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Homem é preso após ameaçar ex-mulher com boneco de vodu

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O Juizado Especial Criminal e da Violência Doméstica contra a Mulher de Tubarão, no litoral de Santa Catarina, condenou um homem, de 55 anos, por ameaças à sua ex-mulher e descumprimento em duas ocasiões de medidas protetivas. Ele terá de cumprir oito meses e dez dias de detenção, em regime aberto, por ameaça praticada mediante violência psicológica e em contexto de violência doméstica.

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O processo do homem tramitou em segredo de justiça e cabe recurso. As informações foram divulgadas pela Assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

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Segundo os autos, o idoso ameaçou a ex por meio de ligações e arquivos de áudio, mesmo após o deferimento de medidas protetivas em favor da vítima . A mulher teria encontrado no portão de sua casa uma boneca vodu, com sinais de mutilação, “a fim de intimidá-la”.

O comportamento obsessivo do acusado começou após o término do relacionamento do casal, destaca o processo. De acordo com a decisão, do juiz Maurício Fabiano Mortari, “verificou-se a concreta perseguição do idoso contra a vítima”.

A sentença registra que tal comportamento é encontrado em relacionamentos abusivos e clássicos de violência doméstica – o que “não se mostra saudável para nenhuma das partes envolvidas”.

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“Este caso é um dos dolorosos retratos de contextos familiares expostos numa vara da violência doméstica, estando permeado dos clássicos elementos que compõem um cenário de violência doméstica: dominação, subserviência, agressividade, medo, entre outros”, registrou o magistrado sobre o caso do homem envolvendo vodu .

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Bolsonaro com Covid-19? Possibilidade divide o Twitter; confira os memes

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presidente Jair Bolsonaro
Reprodução/Instagram

Jair Bolsonaro está com sintomas condizentes da Covid-19


Usuários no Twitter estão reagindo à notícia de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está com sintomas de Covid-19 .


As frases “Força Bolsonaro” e “Força Covid” entraram nos assuntos mais comentados na rede social. A primeira é usada por apoiadores do presidente, que se dividem entre mensagens de força e pedidos de oração.



Por outro lado, o lado “Força Covid” é tomada por memes, sátiras e ironizam o fato de Bolsonaro ter possibilidade de estar com a Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus, a qual já se referiu como “gripezinha”.



Em nota divulgada pela Secretaria Especial de Comunicação Social, o presidente realizou nesta noite teste para a Covid-19, que terá resultado divulgado amanhã. A secretaria afirma ainda que Bolsonaro está em casa e seu estado de saúde é estável.

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Restaurantes reabrem com movimento fraco e improvisos em São Paulo

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Os bares e restaurantes também reabrem hoje com um público limitado a 40% da capacidade máxima dos estabelecimentos.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Os bares e restaurantes reabriram hoje com um público limitado a 40% da capacidade máxima dos estabelecimentos.

O primeiro dia de reabertura do atendimento presencial em bares e restaurantes na capital paulista nesta segunda-feira foi de movimento fraco e improvisos. Mesmo na hora do almoço estabelecimentos em áreas de grande fluxo de pessoas, como o centro da cidade, não tiveram registro de aglomerações.

O que variou bastante foi o nível de preparação dos restaurantes para voltarem a receber público para o consumo de alimentos no local. A reportagem circulou por bairros de diferentes perfis nesta segunda. No centro da cidade, estabelecimentos mais populares e menores abriram no improviso. Houve restaurantes no sistema self-service descumprindo a orientação de disponibilizar um funcionário para servir os clientes. Nem todos tinham álcool em gel nas mesas.

Essas são duas de várias exigências do protocolo assinado entre a prefeitura e a categoria de bares de restaurantes para uma reabertura responsável do comércio durante a pandemia.

— Estamos ainda ajustando as coisas. Até sábado a gente estava apenas vendendo marmitex. Hoje o movimento ainda está devagar mas já é melhor do que quando estava com o salão fechado — disse a gerente do restaurante Maria José.

O local não tinha as mesas a dois metros de distância uma das outras como outros tantos estabelecimentos visitados nesta tarde. Em outro restaurante perto dali, um funcionário na porta tentava se entender com o termômetro digital para medir a temperatura da clientela que queria almoçar no salão.

— Parou de novo — queixava-se a garçonete.

O uso de termômetro não é obrigatório pelos estabelecimentos para abrir ao público. A falta de espaço e a incerteza sobre os custos da reabertura fizeram muitos locais continuarem de portas fechadas. No centro da cidade, uma doceria tradicional portuguesa não abriu. O proprietário de uma hamburgueria a poucos metros da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovesp) liberou o atendimento presencial mas cheio de preocupações.

— Não sabemos como a clientela vai reagir a essa reabertura e se o movimento virá na proporção do aumento de gasto para reabrir a casa. O aluguel vai continuar com desconto ou o dono do imóvel vai querer voltar ao valor normal? Essa é uma das preocupações — afirmou Arnaldo Mauês, que abriu o negócio e outubro e, menos de seis meses depois, teve que restringir o funcionamento apenas para entregas por causa da pandemia do novo coronavírus.

No bairro da Vila Madalena, famoso pelos bares, somente uma minoria arriscou ontem abrir para o almoço. Ainda está vedado o atendimento ao público à noite.

A partir das 17 horas continua permitido somente o atendimento por delivery ou retirada. O protocolo fala ainda em capacidade máxima de ocupação dos estabelecimentos de 40%, oferta de álcool em gel para os clientes, uso de viseira de acrílico pelos funcionários e proibição de atendimento em calçada.

— Estamos seguindo todas as normas estabelecidas no protocolo. Mas algumas delas não fazem muito sentido para nós. Qual a diferença de ficar aberto por seis horas de manhã ou à noite? Por que essa não pode ser uma escolha do estabelecimento. Eu preferiria abrir das 4 da tarde até 10 da noite. Eu respeitaria do mesmo jeito todos os protocolos — disse o sócio de um dos maiores bares do bairro Humberto Munhoz.

Pertencente a um grupo de empresários com negócios em São Paulo e Rio de Janeiro, o local estava todo adequado, com cardápios virtuais, álcool em gel nas mesas, distanciamento respeitado.

O clima entre clientes nos restaurantes foi heterogêneo nessa reabertura. Houve quem decidiu deixar o escritório e almoçar num restaurante depois de três meses de almoços improvisados. No mesmo estabelecimento, outra cliente preferiu levar marmita para viagem.

—Comer na mesa é um milagre. Estava sendo apenas lanches rápidos no almoço porque o refeitório do escritório fechou e não tinha onde comer — contou a analista de cobrança Raquel Carvalho, que chegou por volta das 13 horas em um restaurante que frequentava antes da pandemia, acompanhada por uma colega de trabalho.

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