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Saúde

Homem reclama de dor de ouvido e descobre família de baratas no local

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Médicos do Hospital Sanh, na província de Guangdong, na China, ficaram chocados ao descobrir que a dor de ouvido de um homem era causada por conta de baratas que viviam em seu canal auditivo. O paciente, de 24 anos, identificado apenas como Sr. Lv, foi internado em outubro após se queixar de uma “dor aguda” no ouvido direito.

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O homem passou a sentir dores no ouvido direito e, logo descobriu, descobriu uma família de baratas no local

“Ele disse que doía muito, como se algo estivesse arranhando ou rastejando por dentro”, diz o Dr. Zhong Yijin à rede de televião AsiaWire , segundo o New York Post . Lv também contou que um familiar chegou a usar uma lanterna para ver se havia algo de errado em seu ouvido e teria visto um grande inseto.

O médico confirmou as suspeitas do homem ao ver uma ninhada de baratas lá dentro. “Descobri mais de 10 bebês de baratas lá dentro”, diz Yijin. 

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O vice-chefe de Otorrinolaringologia do Hospital Sanhe, Dr. Jiang Tengxiang, informou à imprensa local  que Lv o paciente tinha o hábito de deixar lanches perto de sua cama enquanto dormia. Isso, provavelmente, levou os intrusos a usarem seu ouvido como uma “câmara de incubação” improvisada.

Com ajuda de uma pinça, os médicos conseguiram extrair a mãe e os bebês, um por um. Apesar da experiência desagradável, a situação do homem poderia ser pior. Isso porque, segundo especialistas, a caixa de ovo da barata alemã, a blattella germanica, normalmente contém de 30 a 40 ovos. 

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O paciente em questão teve apenas ferimentos leves no ouvido e recebeu alta no mesmo dia. Para evitar situações parecidas, Tengxiang recomenda ter boa higiene e usar telas nas janelas. “Isso impedirá que os insetos voem ou rastejem até narizes e ouvidos”, alerta. 

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Dia Mundial da Hanseníase destaca importância do tratamento

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O último domingo do mês de janeiro celebra o Dia Mundial contra a Hanseníase. Cercada por mitos e preconceitos, a doença antigamente conhecida como lepra, tem cura, porém, pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou se o tratamento for inadequado. 

Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais casos novos da doença, atrás somente da Índia. Por ano, são registrados cerca de 30 mil casos nos estados brasileiros, incluindo adultos e crianças. 

A hanseníase é uma doença infecciosa, contagiosa, causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, ou bacilo de Hansen. A transmissão da hanseníase acontece por tosse ou espirro de uma pessoa doente, que esteja sem tratamento, para outra – após “contato prolongado e contínuo”, segundo o Ministério da Saúde.

A doença atinge a pele e nervos periféricos e pode causar incapacidades e deformidades físicas, que alimentam estigma e preconceito.

Para que a doença se manifeste, normalmente há um longo período de incubação, ou seja, um intervalo, em média, de dois a sete anos, entre a contaminação e a manifestação dos sintomas. De acordo com o Ministério da Saúde, já houve, porém, casos atípicos, em que esse período foi mais curto – de sete meses – ou mais longo – de dez anos.

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Tratamento

O diagnóstico se faz por meio de exame dermatoneurológico e avaliação neurológica simplificada. Os pacientes que iniciam o tratamento, que leva de seis meses a um ano, não transmitem a doença. 

O tratamento da doença não exige isolamento do paciente e é ofertado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A terapia é feita por meio de Poliquimioterapia (PQT), por via oral, administrada em associação com medicamentos antimicrobianos. Desde o início dos cuidados, a doença deixa de ser contagiosa. O dia 31 de janeiro é o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, data instituída pela Lei nº 12.135/2.009.

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2017, 26.875 casos novos da doença foram diagnosticados no Brasil, taxa de detecção de 12,94 por 100.000 habitantes. Do total desses casos, 1.718 (6,4%) ocorreram em pessoas menores de 15 anos. Tocantins é o estado com maior número de diagnósticos.

Edição: Aline Leal
Tags: Hanseníase

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Uma pessoa infectada pode transmitir coronavírus para outras três, diz estudo

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Cada pessoa infectada com o coronavírus espalha a doença para outras duas ou três, em média, nas taxas de transmissão atuais, segundo duas análises científicas da epidemia. Para conter a epidemia e mudar de rumo, as medidas de controle teriam que interromper a transmissão em pelo menos 60% dos casos.

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A doença respiratória causada pelo coronavírus já atinge 13 países em quatro continentes; 56 pessoas morreram na China


O número de mortos pelo surto de coronavírus aumentou para 56 neste domingo (26), com mais de 2 mil pessoas infectadas em todo o mundo, a grande maioria na China. “Ainda não está claro se esse surto pode ser contido na China”, disse Neil Ferguson, especialista em doenças infecciosas do Imperial College de Londres, que liderou um dos estudos.

A equipe de Ferguson sugere que até 4 mil pessoas em Wuhan já estavam infectadas antes de 18 de janeiro e que, em média, cada caso estava infectando mais duas ou três.

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Um segundo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Lancaster, na Grã-Bretanha, também calculou a taxa de infecção em 2,5 pessoas, em média, para cada infectado.

“Se a epidemia continuar incessantemente em Wuhan, prevemos que será substancialmente maior até 4 de fevereiro”, escreveram os cientistas.

Eles estimaram que na cidade de Wuhan, onde o surto começou em dezembro, haverá cerca de 190 mil casos antes de 4 de fevereiro e que “a infecção se instalará em outras cidades chinesas e as importações para outros países serão mais frequentes”.

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Raina MacIntyre, diretora do Programa de Pesquisa em Biossegurança do Instituto Kirby da Universidade de New South Wales, na Austrália, disse no sábado (24) que é muito preocupante que a infecção tenha se espalhado nos últimos dias. “Quanto mais disseminada a infecção em outras partes da China, maior o risco de maior disseminação mundial”, afirmou MacIntyre.

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Fonte: IG Saúde
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