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Economia

Guedes rebate FMI e diz que Brasil crescerá o “dobro do previsto”

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Guedes voltou a rebater previsões do FMI e diz que Brasil irá crescer pelo menos 3% em 2021
O Antagonista

Guedes voltou a rebater previsões do FMI e diz que Brasil irá crescer pelo menos 3% em 2021

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a rebater as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e disse acreditar que o país crescerá o dobro do esperado. A declaração foi dada em evento promovido pela Atlantic Council, em Washington.

Na quarta-feira (13), o FMI reduziu a precisão de crescimento do PIB brasileiro para 1,5%, redução de 0,4 ponto percentual se comparado ao último levantamento.

“O FMI vai errar de novo, eles continuam fazendo isso. O crescimento será de mais de 2% em 2022”, disse Guedes.

Nos Estados Unidos para reuniões com o próprio FMI e Banco Mundial, Guedes afirmou que espera que o país cresça pelo menos 3% em 2021. O ministro exemplificou a recuperação econômica em “V” e ressaltou a agenda de reformas proposta pelo ministério.

Paulo Guedes ainda lembrou que o próprio FMI errou em suas expectativas sobre o Brasil em 2020. O fundo acreditava em recuo de 9,1% na economia do país, enquanto a queda foi de 4,1%.

O ministro ainda rebateu as previsões sobre 2022. Segundo Guedes o Brasil deve crescer mais de 2% do previsto pelo FMI.

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Economia

BC: saques em poupança superam depósitos em R$ 12,37 bilhões

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As retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 12,377 bilhões, em novembro, informou hoje (6) o Banco Central (BC). Essa foi a maior retirada líquida para o mês, na série histórica iniciada em 1995.

No mês passado, os depósitos chegaram a R$ 281,713 bilhões e os saques a R$ 294,09 bilhões. Em novembro de 2020, houve mais depósitos do que saques, com saldo positivo de R$ 1,479 bilhão.

De janeiro a novembro, foi registada retirada líquida de R$ 43,157 bilhões. Em 2020, a poupança captou R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica, por influência dos depósitos do auxílio emergencial e o aumento do interesse pelo investimento, em meio à crise gerada pela pandemia de covid-19.

Rendimentos

Em novembro, o investimento rendeu 0,44% em novembro, segundo o BC. O rendimento ficou abaixo da prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que chegou a 1,17%, no mês passado.

De acordo com a legislação atual, a remuneração dos depósitos de poupança é composta pela Taxa Referencial, que está em zero, mais 70% da taxa básica de juros, a Selic, mensalizada. Essa regra vale enquanto a taxa Selic for igual ou inferior a 8,5%. Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano.

Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança rende a TR mais 0,5% ao mês. De acordo com a expectativa do mercado financeiro, a Selic deve subir para 9,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, responsável por definir a taxa, nesta semana.

Edição: Maria Claudia

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Economia

Banco do Brasil faz mutirão de renegociação de dívidas

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O Banco do Brasil (BB) começa nesta segunda-feira (6) um mutirão de negociação de dívidas que vai até o dia 17 de dezembro, com descontos de até 95% para pagamento à vista das dívidas vencidas. Também será possível descontos nas taxas de juros e prazo de até 100 meses para renegociação a prazo de operações vencidas, conforme o banco.

“As condições estão disponíveis para mais de 3,5 milhões de clientes – pessoa física, produtor rural e pessoa jurídica, que possuam dívidas inadimplidas oriundas de operações de crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial e outras”, diz nota da instituição financeira.

Para fazer a negociação os clientes podem procurar as agências do banco também os canais digitais: internet, App, WhatsApp (61-4004-0001) e pela Central de Atendimento (4004-001/ 0800 729 0001). 

Segundo a gerência executiva da Unidade Cobrança e Reestruturação de Ativos Operacionais do BB, o mutirão de renegociação “visa proporcionar aos nossos clientes a possibilidade de renegociar suas dívidas, para começar 2022 tranquilo, além de incentivar a educação e planejamento financeiro pessoal e contribuir para a retomada da economia”.

*Com informações do Banco do Brasil

Edição: Valéria Aguiar

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