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Economia

Guedes: liberação das contas do FGTS vai beneficiar 100 milhões de brasileiros

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fila de banco na Caixa Econômica arrow-options
Valter Campanato/Agência Brasil

Governo anunciou nesta quarta as regras para sacar o FGTS

BRASÍLIA – A liberação de contas do FGTS deve beneficiar 100 milhões de pessoas, disse nesta quarta-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele destacou que o número de pessoas que terão acesso é quatro vezes maior que os 25 milhões que puderam sacar de contas inativas do Fundo no governo Michel Temer. Segundo Guedes, a medida não é um ‘voo de galinha’ e tem potencial para aumentar a renda e a produtividade da economia no longo prazo.

Saiba as regras: governo anuncia liberação de saques do FGTS

– Não é um voo da galinha. É um aumento de renda permanente. Se você ficar bem empregado, vai receber um salário  extra todo ano — afirmou o ministro, acrescentando:

– (Poderão sacar do FGTS) 100 milhões de brasileiros, na mesma potência que foi lançada pelo governo anterior (cerca de R$ 40 bilhões), mas como uma enorme diferença. Em vez de 25 milhões de pessoas, 100 milhões de pessoas

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Antes, o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, disse que a medida foi desenhada para atender aos mais pobres.

— Estamos liberando R$ 40 bilhões com a medida de saque imediato. Existem outras. Desses R$ 40 bilhões, R$ 21 bilhões são para pessoas que têm menos de R$ 1 mil na conta do FGTS. (Outros) R$ 31,8 bilhões são para pessoas que têm até R$ 5 mil na conta . Resumindo, primeiro os mais pobres — afirmou Sachsida.

Fonte: IG Economia
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Economia

Economia agrícola de Mato Grosso cresce, arrecada quase R$ 102 bilhões e volta a ser a maior do país

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Valor Bruto da Produção (VBP) mato-grossense foi de R$ 101,8 bilhões, enquanto São Paulo arrecadou R$ 78,1 bilhões

Mato Grosso é destaque nacional e internacional na agropecuária e, em 2019, assume novamente o primeiro lugar no Valor Bruto da Produção (VBP) superando o Estado de São Paulo.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Estado arrecadou 30% a mais que São Paulo – o VBP mato-grossense foi de R$ 101,8 bilhões, enquanto o segundo arrecadou R$ 78,1 bilhões.

O VBP é a soma de tudo o que foi arrecadado com a produção no Estado. Em Mato Grosso, o destaque é para a soja, com 46,19% da composição do VPB, seguido do algodão (33%) e do milho (16,12%).

“Mato Grosso se destaca principalmente porque a agropecuária é a aptidão do Estado. Há anos, o setor vem se organizando e usando a tecnologia e modelos de gestão a seu favor. O Governo do Estado colabora buscando desburocratizar, modernizar e trabalhar as demandas do setor, como infraestrutura e conectividade”, afirma Walter Valverde, secretário adjunto de Investimentos e Agronegócio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

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O Estado havia perdido posições nos últimos dois anos. De acordo com Sérgio Leal, coordenador do Observatório do Desenvolvimento da Sedec, os preços externos foram responsáveis por esta oscilação. “Nossos produtos são quase todos vendidos em dólar. Então, se cai o dólar, o VBP também diminui”, explica.

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Economia

Ociosidade na indústria atinge em novembro menor nível desde 2018

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O nível de utilização da capacidade instalada da indústria brasileira subiu para 78,2% em novembro de 2019, na série dessazonalizada (ajustada para o período). Com o aumento de 0,3 ponto percentual em relação a outubro, o indicador atingiu o maior nível desde agosto de 2018. As informações estão na pesquisa Indicadores Industriais, divulgada hoje (17) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a entidade, a utilização da capacidade instalada deve fechar 2019 com resultado positivo, apesar do ritmo de crescimento da indústria “frustrante”, especialmente no início de 2019. Segundo a CNI, o faturamento, o emprego e as horas trabalhadas na produção devem ter fechado o ano com pequenas quedas na comparação com a média de 2018. A massa salarial e o rendimento médio do trabalhador devem ter quedas mais acentuadas, diz a entidade.

A expectativa do setor é que a indústria inicie 2020 mantendo a tendência de recuperação do segundo semestre.

Os Indicadores Industriais mostram que, depois de cinco altas consecutivas, o faturamento real do setor caiu 0,6% em novembro frente a outubro, nos dados dessazonalizados. De acordo com a CNI, a queda é bem inferior ao crescimento acumulado nos cinco meses anteriores, de 4,3%. Ou seja, o resultado não representa uma reversão da recuperação dos últimos meses, mas, possivelmente, uma acomodação no ritmo de crescimento. No acumulado de janeiro a novembro, o faturamento registra queda de 0,9%.

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Pelo segundo mês consecutivo, as horas trabalhadas na produção ficaram estáveis em relação ao mês anterior na série dessazonalizada. No acumulado de janeiro a novembro frente ao mesmo período de 2018, recuaram 0,4%. O emprego também permaneceu estável em novembro em relação a outubro e, no acumulado de janeiro a novembro, apresentou queda de 0,3% na comparação como o mesmo período de 2018.

A massa real de salários caiu 0,1% e o rendimento médio do trabalhador recuou 0,3% em novembro frente a outubro, na série livre de influências sazonais. Os dois indicadores são os que registram as maiores retrações no acumulado do ano. De janeiro a novembro de 2019, a massa real de salários diminuiu 1,5% e o rendimento médio real do trabalhador teve queda de 1,3%.

Edição: Fernando Fraga
Tags: CNI indústria

Fonte: EBC Economia
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