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Economia

Homem é filmado transportando fogão nos ombros em patinete elétrico; assista

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Homem carrega fogão nos ombros em patinete arrow-options
Reprodução

Homem foi filmado carregando fogão nas costas em patinete elétrico no Rio de Janeiro

Viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (16) um vídeo que mostra um homem carregando um fogão nos ombros em um patinete elétrico em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro A prática é proibida.

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Enquanto usava o equipamento de transporte, o usuário pendurou o eletrodoméstico nos ombros com cordas, na tradicional Avenida Atlântica, na orla de Copacabana. A Grow , marca responsável pelos patinetes elétricos da Yellow , reitera que o transporte de cargas em patinetes é proibido, segundo decreto municipal.

A Guarda Municipal do Rio de Janeiro também reforçou a proibição do transporte de cargas, informando que há previsão de multa, que depende da regulamentação de cada empresa de transporte. A corporação pontua, porém, que a prefeitura está em “fase educativa” e de orientação aos usuários de patinetes quanto aos limites do meio.

“A Guarda Municipal alerta que esse tipo de transporte, além de ser proibido, coloca em risco a vida do próprio patinador e pode causar acidentes na via pública, envolvendo pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas”, diz um trecho da nota oficial.

A regulamentação dos patinetes só foi aprovada pelos vereadores do município do Rio em 11 de junho deste ano. Ficou proibido, além do transporte de cargas, o uso do equipamento por mais de uma pessoa por vez. Além disso, a marca responsável deve ceder capacetes aos usuários.

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As novas regras para utilização dos patinetes elétricos na cidade foram publicadas no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro no último dia três. As empresas terão até 30 dias para adequação às normas estabelecidas. Em caso de descumprimento, as multas podem variar entre R$ 100 R$ 20 mil, dependendo da infração.

Assista ao momento em que o homem é filmado transportando o fogão


Fonte: IG Economia
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Economia

Informalidade cai em janeiro com aumento de trabalhador com CNPJ

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Com o aumento de 5,2% no número de trabalhadores por conta própria com CNPJ, ou seja, registrados como empresa, a informalidade no mercado de trabalho caiu no trimestre móvel terminado em janeiro, na comparação com o período anterior, terminado em outubro de 2019. Na comparação anual, o aumento do CNPJ entre trabalhadores por conta própria foi de 10,6%. Com isso, essa categoria alcançou 5,2 milhões de pessoas.

A informalidade caiu de 41,2% para 40,7% na comparação trimestral. Na comparação anual, em janeiro de 2019 a taxa ficou em 40,6%. Do total de 38,3 milhões de trabalhadores informais, 11,67 milhões estão empregados no setor privado, uma redução de 179 mil, e 4,5 milhões são empregadas domésticas sem carteira assinada. Os trabalhadores por conta própria sem CNPJ somam 19,3 milhões, 129 mil a menos do que no trimestre anterior. Ao todo, 479 mil pessoas saíram da informalidade, sendo 129 mil na categoria trabalhador familiar auxiliar.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, os primeiros de 2020, e foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, a taxa de desocupação ficou em 11,2%, com um total de 11,9 milhões de pessoas.

Segundo a analista da PNAD Contínua, Adriana Beringuy, da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, ainda não é possível afirmar que há uma tendência de melhora para o ano, já que os dados divulgados hoje incluem os bons resultados de novembro e dezembro de 2019, quando houve expansão na carteira de trabalho assinada.

“Precisa se distanciar um pouco desses meses para ver se essas pessoas que conseguiram trabalhos temporários no fim de ano serão retidas no mercado. Janeiro é um mês de transição, tem efeitos ocorrendo que não permitem a gente ter uma definição da tendência do que pode estar ocorrendo daqui para a frente”.

A analista explica que o aumento de 1,3% na inatividade, ou seja, pessoas de 14 anos ou mais fora do mercado de trabalho, também contribuiu para a queda da desocupação, já que a ocupação se manteve estável em 94,2 milhões de pessoas. 

“Vimos uma queda na taxa de desocupação em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2019. Essa queda está muito relacionada a um efeito sazonal de processo de interrupção por procura de trabalho. As pessoas, em função de férias, se retiram temporariamente da procura, ou seja, há menos pressão sobre o mercado de trabalho, fazendo essa taxa cair”.

O rendimento médio habitual ficou estável em R$ 2.361 e a massa de rendimento também, com crescimento de 2,2% apenas na comparação anual, totalizando R$ 217,4 bilhões. 

“Essa estabilidade já vem ocorrendo nas últimas divulgações, está relacionada ao fato de que a ocupação vem expandindo, mas por meio de ocupações de baixos rendimentos. Tem mais gente trabalhando, mas com rendimentos menores. A massa cresce não através da expansão do rendimento, mas pelo fato de ter mais pessoas trabalhando”. 

O setor público diminuiu 3,2% na comparação trimestral e 4,6% em relação a janeiro de 2019. Entre novembro do ano passado e janeiro de 2020, 39 mil trabalhadores com carteira assinada deixaram o setor público. A categoria está em 1,19 milhão de pessoas. Militares e setor público estatutário somam 7,96 milhões.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia
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Economia

Chuvas de fevereiro provocam perdas de R$ 203 milhões no Sudeste

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As chuvas que caíram no país na primeira quinzena de fevereiro provocaram prejuízos para o setor varejista da ordem de R$ 203 milhões nas três principais capitais da Região Sudeste, de acordo com estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgado no Rio de Janeiro. Isso equivale à perda de cerca de 0,5% em vendas, disse hoje (28) à Agência Brasil o economista da CNC, Fabio Bentes, responsável pelo estudo. Medindo o impacto isolado nas capitais, o prejuízo alcançou R$ 122,9 milhões no mês, em São Paulo; R$ 46,4 milhões no Rio de Janeiro; e R$ 34,2 milhões, em Belo Horizonte.

A pesquisa partiu da constatação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Alerta Rio de que as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte foram as capitais com maior volume de chuvas nos primeiros quinze dias deste mês.

O fato chamou a atenção dos economistas da confederação porque se trata das principais capitais brasileiras. “Isso afeta o nível de atividade, de modo geral, e a gente focou no comércio”, disse Bentes. Foram analisadas as séries históricas de chuvas nos três estados e cruzadas com dados do varejo. “A gente constatou que nos meses em que há uma quantidade de chuva muito acima da média, o varejo, nessas regiões, tende a ter resultados negativamente afetados pelo volume de chuva.”

Foi o que aconteceu na primeira quinzena de fevereiro. O volume de chuvas foi 52% acima da média em Belo Horizonte, 41% em São Paulo e 100% no Rio de Janeiro. Na capital fluminense, houve acúmulo de 274 milímetros de chuva nos dias observados, “mais do que o dobro do que costuma chover no período”.

Impacto

Fabio Bentes informou que o impacto no varejo se dá de duas maneiras. Uma é a perda de mercadorias, uma vez que a maioria dos varejistas de médio e pequeno portes não contam com seguro para essa hipótese de ocorrência. O outro impacto é que a quantidade grande de chuva afeta a circulação dos consumidores, mesmo em ambientes mais resguardados das chuvas, como shopping centers, por exemplo. “Porque, se tem o problema de congestionamento ou alagamento na cidade, no entorno, isso afugenta o consumidor também”. Mesmo tendo o efeito compensação de que as pessoas continuaram consumindo alimentos, o varejo perde as vendas casuais. O comércio de rua se viu então muito afetado pelos transtornos ocasionados pelas chuvas nas três capitais do Sudeste.

Fabio Bentes avaliou que a perda de 0,5% das vendas pode parecer pouco. Só que 0,5% foi a média de crescimento do varejo nos últimos sete meses. “É como se a gente tivesse perdido um mês de crescimento por conta das chuvas. Como se não bastasse a alta do dólar, o desemprego, que ainda está muito elevado, a gente teve esse fato extraordinário do aumento das chuvas, provocando as perdas significativas nas três principais cidades do Brasil”.

A primeira quinzena de fevereiro, bastante atípica em termos de chuva, atrapalhou a atividade do varejo, que enfrentou ainda o feriado do carnaval, quando muitos consumidores direcionam parte dos gastos para o setor de serviços. Além disso, o economista da CNC lembrou que muita gente trabalha por conta própria e isso acaba afetando a atividade também. Em Belo Horizonte, esse foi o fevereiro mais chuvoso em 16 anos.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia
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