conecte-se conosco


Carros e Motos

Honda lança primeiro carro autônomo de nível 3 no Japão

Publicado


source
Honda Legend 2022 representa mais um avanço quando o assunto é carro autônomo no mercado global
Divulgação

Honda Legend 2022 representa mais um avanço quando o assunto é carro autônomo no mercado global


A Honda apresenta no Japão o primeiro sistema de direção autônoma de nível 3 do mundo. O equipamento faz a sua estreia no sedã de luxo Legend, atualmente o modelo de topo da marca no país asiático.


A função recebeu o nome de Traffic Jam Pilot é faz parte do pacote de equipamentos tecnológicos Honda Sensing Elite. Enquanto os autônomos de nível 2 exigem que o motorista se mantenha sempre atento ao volante, no nível 3 o carro já é capaz de dispensar o motorista em condição de tráfego lento em vias expressas, permitindo que o condutor assista até um filme na tela da central multimídia.

Você viu?

Em caso de necessidade, o veículo pode solicitar a retomada do controle de direção pelo motorista. Mas caso ele não reaja, o próprio Traffic Jam Pilot é capaz de desacelerar o automóvel e fazer as mudanças de faixa até a parada do carro no acostamento, como pode ser visto no vídeo abaixo.


Para conseguir comercializar a tecnologia, a Honda teve que obter uma autorização especial do Ministério Japonês de Terras, Infraestrutura, Transporte e Turismo, que exigiu a instalação no veículo de uma espécie de caixa preta para gravar dados do sistema autônomo nos últimos seis meses — incluindo se o motorista falhou em reagir a um alerta de retomada de comando — e a colocação de um adesivo indicativo na traseira do veículo.

Para operar, o Traffic Jam Pilot utiliza dados coletados pelo sistema de navegação via satélite e mapas tridimensionais de alta definição, além de uma rede de sensores que monitoram os arredores do veículo em um ângulo de 360°, enquanto uma câmera monitora as condições do condutor.

A tecnologia passou por uma bateria de testes de aproximadamente 1,3 milhão de quilômetros e é baseada em redundância, permitindo que a sua operação siga mesmo com defeito em um dos componentes.

A Honda foi a única montadora a insistir no sistema autônomo de nível 3. Outros fabricantes que haviam anunciado o desenvolvimento deste tipo de tecnologia, como a Audi, decidiram pular esta etapa e ir diretamente para o desenvolvimento de sistemas autônomos de nível 4, que diferente do equipamento presente no sedã Legend vão permitir que o motorista esqueça da direção também em condições de tráfego normal.

Fonte: IG CARROS

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Carros e Motos

Veja 5 parentes do Chevrolet Opala que nunca tivemos no Brasil

Publicado


source

Primeiro carro de passeio produzido pela Chevrolet no Brasil, o Opala foi lançado em 1968 e seguia a tradição dos utilitários da filial brasileira da marca americana, sendo um produto único no mundo e produzido apenas na fábrica de São Caetano do Sul (SP), basicamente para atender à demanda do mercado local.


Mas apesar de ser uma jabuticaba automotiva — afora uns poucos exemplares exportados, quase a totalidade da produção foi vendida no Brasil — o Chevrolet Opala era um carro mais internacional do que se pensa. Usava a carroceria modificada e boa parte do conjunto mecânico do alemão Opel Rekord C, mas combinado aos motores de 4 e 6 cilindros da linha americana.

Por aqui, ficaria em linha até 1992, quando foi substituído pelo Chevrolet Omega e pela station Suprema, tendo sido oferecido nas carrocerias sedã de quatro portas, cupê e station wagon de duas portas (Caravan). Mas além das opções de carroceria adicionais do Rekord C que nunca foram empregadas no carro brasileiro, a General Motors chegou a repetir a fórmula do Opala em outros mercados. Confira a seguir os 5 parentes que nunca chegaram ao Brasil.

1 – Opel Rekord Taxi

Opel Rekord Taxi: vinha com distância entre-eixos alongada em 29 centímetros em relação às demais versões do sedã
Divulgação

Opel Rekord Taxi: vinha com distância entre-eixos alongada em 29 centímetros em relação às demais versões do sedã


Aqui e na Alemanha, o Rekord/Opala foi bastante utilizado como veículo de serviço, tendo sido empregado nas frotas de forças de segurança e órgãos públicos.

Mas nunca tivemos no Brasil uma variação desenvolvida especificamente para uso como táxi, como o Rekord Taxi europeu, que tinha entre-eixos alongado em 29 cm e trazia uma divisão entre a cabine de passageiros e o motorista.

Diferente do Opala, com seus motores 2.5 de quatro cilindros e 3.8 e 4.1 de seis cilindros, o carro alemão tinha uma linha de motores com opções que iam de um 1.5 de quatro cilindros e 58 cv a um 2.2 de seis cilindros e 95 cv.

2 – Rekord C Sedan 2 portas

Opel Rekord Sedan 2 portas: sabiamente, a GM resolveu trazer o Opala cupê ao Brasil, com desenho mais harmônico
Divulgação

Opel Rekord Sedan 2 portas: sabiamente, a GM resolveu trazer o Opala cupê ao Brasil, com desenho mais harmônico


Embora os carros de duas portas fossem a opção preferida das famílias brasileiras até os anos 1990, a Chevrolet tinha como opção de duas portas do Opala apenas a bela carroceria cupê.

Você viu?

Já na Alemanha, o Rekord tinha uma carroceria sedã de duas portas, que mantinha a coluna central da carroceria e repetia a caída do teto do modelo de quatro portas.

3 – Rekord Caravan 4 portas

Opel Rekord Caravan: no Brasil, a Caravan foi vendida apenas com duas portas até sair de linha, em 1992
Divulgação

Opel Rekord Caravan: no Brasil, a Caravan foi vendida apenas com duas portas até sair de linha, em 1992


O Chevrolet Caravan era o equivalente brasileiro ao Rekord Caravan alemão. Apesar de ter sido lançada no Brasil apenas em 1975, a perua repetia exatamente a mesma fórmula do sedã e do cupê, aproveitando boa parte da carroceria do carro alemão feito entre 1966 e 1971.

Mas além da opção de duas portas, os alemães tiveram também uma variação de quatro portas. Curiosamente, se tivesse sido lançada aqui, seria a única station de quatro portas produzida em série no Brasil até o surgimento da Volkswagen Quantum, em 1985.

4 – Opel Commodore GS/E

Opel Commodore GS/E: versão esportiva vem com faróis auxiliares de milha e faixas decorativas na carroceria
Divulgação

Opel Commodore GS/E: versão esportiva vem com faróis auxiliares de milha e faixas decorativas na carroceria


No Brasil, tivemos o Comodoro como uma opção mais luxuosa do Opala nos anos 1970. Na Alemanha o seu equivalente na linha Opel era o Commodore.

Mas além das variações de luxo, com acabamento mais sofisticado e motores mais potentes do que os do Rekord, a linha Commodore contava ainda com a sofisticada versão esportiva GS/E, dotada de um motor 2.5 de seis cilindros equipado com injeção Bosch D-Jetronic, que desenvolvia 150 cv e levava o carro a 197 km/h.

5 – Ranger

Divulgação

“GM” Ranger não tem nada a ver com a Ford. Trata-se do sedã que GM chegou a vender na África do Sul


No mesmo ano em que lançou o Opala no Brasil, a General Motors lançou o Ranger na África do Sul. Era o único modelo de uma divisão de mesmo nome, lançada especificamente para o país africano.

O Ranger usava a carroceria do Opel Rekord C, combinada com a dianteira e alguns componentes do inglês Vauxhall Victor e os motores 2.1 e 2.5 de quatro cilindros, que assim como os do Chevrolet Opala tinham projeto americano. O modelo durou até 1973, quando a GM optou por produzir localmente o Rekord D.

Fonte: IG CARROS

Continue lendo

Carros e Motos

Como é guiar um Corolla de corrida ao lado de  ex-pilotos de F1 e Indy

Publicado


source
Toyota Corolla de Stock Car do piloto Bruno Baptista com novos patrocinadores na pintura renovada
Divulgação

Toyota Corolla de Stock Car do piloto Bruno Baptista com novos patrocinadores na pintura renovada

Colega e leitor da minha coluna, agora eu quero dividir com você a felicidade que estou sentindo por passar a ter mais dois novos patrocinadores para me apoiar na difícil luta por mais conquistas no disputado Campeonato Brasileiro de Stock Car 2021, que começa no próximo dia 25 de abril, no Autódromo Internacional de Goiânia.

No ano passado, naquela pista, eu subi no pódio ao lado do vencedor Rubens Barrichello e do segundo colocado, Nelson Piquet Júnior , chegando em terceiro depois de largar dos boxes e começar a corrida no 24º e último lugar. É verdade! Foi emocionante.

Assim, além de contar novamente com os apoios de 2020 da Loctite, Hero, Pro Automotive, NGK do Brasil e Volt, o meu Toyota Corolla número 44 da Stock Car ficou novamente com um visual também atraente com a entrada da XP Private como o meu principal patrocinador e da Oakberry entre as empresas que fazem parte da boa estrutura financeira que tenho atualmente na categoria.

Depois de ver aqui algumas fotos ilustrativas dele e de outra feita recentemente na própria oficina da equipe RCM Motorsports , em Curitiba, onde está sendo cuidadosamente preparado para a corrida, em Goiânia, se tiver tempo, me diga, aqui no iG Carros, ou pelo meu Instagram @Brubap, o que você achou do seu novo layout. Sou suspeito, é claro, porém acredito que vai ser um dos mais bonitos entre os 30 carros que largarão na 1ª e 2ª provas de abertura da temporada.

Como é competir com ex-pilotos de F1 e Indy

Chevrolet Cruze de Rubens Barrichello, um dos experientes e renomados pilotos que disputam  com Bruno Baptista
Divulgação

Chevrolet Cruze de Rubens Barrichello, um dos experientes e renomados pilotos que disputam com Bruno Baptista

Para quem começou com um “paitrocinador” apoiando no kart e nas minhas primeiras corridas de monopostos até na Europa, agora sinto muito orgulho por ter conquistado o apoio de todas essas empresas, como a própria Hero que foi o meu primeiro patrocínio na Stock, ao me contratar para a sua equipe, em 2018, para ser companheiro do campeão mundial de Fórmula E , Lucas Di Grassi . Com ele, aprendi muito no meu primeiro ano.

No ano seguinte, já dividi a equipe RCM Motorsports com o campeão da Stock de 2010, o Max Wilson , atual comentarista de Fórmula 1 e da própria Stock pela Band TV, com quem também assimilei boas dicas e até obtive resultados mais expressivos por conseguir minha primeira vitória na categoria.

Em 2020, fui parceiro do ex-piloto de F1, Ricardo Zonta , que pela sua competitividade direta comigo na equipe RCM me fez ser um dos pilotos mais rápidos de toda a categoria. Com este arrojo, conquistei até uma pole seguida de vitória em Cascavel, no Paraná. Pode pesquisar que foram poucos pilotos que conseguiram essa façanha no ano passado, lembrando que a primeira corrida depois do treino oficial é que dá mais pontos no campeonato.

Bruno Baptista dentro do cockpit do seu Toyota Corlolla de Stock Car, número 44, de olho nos experientes rivais
Divulgação

Bruno Baptista dentro do cockpit do seu Toyota Corlolla de Stock Car, número 44, de olho nos experientes rivais

Agora, na minha quarta temporada, acredito que chegou a hora de mostrar tudo que assimilei com eles e pilotos de elevado nível técnico de outras equipes. Sei que jamais um corredor deixa de aprender com os demais em toda a sua carreira. Mas adianto que estou na minha melhor fase, até de cabeça, para ter um nível de resultados ainda mais significativo nessa principal categoria do automobilismo brasileiro.

Você viu?

Quem me conhece mais de perto, sabe que não sou e nunca fui presunçoso, mas depois vencer uma corrida em 2019 e ser o piloto mais jovem a fazer uma pole seguida de vitória na última temporada, em Cascavel (PR), confesso que nunca entrei numa disputa de campeonato tão otimista como estou neste momento. E adianto que respeito, mas não tenho medo de nomes famosos que estão sendo muito destacados por já terem corrido na Fórmula 1 e na Fórmula Indy .

De fato, essa temporada da Stock está ainda mais recheada de pilotos que fizeram uma importante carreira no exterior, como os ex-pilotos de Fórmula 1 Rubens Barrichello , Nelson Piquet Júnior, Ricardo Zonta e, agora, Felipe Massa . Além, é claro, de Tony Kanaan , vencedor das 5 00 Milhas de Indianápolis de 2013 e campeão da Fórmula Indy, em 2014.

Confesso que quando entrei na categoria, em 2018 e nos outros dois anos, mesmo vencendo uma prova em 2019, eu não tinha essa confiança atual. Passei a ter logo após a minha primeira pole e vitória de Cascavel . Tanto que tive chances de vencer ou subir no pódio em praticamente três corridas seguintes, mas não controlei com total eficiência meu arrojo e perdi dois pódios que estavam nas minhas mãos. Provavelmente um Barrichello , ou qualquer um dos demais pilotos antes citados poderiam ter feito dois pódios arriscando menos do que eu.

GT Word Challenge e Endurance Cup

Mercedes AMG-GT é o carro que Bruno Baptista vai disputar as provas de longa duração na Europa
Divulgação

Mercedes AMG-GT é o carro que Bruno Baptista vai disputar as provas de longa duração na Europa


Se por um lado estou muito contente e confiante em fazer a minha 4ª temporada consecutiva na Stock, por outro fiquei chateado porque não poderei mais disputar também neste ano, o Fanatec GT World Challenge Europe Endurance Cup (antigo Blancpain GT Series), como já tinha anunciado aqui.

O motivo é que por causa da pandemia e a atual situação do nosso país, nós brasileiros praticamente não estamos conseguindo entrar na maioria dos locais onde serão realizadas as competições.

Dessa forma, depois de ter assinado o contrato com a equipe alemã Get Speed Performance, onde correria no importante campeonato de resistência com um Mercedes-AMG GT3 , eu e a equipe achamos mais viável esperar melhorar a situação pandêmica mundial.

Mas tentarei fazer, pelo menos, duas provas de GT3 na Europa ainda este ano. Peço desculpas para você por ter feito uma coluna especialmente contando tudo sobre esse novo sonho meu que seria realizado e, infelizmente, não foi. Tô naquela de quem não é o maior, tem que ser o melhor. Entre nessa comigo e torça com ou sem o Fan Push. Tamo sempre junto!

Fonte: IG CARROS

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana