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Guardas encerram festa clandestina com 235 pessoas na Mooca, em São Paulo

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Comitê de Blitze encerrou uma festa clandestina com 235 pessoas na Zona Leste de São Paulo
Reprodução/Governo de São Paulo

Comitê de Blitze encerrou uma festa clandestina com 235 pessoas na Zona Leste de São Paulo

Na Mooca , Zona Leste de São Paulo, uma festa clandestina com 235 pessoas foi encerrada pelo Comitê de Blitze do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo, na madrugada deste domingo (6). Entre os participantes do evento, 68 não utilizavam máscaras de proteção facial .

A ação foi realizada pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos (Garra), do Departamento de Operações Especiais de Polícia (Dope), em conjunto com a Vigilância Sanitária do Estado, Procon-SP e órgãos fiscalizadores do município.

Entre a noite de sábado e a madrugada deste domingo, as equipes autuaram cinco estabelecimentos comerciais na Capital, localizados nos bairros da Liberdade, Aclimação, Jardim Paulista, Bela Vista, Consolação e Parque da Mooca.

No total, a Polícia Militar apoiou 11 ações da Vigilância Sanitária, Procon e município. Foram realizadas 994 dispersões. 

Fiscalização em Campos do Jordão

Além das ações na capital, a força-tarefa também atuou no município de Campos do Jordão . Ao todo, três festas com mais de 200 pessoas foram desmobilizadas e 25 estabelecimentos foram notificados por aglomeração.

Desde o início do feriado de Corpus Christi a cidade turística, no interior de São Paulo, vem registro inúmeros pontos de aglomeração . Visitantes se reúnem sem máscara na região central para beber e conversar. 

Todos os estabelecimentos notificados, assim como os responsáveis pelos imóveis e locações envolvidas, serão multados e enquadrados na Lei Municipal 4.033/20, que informa as medidas de combate à pandemia na cidade.

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Renan Calheiros pede quebra de sigilo bancário da Jovem Pan

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Renan Calheiros (MDB-AL)
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Renan Calheiros (MDB-AL)

O relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou requerimento da quebra do sigilo bancário da rádio Jovem Pan. Para o senador, a emissora é “grande disseminadora das chamadas fake news” na pandemia. O pedido de quebras de sigilo é retroativo ao início do ano de 2018.

O objetivo da quebra, segundo o parlamentar, é descobrir se a rádio recebeu aportes financeiros após a pandemia: “Deve ser apresentada análise comparativa entre os períodos, anterior e posterior à situação de pandemia, até a presente data”, diz trecho do requerimento.

“Ademais, a quebra, a transferência e todas as análises, em especial a comparativa, deverão ser elaboradas com dados e informações, outrossim ligações com outras pessoas naturais e jurídicas, disponíveis nas diversas bases de dados da Receita Federal do Brasil”.

A CPI pretende investigar mais a fundo a disseminação de notícias falsas sobre a Covid.

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Bolsonaro não admite corrupção na Saúde, mas fala em “responsabilizar culpados”

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Em meio à investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, o presidente Jair Bolsonaro admitiu a possibilidade de “problemas” no Ministério da Saúde, mas voltou a falar que não há nenhuma denúncia de corrupção no governo.

Neste sábado, 31, Bolsonaro e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que é formalmente investigado pela CPI, visitaram o Hospital Regional do Câncer de Presidente Prudente (SP), para oficializar o credenciamento do Sistema Único de Saúde (SUS) na unidade.

“Pode ser que apareça algum problema no ministério dele (Queiroga), afinal de contas o orçamento diário dele são R$ 550 milhões. Não é fácil você coordenar, fiscalizar e executar esse recurso. Mas, repito, se aparecer algum problema, eu e Queiroga seremos os primeiros a colaborar com as investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados”, afirmou o presidente.

A CPI da Covid investiga um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin, cujo contrato foi cancelado pelo Ministério da Saúde após o avanço das investigações no Senado. Os senadores suspeitam de favorecimento à empresa Precisa Medicamentos, que intermediou a negociação, e acusam Bolsonaro de ter cometido o crime de prevaricação por não ter determinado a investigação das denúncias. O governo nega as acusações e tenta conter o desgaste na CPI.

No mês passado, o ministério demitiu o diretor do Departamento de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias, após ele ser acusado de pedir propina para negociar vacinas. Agora, o grupo majoritário da CPI decidiu que vai solicitar o afastamento da médica Mayra Pinheiro, acusada de interferir nas apurações, da Secretaria de Gestão em Trabalho.

No evento, Queiroga declarou que Bolsonaro “interfere” no Ministério da Saúde, mas, para cobrar a execução das políticas públicas. A falta de autonomia dos ministros da pasta na pandemia de covid-19 é uma das linhas de investigação da CPI, que retoma os trabalhos na terça-feira, 3, após o recesso parlamentar.

“As pessoas me perguntam: o presidente Bolsonaro interfere no Ministério da Saúde? A resposta é sim. O presidente interfere no Ministério da Saúde e em todos os ministérios porque ele cobra que os ministros trabalhem para que todos recursos públicos sejam revertidos em políticas públicas para a sociedade brasileira”, disse Queiroga.

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