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Homens armados atacam hotel de luxo no Paquistão e deixam ao menos um morto

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Fachada Hotel
Reprodução/Internet

Hotel Continental Pearl foi atacado neste sábado no Paquistão

Pelo menos uma pessoa morreu após três homens abrirem fogo em um hotel cinco estrelas na cidade portuária de Gwadar, no Paquistão — centro de um projeto de infraestrutura bilionário da China, informou o Exército neste sábado.

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Os atiradores mataram um segurança na entrada do hotel. Os hóspedes foram retirados em segurança, segundo um porta-voz dos militares do Paquistão
.

“Forças de segurança isolaram o perímetro. Hóspedes retirados em segurança. Terroristas cercados pelas forças de segurança na escadaria que leva ao último andar. Operação Liberação está em curso”, afirmou um porta-voz dos militares.

Mais cedo, o ministro provincial Ziaullah Langu disse à AFP que quatro homens haviam “aberto fogo” contra o hotel. “Há registros de algumas pessoas com ferimentos leves”, informou.

O Exército
de Libertação do Baluchistão, um grupo extremista que luta por mais autonomia da região do Baluchistão, no sudoeste paquistanês, reivindicou a autoria do ataque.

O Pearl Continental é o único hotel de luxo em Gwadar, que era uma vila de pescadores, mas agora recebe delegações empresariais do Paquistão ou estrangeiras, bem como diplomatas, quando visitam a cidade.

Ele fica isolado em um ponto alto, com vista para o porto de Gwadar, que é o principal projeto do Corredor Econômico China-Paquistão. O gigantesco projeto de infraestrutura visa a conectar a província chinesa ocidental de Xinjiang a Gwadar, no Mar da Arábia.

Há três semanas, um grupo separatista armado reivindicou a responsabilidade por um ataque às forças de segurança e navais no Balochistão, na província de Gwadar
, que matou 14 pessoas.

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Navio naufragado no Rio em 1913 é visto em praia com água cristalina

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Navio naufragiu em 1913
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Navio naufragiu em 1913

A massa de ar quente que atingiu o Rio de Janeiro na última semana não trouxe ao estado apenas um calor escaldante, mas revelou também um navio naufragado há mais de um século. Com o mar cristalino, a praia da Reserva deixou à mostra o casco de um navio cargueiro que naufragou.

As imagens da embarcação afundada foram feitas por um helicóptero da TV Globo, quando sobrevoava a zona oeste da cidade. O cargueiro Workman era um navio a vapor e encalhou em 1913 na região. Toda a carga que estava a bordo acabou retirada pela Martinha e, tempos depois, a embarcação naufragou durante uma tempestade.

Um dos pontos mais evidentes nas imagens é a caldeira, ponto bastante usado por mergulhadores que visitam com frequência a região e fazem expedições nos restos do navio, que já havia sido avistado em 2014.

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Caso Henry: advogado de Jairinho abandona o processo

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 Braz Sant’Anna alegou que a saída do caso se deu por questões de foro íntimo e informou que irá aguardar que a família de Jairinho constitua um novo nome para atuar no processo.
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Braz Sant’Anna alegou que a saída do caso se deu por questões de foro íntimo e informou que irá aguardar que a família de Jairinho constitua um novo nome para atuar no processo.

O advogado Braz Sant’Anna, que defende Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, no processo que ele responde com a ex-namorada, Monique Medeiros da Costa e Silva, por torturar e matar Henry Borel Medeiros, renunciou ao mandato. A saída do advogado ocorre uma semana após a professora afirmar ter sido ameaçada pela também advogada Flávia Fróes, contratada pela família do médico e ex-vereador para fazer uma investigação paralela do caso. Ela a visitou no Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, Zona Norte, e a teria obrigado a assumir a culpa pelos crimes e dito que ela seria transferida ou seria “pega” na cadeia.

Ao Globo, Braz Sant’Anna alegou que a saída do caso se deu por questões de foro íntimo e informou que irá aguardar que a família de Jairinho constitua um novo nome para atuar no processo. Ele o defendia desde a prisão do casal, pelo delegado Henrique Damasceno, titular da 16a DP (Barra da Tijuca) e responsável pelo inquérito, em 8 de abril do ano passado. O advogado acompanhou o início da instrução do processo, que incluiu as audiências nas quais foram ouvidas as testemunhas de defesa e de acusação.

Na última semana, Braz Sant’Anna chegou a divulgar uma nota de repúdio pela suposta interferência de Flávia Fróes no processo. “Na condição de advogados regularmente constituídos para a defesa de Jairo Souza Santos Junior nos autos dos processos criminais em trâmite na Justiça do Estado do Rio de Janeiro, diante dos fatos veiculados pela imprensa, manifestamos a nossa indignação acerca da conduta praticada pela advogada Flávia Froes que, para além de antiética, caracteriza, em tese, deplorável prática delituosa”, dizia o comunicado.

“Esclarecemos que, em razão de episódio anterior, já havíamos apresentado representação em seu desfavor perante a Ordem dos Advogados do Brasil e, a despeito de todo o ocorrido, continuamos confiantes de que Jairinho não teve qualquer participação nos fatos narrados pela defesa de Monique e certos de que tudo será devidamente apurado e esclarecido”, escreveu.

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Em petições a juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri, os advogados Hugo Novais e Thiago Minagé, que defendem Monique, alegaram falta de segurança no Instituto Penal Santo Expedito, no Complexo Penitenciário de Gericinó, e, por isso, pediram a conversão da prisão preventiva dela em domiciliar. Eles contaram ter flagrado um advogado no parlatório da unidade prisional repassando informações sobre a outra detenta, que seria ligada a Flávia Fróes.

Em outro documento, também enviado a magistrada, Flávia Fróes disse que esteve com Monique no Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, para entrevista-la sobre o histórico médico anterior de Henry e conta-la sobre o que produzira acerca das provas periciais feitas a partir de pareceres elaborados por legistas e peritos contratados. Ela se apresentou como uma advogada com experiência de mais de 25 anos, “sendo reconhecida nacionalmente, e também internacionalmente, por sua expertise em processos de competência do tribunal do júri” e negou ter feito ameaças a professora.

“Os advogados que fizeram as imputações falsas a esta advogada irão responder, na forma da lei, com todas as garantias legais, em juízo criminal pelos crimes que de forma atestada cometeram, calúnia chapada, já tendo sido protocolizada no juízo competente a queixa-crime”, escreveu.

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