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Economia

Guedes: liberação das contas do FGTS vai beneficiar 100 milhões de brasileiros

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fila de banco na Caixa Econômica arrow-options
Valter Campanato/Agência Brasil

Governo anunciou nesta quarta as regras para sacar o FGTS

BRASÍLIA – A liberação de contas do FGTS deve beneficiar 100 milhões de pessoas, disse nesta quarta-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele destacou que o número de pessoas que terão acesso é quatro vezes maior que os 25 milhões que puderam sacar de contas inativas do Fundo no governo Michel Temer. Segundo Guedes, a medida não é um ‘voo de galinha’ e tem potencial para aumentar a renda e a produtividade da economia no longo prazo.

Saiba as regras: governo anuncia liberação de saques do FGTS

– Não é um voo da galinha. É um aumento de renda permanente. Se você ficar bem empregado, vai receber um salário  extra todo ano — afirmou o ministro, acrescentando:

– (Poderão sacar do FGTS) 100 milhões de brasileiros, na mesma potência que foi lançada pelo governo anterior (cerca de R$ 40 bilhões), mas como uma enorme diferença. Em vez de 25 milhões de pessoas, 100 milhões de pessoas

Antes, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, disse que a medida foi desenhada para atender aos mais pobres.

— Estamos liberando R$ 40 bilhões com a medida de saque imediato. Existem outras. Desses R$ 40 bilhões, R$ 21 bilhões são para pessoas que têm menos de R$ 1 mil na conta do FGTS. (Outros) R$ 31,8 bilhões são para pessoas que têm até R$ 5 mil na conta . Resumindo, primeiro os mais pobres — afirmou Sachsida.

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Economia

Bolsonaro diz que respeita teto de gastos ao lado de Maia e Alcolumbre

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maia e bolsonaro
Reprodução Tv Brasil

Bolsonaro, Maia e Alcolumbre falaram sobre economia e esforços contra a crise durante coletiva nesta terça

Nesta quarta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro disse, durante coletiva de imprensa em frente ao Palácio da Alvorada que está mantido o teto de gastos público. “Nós respeitamos o teto dos gastos, queremos a responsabilidade fiscal e o Brasil tem como, realmente, ser um daqueles países que melhor reagirá à questão da crise”, afirmou o presidente.

Bolsonaro disse também que a economia brasileira está “reagindo” e que o país “vai bem”.

A fala se deu ao lado do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre e do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Bolsonaro também citou privatizações e as reformas tributária e administrativa como forma de “destravar a economia”. 

Maia, em seguida, disse que em reunião nesta quarta os presidentes reafirmam “o compromisso com o teto de gastos e com a qualidade do gasto público”. Maia disse que administrar os gatilhos de gastos é importante, assim como as reformas tributária e administrativa.

“A Câmara dos Deputados está pronta para debater, discutir e aprovar uma reforma que visa melhorar o gasto e o serviço público, que passa pela reforma administrativa”, expressou Maia.

Alcolumbre reforçou a importância da reunião dos presidentes para a discussão econômica nacional. “Nessa agenda de responsabilidade fiscal, a gente tem uma emenda constitucional que foi construída a várias mãos no Parlamento brasileiro para limitar os gastos públicos e precisamos formar esse convencimento na sociedade brasileira (…) no pós-pandemia, nessa retomada.”

O presidente Bolsonaro está acompanhado também do ministro da Economia, Paulo Guedes; ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho; líder do Governo no Congresso Nacional, senador Eduardo Gomes; líder do Governo na Câmara dos Deputados, deputado Vitor Hugo; líder do Progressista na Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira; e vice-líder do Governo no Congresso Nacional, deputado Ricardo Barros.

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Economia

Preço médio da gasolina nas refinarias tem reajuste de 4%

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A Petrobras anunciou hoje (12) que promoverá reajustes médios de 4% para a gasolina e de 2% para o diesel (S10 e S500) nas refinarias, com vigência a partir de amanhã (13).

Esse será o sexto aumento consecutivo do diesel no ano. Já o reajuste da gasolina acontece após redução de 4% no preço, registrada em julho passado, depois de nove altas.

Edição: Denise Griesinger

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