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Política MT

Homologada candidata ao Senado, Natasha fala em apoio a Mendes e diz concordar com palanque misto

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A médica Natasha Slhessarenko (PSB), homologada candidata ao Senado nas eleições deste ano em convenção pelo partido neste sábado (30), no Hotel Fazenda, afirmou que a tendência do seu partido é estar liberado para apoiar a candidatura do governador Mauro Mendes (União Brasil), à reeleição. Ela adiantou ainda que espera a decisão do governador Mauro Mendes sobre a questão de palanque aberto para o Senado, e que já discute a formação das suas duas suplências.

“A princípio o PSB de Mato Grosso vai estar liberado para apoiar o governador Mauro Mendes, para poder trabalhar e caminhar juntos nessa campanha. Eu quero ser e eu vou ser a senadora de todos os mato-grossenses. Não vou ser uma senadora de um ou de outro segmento. Eu quero ser a senadora de todos os mato-grossenses”, disse

“Há uma tendência, se permanecer o palanque aberto com o governador Mauro Mendes, o PSB sai de chapa pura, porque daí nós fazemos coligação com o União Brasil. Se mudar alguma coisa até o dia 5, nós vamos conversar com os outros partidos, estamos conversando com o solidariedade, com o PDT, o PSDB, enfim, com vários partidos que podem agregar como suplentes na chapa da Natasha”, afirmou à imprensa o deputado estadual Max Russi, presidente do partido no Estado, durante convenção da agremiação no Hotel Fazenda Mato Grosso.

“É uma tendência, mas nós temos prazo até o dia 5 para fechamento total”, disse, argumentando que a ata do partido vai ficar em aberto até o prazo final das convenções partidárias. “Natasha chegou chegando, é uma mulher, que representa muito bem o partido, é uma servidora pública de respeito, professora da Universidade Federal de Mato Grosso, é do PSB e estamos conversando com vários partidos para poder agregar na sua chapa. Tenho certeza que ela terá sucesso nessa eleição. O partido está apostando todas as fichas nela”.

“Nós temos bons quadros no PSB, de Norte a Sul de Mato Grosso, na Baixada Cuiabana, e vamos estar compondo todos os nomes até o dia 5”, arrematou Max Russi sobre a definição dos suplentes caso prevaleça a tese de palanque aberto, o que vai exigir chapa pura do PSB ao Senado da República.

Para a eleição de Presidente da República, uma vez que o PSB está na federação com o PT, segundo Russi, o partido em Mato Grosso vai seguir a orientação nacional. “Vai seguir a orientação nacional, já houve esse encaminhamento definido em convenção nacional”.

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Médica diz que pedirá votos para Mauro, mas descarta apoio a Wellington ou Neri: “Eles não me representam”

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Fora da disputa ao Senado, Natasha Slhessarenko ainda revelou voto na chapa Lula-Alckim para a presidência

Após anunciar o recuo da disputa ao Senado, a médica e professora universitária Natasha Slhessarenko (PSB) confirmou que vai pedir votos para o governador Mauro Mendes (UB), candidato majoritário escolhido pelo PSB para compor aliança, e para a chapa presidencial Lula/Alckmin, visto que o vice pertence à sigla. Ao ser questionada, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (8), como se posicionaria para o Senado, Natasha foi enfática ao dizer que nenhum dos candidatos colocados a representam. Diante disso, não fará campanha para Wellington Fagundes (PL), que integra o grupo liderado por Mauro Mendes.

“Para senador, não voto em nenhum, porque nenhum deles me representa”, disparou. “Eu não sou mais candidata e isso me dói muito. Minha maior tristeza é dia 2 de outubro o eleitor ter que escolher entre os que estão aí. Queria estar lá para disputar, para ser um nome diferente, uma opção para a população”, completou.

Natasha explicou que não declarou apoio à chapa Lula/Alckmin antes porque estava sentindo o comportamento da federação em Mato Grosso. “Eu precisava sentir um pouco daqui. Nunca consegui ter aproximação com a federação, apesar de ter tentado, ter conversado com várias pessoas do PT, do PV, na tentativa de estar próxima da federação, dentro da lógica de estar mais alinhada à nacional, mas isso nunca foi possível. É tão duro você enquanto candidata abraçar sem ser abraçada. Por que eu iria assumir se eu não seria a candidata dele?”, argumentou.

A médica afirmou que esperava ter sido a escolhida para ser a majoritária da federação em Mato Grosso, levando em consideração a lógica, uma vez que nacionalmente o PSB caminha com a federação.  “Só que dentro da política a lógica não é uma premissa”, asseverou.

Apesar de ter musculatura para disputar uma vaga proporcional, seja ela para a Assembleia Legislativa ou Câmara Federal, Natasha ponderou que seria desleal com todos os pré-candidatos e pré-candidatas com quem esteve no decorrer da pré-campanha. Por isso, decidiu não disputar qualquer cargo nas eleições deste ano.

O presidente estadual do PSB, deputado Max Russi, acentuou que a candidatura de Natasha fortaleceria o partido, mas entende o posicionamento da médica. “É da minha essência. Eu tinha combinado com todas as pessoas na pré-campanha. Eu entrei na casa delas, falei com familiares, amigos. Seria desleal e antiético. Para mim não é demérito algum, daqui a dois anos posso sair vereadora, mas a questão é o compromisso. Tenho valores arraigados. Eu fui dentro da casa das pessoas, me apresentei. De repente vou retroceder e concorrer com aquela pessoa que estava ali”, explicou.

Já para disputar a federal, Natasha teria que retirar a sua mãe da chapa, a ex-senadora Serys Slhessarenko, possibilidade fora de cogitação, uma vez que Serys atendeu a uma convocação do partido.

 

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Deputado federal Dr. Leonardo critica planos de saúde e defende derrubada do rol taxativo

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Em entrevista concedida ao jornalista Carlos Alexandre de Souza, editor de política do jornal Correio Braziliense, o deputado federal Dr. Leonardo (Republicanos) falou sobre a luta para a derrubada, na Câmara Federal, do chamado Rol Taxativo.
A matéria passou pela Câmara e agora vai para a análise do Senado. Caso seja novamente aprovada, a medida irá beneficiar muitas famílias brasileiras que lutam para que determinados tratamentos médicos, para doenças raras ou graves, sejam plenamente atendidos pelos planos de saúde.
Médico de profissão e pai de um filho autista, o deputado Dr. Leonardo acompanha de perto o drama das famílias brasileiras, que ficaram consternadas com a recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que liberou os planos de saúde da obrigatoriedade de cobrirem alguns tipos de tratamentos ou medicações.
“Isso é um absurdo! Até porque o rol taxativo mata”, declarou o deputado Dr. Leonardo, que é o coordenador da Bancada Federal de Mato Grosso. Ele destacou a luta das famílias contra os planos que se recusaram a cobrir o tratamento de doenças que não estão na lista oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
“Houve uma movimentação muito grande dos pais e mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o meu filho é autista também, porque os planos passaram a se recusar principalmente algumas terapias, porque é multifatorial este tipo de tratamento”, explicou o deputado.
“Queremos a derrubada do rol taxativo que foi aprovado pelo STJ, e defendemos o rol exemplificativo que garantirá sempre o melhor tratamento para o paciente”, disse o deputado, ressaltando que a decisão do Congresso poderá possibilitar a continuidade de tratamentos de saúde que poderiam ser excluídos da cobertura dos planos particulares.

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