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Economia

“Há destaques que podem destruir a reforma”, diz o relator Samuel Moreira

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O governo e líderes favoráveis à reforma da Previdência avaliam manter as regras atuais sobre o tempo de contribuição mínimo exigido para os homens. A intenção é manter o tempo mínimo de contribuição em 15 anos. A proposta enviada pelo governo e mantida pelo texto-base da reforma aprovada na Câmara , estabelece 20 anos de contribuição.

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Divulgação

Samuel Moreira, o relator da reforma da Previdência

 O governo também havia sugerido subir o tempo mínimo de contribuição das mulheres para 20 anos. Durante a discussão da reforma na comissão especial, o tempo das mulheres já havia sido reduzido para 15 anos. Rodrigo Maia quer aprovar a proposta até esta sexta-feira .

Leia também: Após impasses, Câmara inicia sessão para votar destaques à reforma; acompanhe

Atualmente, quem se aposenta por idade aos 65 anos (homem) e 60 anos (mulher) já recolhe mais do que o mínimo. Em 2018, o tempo mínimo médio de contribuição dos homens foi de 22 anos e das mulheres, de quase 19 anos. Isso ocorre porque esses trabalhadores precisam atingir a idade exigida para requerer o benefício.

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A mudança faz parte do acordo que o governo está construindo para facilitar a conclusão da votação da reforma. Estão sendo estudadas alterações no texto-base por meio de destaques (votações separadas de trechos específicos).

Leia também: Rodrigo Maia quer concluir votação da reforma em dois turnos até sexta-feira

O governo e o presidente da Câmara tentam derrubar destaques da oposição que podem desidratar a reforma da Previdência. “Há destaques que podem destruir efetivamente a reforma”, disse o relator, Samuel Moreira (PSDB-SP).

Fonte: IG Economia
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Preço não será decisivo para consumidor que vai comprar na Black Friday 2019

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O preço de um produto não vai ser o fator decisivo para o consumidor na hora de comprar na Black Friday 2019 . De acordo com levantamento do Google, 54% daqueles com intenção de compra não se fiarão exclusivamente no preço para fechar negócio.

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shutterstock

Quem quiser comprar passagens aéreas na Black Friday deve ter muito cuidado

Para 16% a confiança na marca será o grande referencial de compra na Black Friday 2019 . 13% entendem que a confiança no produto terá um peso importante combinado ao preço. O custo do frete pode ser um deal breaker para 10% dos pesquisados , enquanto que outros 11% só vão fechar negócio dependendo da quantidade de parcelas oferecidas para o pagamento.

Outra tendência forte para a data é a omnicanalidade, isto é, vendas por meio de múltiplos canais. A expectativa do comércio é que haja um equilíbrio inédito entre vendas em lojas físicas e lojas virtuais, como a Amazon .

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Leia também: Apesar do desemprego, compras de Natal devem injetar R$ 60 bilhões na economia

Segundo levantamento feito pela consultoria GFK, a Black Friday 2019 deve movimentar R$ 13,5 bilhões, crescimento de 4% em relação ao mesmo período de 2018. A expectativa impressiona ainda mais diante da tímida previsão de crescimento da economia para o ano.

Fonte: IG Economia
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Economia

Dinheiro da aposta não serve só para premiar: quem ganha com recurso da loteria?

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Reprodução/Shutterstock

Arrecadação de loterias não vai apenas para premiar vencedores

Ao contrário do que se pode pensar, nem todo o dinheiro arrecadado com as loterias vai para premiar os vencedores dos concursos. Desde 1962, é a Caixa Econômica Federal quem gere, explora e comercializa os jogos lotéricos no Brasil. Uma parte da arrecadação é destinada aos repasses sociais, que vão desde clubes de futebol até o Fundo Penitenciário Nacional (FUNPEN).

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Segundo a Caixa, a arrecadação com todas as loterias em 2018 foi de R$ 13,8 bilhões. Desse montante, uma parcela foi destinada a saúde, educação, segurança, cultura, seguridade social e esporte.

Na Mega-Sena , a loteria mais famosa do Brasil, o prêmio bruto corresponde a apenas 43,35% da arrecadação. Desse percentual, 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (Sena); 19% entre os acertadores de 5 números (Quina); 19% entre os acertadores de 4 números (Quadra); 22% ficam acumulados e são distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5; e 5% ficam acumulados para a primeira faixa – sena – do último concurso do ano de final 0 ou 5 ( Mega da Virada ).

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Em 2018, a Mega arrecadou R$ 5,3 bilhões, dos quais 17,32% foram para a seguridade social e 9,26% para o Fundo Nacional de Segurança Pública , por exemplo.

A lei 13.756/2018 é responsável por determinar as instituições contempladas e quanto cada uma delas deve receber. A inclusão da segurança pública no “bolo” é recente, vem do governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), que apresentou a Medida Provisória (MP) 846/2018, conhecida como “MP das Loterias”, e foi convertida na lei 13.756/2018.

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Confira a distribuição dos recursos da Mega-Sena em setembro de 2019

Esporte :

Ministério do Esporte – R$ 40.614.000;

Clubes de Futebol – R$ 4.193.000;

Comitê Olímpico Brasileiro – COB – R$ 28.628.000;

Comitê Paraolímpico Brasileiro – CPB – R$ 15.896.000; e

Confederação Brasileira de Clubes – CBC – R$ 8.048.000.

Educação :

Prêmios Prescritos Repassados ao FIES – R$ 34.758.000.

Cultura :

Fundo Nacional da Cultura – FNC – R$ 47.496.000.

Segurança :

Fundo Penitenciário Nacional – FUNPEN – R$ 16.503.000; e

Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP – R$ 152.289.000.

Seguridade :

Seguridade Social – R$ 284.438.000.

Saúde :

Fundo Nacional da Saúde – FNS – R$ 264.000.

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“Outros” :

Fundo Nacional de apoio à Criança e Adolescente – FNDCA – R$ 75.000; e

Testes Especiais (APAE, Cruz Vermelha) – R$ 1.101.000.

Imposto de renda sobre prêmios pagos :

Imposto de renda sobre prêmios pagos – R$ 176.125.000.

Total de repasses : R$ 832.386.000.

Destinação de recursos das loterias é tema de uma série de projetos

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Pedro França/Agência Senado – 25.9.19

Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) propõe repassar recursos das loterias para a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação

A destinação dos recursos, inclusive, é tema de projetos enviados à Câmara e ao Senado. Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), por exemplo, propõe, por meio do Projeto de Lei (PL) 3071/2019, a inclusão de mais uma entidade na lista de beneficiadas: a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação. A medida ainda tramita no Senado.

Maria do Rosario (PT-RS) pretende realocar recursos das loterias para integrar o Fundo Nacional de Combate ao Câncer (FNCC). A proposta ainda prevê que o Fundo seja abastecido com dinheiro recuperado em ações de ressarcimento à União por corrupção.

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A maior parte das proposições questiona os repasses às áreas esportivas e busca realocar esses recursos para áreas entendidas como “mais importantes”, tais como saúde, segurança pública e educação.

Fonte: IG Economia
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