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Economia

Guedes participa amanhã de abertura do Fórum Econômico em Davos

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Representante do governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial, que reúne líderes, chefes de Estado e empresários em Davos, na Suíça, o ministro da Economia, Paulo Guedes, participará amanhã (20) à noite (horário local) da abertura do evento. De terça-feira (21) a quinta-feira (23), o ministro falará em painéis e terá encontros com presidentes de multinacionais.

Segundo o Ministério da Economia, as apresentações de Guedes se concentrarão em dois aspectos: a redução do déficit fiscal no primeiro ano de governo e o aprofundamento das reformas estruturais que, segundo ele, ajudarão a economia a recuperar-se e acelerará a criação de empregos.

O ministro chegou à Suíça na sexta-feira (17) e passa o fim de semana em Zurique, sem compromissos oficiais. Na quinta-feira (16), Guedes participou de reunião na Mont Pelerin Society, na Universidade de Stanford, na Califórnia. A entidade é conhecida como um centro de pensamento de ideias liberais. Ele partiu dos Estados Unidos diretamente para o Fórum Econômico.

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, não participará da edição deste ano do encontro em Davos. O BC não informou os motivos para a decisão. No ano passado, Campos Neto, que só tomou posse no comando do Banco Central em março, dois meses depois do Fórum Econômico Mundial, integrou a delegação brasileira na condição de convidado.

Da Suíça, o ministro deverá ir para Nova Délhi, capital da Índia, onde se encontrará com o presidente Jair Bolsonaro, que visitará o país asiático entre os dias 24 e 27. O Ministério da Economia ainda não confirmou se Guedes emendará as duas viagens. Caso vá à Índia, o ministro só retornará a Brasília no dia 28. Segundo o Itamaraty, a viagem terá como destaque a assinatura de 10 a 12 acordos comerciais entre Brasil e Índia.

O presidente Jair Bolsonaro tinha anunciado, no início do mês, que iria ao Fórum Econômico. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, o cancelamento da viagem não foi provocado exclusivamente por questões de segurança. Aspectos econômicos, políticos e internacionais, como o agravamento das tensões no Oriente Médio, contribuíram para a decisão.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Economia
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Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 3 milhões neste sábado

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iG São Paulo

Mega-Sena sorteia neste sábado (29) prêmio de R$ 3 milhões

A Mega-Sena sorteia neste sábado (29) um prêmio de R$ 3 milhões. As seis dezenas do concurso 2.238 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

Leia também: Já imaginou ganhar a Mega-Sena? Veja como prêmios são pagos com segurança

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. O bilhete simples da  Mega-Sena , com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Na última quinta (27), pela primeira vez no ano, o prêmio máximo da Mega saiu. Duas apostas diviram a bolada histórica de R$ 211,6 mihões, sendo uma delas um bolão com mais de 35 participantes. As apostas vencedoras são de Rio Branco (AC) e Fortaleza (CE). A arrecadação superou a previsão da Caixa Econômica Federal, que era de R$ 200 milhões, o que fez a premiação ser de R$ 211.652.717,75.

Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina, respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada Teimosinha.

Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente R$ 3 milhões para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante.

Leia também: Dinheiro da aposta não serve só para premiar: quem ganha com recurso da loteria?

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Deste valor:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados;
  • 19% entre os acertadores de cinco números (Quina);
  • 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra);
  • 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final zero ou cinco; e
  • 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

Fonte: IG Economia
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Economia

Dólar volta a bater recorde, mas bolsa recupera-se e sobe

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Em mais um dia marcado pelo receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, a instabilidade diminuiu. O dólar voltou a subir e a bater recorde nominal desde a criação do real, mas a bolsa interrompeu a sequência de quedas.

Em alta pela oitava sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta sexta-feira (28) a R$ 4,481, com alta de R$ 0,006 (+0,13%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h, a cotação chegou a R$ 4,513. A divisa desacelerou na hora final de negociação, até fechar próxima da estabilidade.

Desde o começo do ano, o dólar acumula valorização de 11,67%. Apenas em fevereiro, a divisa subiu 4,56%. O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 4,949, com alta de 0,3% nesta quinta-feira.

O Banco Central (BC) vendeu US$ 1 bilhão em novos contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. A autoridade monetária também rolou (renovou) R$ 650 milhões de contratos de swap que venceriam em abril.

No mercado de ações, a bolsa também teve um dia de volatilidade. Depois de cair por quatro sessões seguidas, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), recuperou-se e encerrou esta sexta-feira aos 104.171 pontos, com alta de 1,15%. O indicador inverteu o movimento apenas no fim do dia. Por volta das 12h15, o índice chegou a cair quase 3% e operar abaixo dos 100 mil pontos.

Nas últimas semanas, o mercado financeiro em todo o mundo tem atravessado turbulências em meio ao receio do impacto do coronavírus sobre a economia global. Além da interrupção da produção em diversas indústrias da China, a disseminação da doença na Europa e a confirmação do primeiro caso no Brasil indicam que outras economias podem reduzir a atividade por causa do vírus.

Com as principais cadeias internacionais de produção afetadas, indústrias de diversos países, inclusive do Brasil, sofrem com a falta de matéria-prima para fabricarem e montarem produtos. A desaceleração da China também pode fazer o país asiático consumir menos insumos, minérios e produtos agropecuários brasileiros. Uma eventual redução das exportações para o principal parceiro comercial do Brasil reduz a entrada de dólares, pressionando a cotação.

Entre os fatores domésticos que têm provocado a valorização do dólar, está a decisão recente do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic – juros básicos – para 4,25% ao ano, o menor nível da história. Juros mais baixos desestimulam a entrada de capitais estrangeiros no Brasil, também puxando a cotação para cima.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia
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