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Homem filma estupro de enteada para coagir vítima a não denunciá-lo

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Carro da polícia durante operação que prendeu acusado de estupro
Reprodução – 13.074.2022

Carro da polícia durante operação que prendeu acusado de estupro

Policiais da 32ª DP (Taquara) prenderam na manhã desta quarta-feira, na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, um homem acusado de abusar sexualmente da filha da namorada, de 14 anos. O crime aconteceu em maio. O suspeito, que tinha a chave da casa, se aproveitou de um momento em que a mãe da menina estava no trabalho e ela sozinha na residência.

A mãe da menina contou na delegacia que o namorado usou um vídeo dela fazendo sexo consensual com ele para obrigar a adolescente a fazer o mesmo, sob ameaça de divulgar as imagens da mãe nas redes sociais. Ainda segundo a mulher, o acusado também filmou o crime com a filha dela, para coagir a menina a ficar em silêncio e também ameaçou compartilhar se a jovem contasse o que ele fez.

O preso tem 31 anos e era casado com outra mulher, mas mantinha um relacionamento com a mãe da vítima havia três anos. Esta, por sua vez conta que vinha tentando acabar, sem sucesso, com o relacionamento, descrito por ela como sendo abusivo, e que a última vez que viu o acusado foi no fim de abril. Depois disso se comunicaram somente por meio de mensagens.

De acordo com o registro feito na delegacia a mãe relatou que estava no trabalho quando recebeu uma ligação da filha contanto o que aconteceu. Segundo esse relato, adolescente contou que ele entrou no apartamento, do qual tinha a chave da casa, e bateu no quarto dela, que estava trancado. Ela disse que abriu a porta porque se tratava de uma pessoa conhecida. O acusado usou a desculpa de que tinha ido buscar seus pertences, para entrar na casa.

Ainda de acordo com o relato feito na delegacia, o acusado entrou no quarto da menina tirou a roupa dela e a dele. Depois disso, acariciou o corpo da jovem, colocou a boca no seio dela, praticou sexo oral com a vítima e a obrigou a fazer o mesmo nele, sob ameaça de divulgar um vídeo que fez com a mãe dela em seus grupos de WhatsApp. Depois do crime consumado, que também foi filmado, o homem a obrigou a tomar banho com ele.

Também de acordo com os relatos, não houve penetração. A menina foi levada pela mãe a um hospital público, onde recebeu medicação preventiva contra doenças sexualmente transmissíveis e foi encaminhado para atendimento na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV).

De acordo com o relato, em 2020 o acusado fez uma primeira tentativa de abusar da menina, sem sucesso. Na ocasião, teria apenas tentado acariciá-la, sem tirar sua roupa. Quando a menina contou o ocorrido À mãe, o homem se defendeu dizendo se tratar de uma brincadeira.

“Ele conseguiu me manipular e não acreditei na minha filha. Dessa vez já conhecia a índole dele e fui à delegacia”, contou a mãe da adolescente que descreveu o acusado como “manipulador, briguento e violento”.

Ela disse que ficou aliviada ao saber que ele foi preso.

“Estou aliviada, muito feliz mesmo. Era uma pessoa que eu tinha total confiança e respeito. Foi a melhor notícia que poderia ter recebido.”

O acusado vai responder por estupro.

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Fonte: IG Nacional

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Delegado da Polícia Federal pede apreensão do celular de Aras e Guedes

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Procurador-geral da República, Augusto Aras
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Procurador-geral da República, Augusto Aras

Responsável por inquéritos sensíveis ao governo de Jair Bolsonaro, o delegado de  Polícia Federal Bruno Calandrini solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) duas medidas que geraram mal-estar em integrantes da corporação. 

A primeira foi um pedido de busca e apreensão do telefone celular do procurador-geral da República Augusto Aras e do ministro da Economia Paulo Guedes, já negado pelo ministro Luís Roberto Barroso, que não viu elementos para justicar tais ações. 

A segunda foram diligências contra a própria cúpula da PF, que está sob análise da ministra Carmen Lúcia.

O pedido de diligências contra a cúpula da PF foi revelado no sábado pelo portal “Metrópoles” e seria motivado por suspeitas de interferência de diretores da PF na investigação sobre o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Os alvos dessas diligências e o teor estão mantidos sob sigilo.

O caso deflagrou uma crise interna na atual gestão do diretor-geral Marcio Nunes de Oliveira. A avaliação entre integrantes do órgão é que foi uma tentativa do delegado Bruno Calandrini para se blindar da sindicância aberta após ele acusar que houve interferência na investigação do ex-ministro Milton Ribeiro.

Calandrini foi notificado para prestar depoimento sobre o caso, mas até agora não compareceu. Segundo interlocutores, há um receio do delegado que a sindicância seja usada para puni-lo pela atuação no caso.

O delegado Calandrini chegou a escrever, em mensagem a seus colegas, que houve interferência para impedir a transferência do ex-ministro para Brasília após sua prisão. Mas a direção da PF argumentou que não houve tempo nem disponibilidade de aeronave para realizar o deslocamento.

No pedido de busca e apreensão contra Aras e Guedes, Calandrini também havia pedido medidas contra o advogado do ministro, Ticiano Figueiredo.

O requerimento tinha como base a divulgação de um diálogo entre Aras e Ticiano no qual o advogado pedia que o procurador-geral intercedesse para suspender um depoimento de Guedes à PF em uma investigação sobre desvios no fundo de pensão dos Correios, o Postalis. Guedes havia sido citado em um depoimento. Barroso, entretanto, considerou que não havia elementos para autorizar a medida e arquivou o pedido.

Os pedidos provocaram descontentamento na PF. Os delegados que integram a atual gestão avaliam que havia poucos elementos para justificar as medidas. Calandrini não consultou seus superiores ao apresentar os pedidos e os protocolou diretamente no STF.

Procurada, a PF não comentou. A assessoria de Aras afirmou que não iria se manifestar porque o caso já havia sido arquivado.

O advogado Ticiano Figueiredo, que defende o ministro Paulo Guedes, afirmou em nota: “Se isso for verdade mesmo, esse é um ato que se revela autoritário, odioso e destoa do trabalho relevante dos delegados da Polícia Federal. Causa perplexidade, já que exercer, de forma plena, o direito de defesa dos clientes, é um dos pilares do Estado Democrático de Direito e não pode, jamais, ser criminalizado por quem quer que seja”.

Também procurado, Calandrini não respondeu aos contatos da reportagem.

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Fonte: IG Nacional

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Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

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Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro
Reprodução/Twitter

Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro

Um avião caiu na tarde de hoje no bairro da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. As primeiras informações apontam que duas pessoas estavam dentro da aeronave e teriam sido levadas ao hospital. Não há informações sobre mortos. 

Não há informações sobre a causa do acidente até o momento.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um homem recebe atendimento médico ao lado da aeronave, perto de uma piscina. 

*Mais informações em instantes.

Fonte: IG Nacional

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