental para minimizar as diferenças que ainda perduram. Essa transformação está em expansão, mas há muito a ser conquistado”, salienta.

Do ponto de vista das relações cotidianas, Camargo aponta que os pais devem sair da posição de coadjuvante para serem protagonistas. “Compartilhar experiências, pensamentos, emoções e sua subjetividade são mudanças de atitude, uma transformação de postura, em que todos saem ganhando.”.

No entanto, Couto afirma que também é preciso que haja mudanças não apenas subjetivas, mas estruturais, como as mudanças de políticas de instituições públicas e privadas e da forma como se enxerga a paternidade – principalmente, deixando de acreditar que prover financeiramente é o sinal prioritário da participação.

“A estrutura patriarcal ainda precisa ser muito debatida para que esses homens possam se sentir menos culpados a prover materialmente e mais implicados no cuidado direto – algo que eles precisam aprender com as mulheres”, finaliza a antropóloga.

Fonte: IG Mulher

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Ane Macedo: pais são essenciais no desenvolvimento dos filhos

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Pais são essenciais para o crescimento e desenvolvimento de seus filhos
Pixabay

Pais são essenciais para o crescimento e desenvolvimento de seus filhos

O Dia dos Pais é um dos momentos de mais movimentação nas lojas. Contudo, o principal do dia é a comemoração da relação entre pais e seus filhos. Essa relação tem muita importância na vida de qualquer um, segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), cerca de 56,9 mil crianças nasceram neste ano sem que tivessem o nome de um pai registrado em suas certidões de nascimento, o número é um recorde histórico.

O número assusta, não apenas pelo número de mães que vão criar seus filhos sozinhas, mas também pelo efeito que a ausência de uma figura paterna terá nessas crianças, uma vez que a presença de um pai é importante para o emocional e psicológico do ser humano.

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A relação com a mãe, para muitos especialistas, é considerada essencial para o desenvolvimento de uma criança. No entanto, as relações paternas também são um elemento importante na criação de uma criança. A relação com o pai tem diversos benefícios sociais. A presença paterna atuante influencia a vida do filho. Estudiosos do assunto reforçam a necessidade do envolvimento do pai, pois construir e alimentar um bom relacionamento entre pai e filho faz muito bem para a criança e também para o adulto.

Os deveres de ser pai

O dever de um pai é estar presente na vida do filho, criar uma relação de confiança e disponibilidade, estando lá para ajudar, sempre que possível. A criança pode ser impactada tanto positivamente quanto negativamente de acordo com a relação que tem com os pais. Quanto mais próxima e baseada na confiança e respeito for essa relação é melhor. Dessa forma a criança aprende mais rápido a ter autoconfiança, respeito por si e pelos outros, e entende melhor seu papel na sociedade.

Para a criança, o pai deve ser visto como um lugar seguro para desabafar, conversar ou pedir ajuda sem ser julgado. Conversar, fazer elogios, refletir sobre os erros, partilhar interesses comuns, transmitir conhecimentos, são algumas atitudes que devem estar presente na relação pai e filho. É importante entendermos que, depois do nascimento, a criança precisa dos pais para ter apoio emocional e psicológico, o que perdurará por toda a sua vida.

Benefícios da paternidade 

Alguns pais têm dificuldade em se relacionar com seus filhos, muitas vezes sentem que os filhos estão distantes e acabam perdendo parte do crescimento do filho, porém é importante buscar estar presente. É importante o pai amar seu filho e deixá-lo saber disso em qualquer situação. Aceitar as particularidades de cada um e conversar bastante. Desenvolver uma rotina e compartilhar hobby também é uma excelente opção para criar uma conexão ainda mais forte.

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Logo, a relação com o pai tem muita importância no crescimento de uma criança, ensinando e dando exemplo para o filho, além de criar memórias que duram para o resto da vida. Um bom relacionamento entre pais e filhos, portanto, é fundamental para a criança crescer com segurança, confiança e autonomia. Dessa maneira, ela aprende a ter respeito ao próximo e a identificar o que realmente importa. Além disso, a relação familiar vai influenciar diretamente os valores das próximas gerações.

Fonte: IG Mulher

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