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Grupo Abril vende Exame por R$ 72,3 milhões

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Grupo Abril está em recuperação judicial e leilão já estava previsto

Em recuperação judicial desde agosto do ano passado, o Grupo Abril vendeu nesta quinta-feira sua unidade de negócios Exame, que inclui a revista, o site e a divisão de eventos, para o banco BTG Pactual.

O leilão estava previsto no plano de recuperação judicial da editora e aconteceu na 2ª Vara de Recuperações e Falências, em São Paulo. O BTG foi o único a participar e deu um lance de R$ 72,3 milhões.

“A venda do ativo, que tem alto valor agregado dada à sua reputação no setor de mídia, foi a alternativa que melhor se apresentou para equacionar algumas das obrigações da empresa dentro do atual contexto de mercado e da própria companhia”, afirmou a Abril em nota.

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 O negócio agora terá que ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão que regula a concorrência. Nenhum outro título da editora entrou no leilão. Também está prevista a venda do imóvel onde fica a sede da Abril, em São Paulo, na Marginal Tietê, e um imóvel em Campos do Jordão, no interior do estado.

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Com dívida de R$ 1,6 bilhão, a editora Abril, fundada pela família Civita na década de 1950, foi vendida em dezembro do ano passado para o advogado carioca Fábio Carvalho , especializado em recuperação de empresas e que tem participação na Casa & Vídeo, na Liq (ex-Contax) e controla a Leader Magazine.

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 A Abril foi vendida pelo valor simbólico de R$ 100 mil. A Enforce, gestora de créditos do BTG Pactual, ficou com R$ 1,1 bilhão da dívida, que estava nas mãos dos bancos Bradesco, Santander e Itaú, tornando-se a principal credora da empresa. A enforce comprou a dívida com um deságio de mais de 90%.

Pedro Thompson, que presidiu a Estácio até o ano passado, foi escolhido por André Esteves, um dos fundadores do BTG, para comandar a operação da revista Exame.

Em reuniões internas, as diretrizes dos novos controladores são de manter a independência editorial , formar um conselho editorial para ter distanciamento dos interesses do banco e continuar com a revista impressa.

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 Thompson visitou redação de grandes veículos de imprensa em outros países para obter informações sobre as melhores práticas no contexto global da mídia.

Em nota, o BTG Pactual confirmou a aquisição da Unidade Produtiva Individual Exame no leilão e informou que aguarda a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a conclusão da operação.

Fonte: IG Economia
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Primeiro pagamento do Bolsa Família em 2020 será nesta segunda-feira

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Bolsa Família

O pagamento do primeiro  Bolsa Família de 2020 será feito na próxima segunda-feira. Com isso, o Ministério da Cidadania fará o repasse dos R$ 2,526 bilhões para as 13,2 milhões de famílias incluídas no programa – o valor médio do benefício é de R$ 191.

Com oito filhos, Deuselhia dos Santos, 54 anos, moradora de Brasília, conta como o dinheiro recebido do governo é essencial para o sustento da casa. “Como eu estou desempregada, esse dinheiro é fundamental para comprar comida para a família todo mês. É sagrado”, afirmou.

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O ministro da Cidadania, Osmar Terra, disse que a pasta trabalha para garantir os recursos para aqueles que realmente precisam. “Nós seguimos fazendo o pente-fino no programa, removendo quem não precisa do dinheiro. Assim, podemos garantir que famílias realmente necessitadas tenham acesso ao benefício”, contou.

O Bolsa Família é um benefício que abrange famílias em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 85, e pobres, com renda per capita mensal entre R$ 85,01 e R$ 170 reais. O beneficiários recebem um valor todos os meses do ano, mas para assegurar o auxílio, precisam cumprir com compromissos nas áreas de saúde e educação, como a vacinação de crianças e a garantia da frequência escolar.

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Fonte: IG Economia
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Conta de luz deve continuar cara com acionamento de termelétricas

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Conta de luz deverá ficar mais cara em 2020, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica

A conta de luz do brasileiro vai continuar ficando cara por causa do baixo nível dos reservatórios de hidrelétricas, o que obriga a acionar as termelétricas, que usam gás e óleo, por exemplo, aumentanto os gastos com produção de energia. Com isso, entram as bandeiras tarifárias para compensar esse custo extra.

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De acordo com o Operador Nacional do Sistema, o acionamento da bandeira amarela representa R$ 1,34 a mais a cada 100 kwh consumidos. Outro dado importante é que, a partir de dezembro, o Brasil dobrou a produção a producão de energia por termelétrica na comparação com o mesmo período de 2018.

Entretanto, esperava-se que com as tradicionais chuvas desse mês de janeiro os níveis dos reservatórios e as tarifas voltasse ao normal. É possível que seja necessário colocar mais termelétricas em funcionamento no caso de não chover nos locais necessários, aumentando ainda mais os preços ao consumidor.

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Ao longo de 2020, a conta de energia elétrica tende a ficar 2,42% mais cara, de acordo com consulta pública feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que aprovou orçamento de R$ 22,45 bilhões para a CDE em 2020, valor 11% mais alto do que de 2019, de R$ 20,2 bilhões

Fonte: IG Economia
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