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Economia

Guarulhos: terminal VIP terá limusine e estacionamento de carro voador

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Terminal VIP de Guarulhos oferecerá transfer em limusine e terá estacionamento para carros voadores
Guilherme Dotto

Terminal VIP de Guarulhos oferecerá transfer em limusine e terá estacionamento para carros voadores

O terminal VIP do aeroporto de Guarulhos , destinado ao público que pode pagar por um serviço exclusivo de embarque e desembarque, entrará em obras até outubro e deverá abrir as portas em 2023. Entre as inovações do local, estão um “vertiporto” para os chamados carros voadores, os eVTOLs (veículos de pouso e decolagem vertical), e também a oferta de transporte de passageiros em limusines. 

O contrato que viabiliza a construção e a operação do espaço foi assinado nesta quinta-feira pela AEPM Brasil, subsidiária da canadense AEPM International, com a concessionária do aeroporto, a GRU Airport. Em junho, o Ministério da Infraestrutura, que autorizou a assinatura do contrato por 40 anos, havia divulgado que a operadora seria a Jetex, o que não se confirmou. Na ocasião, a GRU Airport não desmentiu a informação.

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O terminal VIP de Guarulhos será o primeiro do tipo no Brasil e, de acordo com a operadora, o maior do mundo. Terá 5.100 metros de área construída em dois andares e as obras devem durar 18 meses. Ao todo, o investimento da companhia chega aos US$ 100 milhões (R$ 534 milhões). 

Embora o projeto do terminal já conte com o espaço destinado ao vertiporto, a construção do ponto para pouso e decolagens dos carros voadores, diz Anita Newcourt, vice-presidente de experiência do cliente da AEPM International, ainda depende da viabilização desse meio de transporte no Brasil e das licenças para operação desse tipo de pista, o que a companhia estima para 2026.

O espaço será destinado a passageiros de voos comerciais regulares, e não da aviação executiva, como se divulgou anteriormente. Anita diz que o objetivo é oferecer um serviço personalizado, mas relativamente acessível. 

Os preços no Brasil começam em US$ 150 dólares por pessoa e por chegada (R$ 800 no câmbio atual) e US$ 250 por partida (o equivalente a R$ 1.335). A empresa atua também em um terminal VIP no aeroporto de Heathrow, em Londres. Lá, o serviço custa US$ 3.000 (R$ 16.020) para três passageiros.

O serviço mais básico oferece buscar o passageiro de limusine em seu hotel ou residência em São Paulo e deixá-lo no terminal. Na chegada, funcionários da AEPM vão se encargar de despachar a bagagem dos passageiros e fazer para eles os trâmites até de imigração.

O check-in dos passageiros será acompanhado por um anfitrião dedicado, segundo a empresa, para evitar filas e o contato com o restante da burocracia do aeroporto.

“Queremos prestar um serviço que seja acessível também a passageiros que não necessariamente voem apenas de primeira classe, mas também na econômica. Nossa vantagem é que não será somente um business lounge, mas um terminal inteiro sem barulho e filas. O cliente vai chegar e entregar o passaporte a um anfitrião que vai cuidar dos trâmites burocráticos de check-in e imigração para ele”, afirma Anita Newcourt. 

O edifício também vai contar com um restaurante com pratos a la carte preparados por um chef brasileiro e, segundo a executiva, a refeição está inclusa na tarifa. O local também oferecerá duty-free e aluguel de carros.

O arquiteto Carlos Rossi é responsável pelo projeto do terminal, que inclui ainda salas de reuniões cujo uso é cobrado à parte. Haverá ainda um jardim sensorial, um espaço infantil à prova de som, uma área destinada a animais de estimação, um lounge para dormir e até um serviço de engomadoria e engraxate. Quem decidir tomar banho no local terá à disposição chuveiros de alta pressão.

Inicialmente, a operadora canadense prevê que a estrutura em Guarulhos receba de 70 a 90 passageiros por dia. Para oferecer um serviço de luxo, o cálculo é que será necessário 1 funcionário para cada 2 clientes.

Fonte: IG ECONOMIA

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Eletrobras reduz lucro em 45% após investimento em Furnas

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Eletrobras
Agência Brasil

Eletrobras

A Eletrobras obteve lucro líquido de R$ 1,401 bilhão no segundo trimestre do ano , queda de 45% na comparação com o mesmo período de 2021. No acumulado do ano até junho, o lucro da companhia caiu 1%, para R$ 4,117 bilhões.

Segundo a estatal, o resultado foi impactado negativamente pela provisão para perdas em investimentos no montante de R$ 890 milhões, em função, principalmente, do  aporte de capital realizado por Furnas na SPE Santo Antônio Energia.

No trimestre também pesou o registro de R$ 694 milhões em Provisão para Crédito de Liquidações Duvidosas (PCLD) relativo à inadimplência da distribuidora Amazonas Energia.

A receita operacional líquida atingiu R$ 8,856 bilhões no período, 19,1% superior à observada no mesmo período do ano passado, influenciada pela melhor performance nos contratos bilaterais e pelo reajuste anual das receitas de transmissão cuja base de ativos foi ampliada no ciclo 2021/2022 pelo reperfilamento da Rede Básica Sistema Existente (RBSE).

De janeiro a junho, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 4,861 bilhões, alta de 6% em comparação com igual intervalo do ano anterior. Considerando os seis primeiros meses de 2022, o Ebitda ajustado aumentou 5% para R$ 9,791 bilhões. A margem Ebitda ajustada do período alcançou 55%, queda de 7,08 pontos percentuais (p.p.) na base anual.

Ao final do trimestre, a dívida líquida recorrente da Eletrobras era de R$ 15,142 bilhões, 11% menor que no mesmo intervalo do ano anterior. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida por Ebitda LTM ajustado, alcançou 0,7 vez no trimestre, queda de 24% na base anual.

Os investimentos da Eletrobras no trimestre totalizaram R$ 2,548 bilhões, crescimento de 159% em base anual de comparação. No semestre os investimentos avançaram 103%, para R$ 3,050 bilhões.

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Fonte: IG ECONOMIA

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Tomate e banana e outras frutas influenciam e aumentam valor da cesta de alimentos em Cuiabá

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Após duas quedas consecutivas, foi registrado um aumento no preço da cesta básica em Cuiabá nesta segunda semana de agosto, em comparação com a anterior. Foi o que apontou o levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa da Fecomércio (IPF-MT). A retração de -0,64%, fez com que os itens considerados essenciais para a subsistência de uma família de até quatro pessoas custassem, em média, R$ 704,96, na semana passada, contra os R$ 710,28 esta semana.

Para o diretor de Pesquisas do IPF-MT e superintendente da Fecomércio-MT, Igor Cunha, a alta da cesta foi influenciada principalmente pelo valor do tomate, que apresentou uma forte variação semanal de 20,42%. “O aumento no preço do item pode estar associado à redução da oferta do produto nos atacados, aumentando o seu valor nos mercados”, destacou. Já a banana apresentou uma diferença, para mais, de 2,35%, o que representou um aumento de R$ 1,60 no valor na Capital.

Já os produtos que registraram queda, o café apresenta recuo de 2,86% no comparativo semanal, com diminuição no seu preço de R$ 0,63. Outro item que demostrou queda foi o leite, com queda de 2,94% no comparativo semanal, recuando pela segunda semana consecutiva.

A cesta básica se mantém no patamar dos R$ 700,00, indicando estabilidade, mesmo com oscilações de determinados produtos, o que pode ajudar no planejamento de consumo das famílias.

O leite, responsável pelos consecutivos aumentos no preço da cesta desde o fim do mês de março, apresentou a primeira queda no preço, de -1,55%. Já a manteiga ainda sofre com consecutivos aumentos nos preços, que registrou variação positiva de 1,32% na semana, o que pode estar ligado ao custo de produção e à oferta reduzida nos supermercados.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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