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Greve Global pelo Clima acontece em países de todo o mundo; acompanhe

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Concentração em São Paulo inicia no MASP arrow-options
Gabriela Neves

Concentração em São Paulo inicia no MASP












Crianças na Greve Global pelo Clima, em São Paulo arrow-options
Gabriela Neves

Crianças na Greve Global pelo Clima, em São Paulo













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Gabriela Neves

Jovem durante manifestação













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Gabriela Neves

Cartazes – Greve Global pelo Clima













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“Cemitério de Espécies” – Greve Global do Clima



No Brasil

Atos acontecem em diversos estados brasileiros como São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Alagoas, Bahia, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, entre outros.

Leia também: Greve Global pelo Clima deve levar milhões às ruas nesta sexta-feira

Leia mais: Combate às mudanças climáticas vai paralisar cidades de todo o mundo

No mundo:

Protestos com imensa adesão acontecem na Austrália, Uganda, Nigéria, Alemanha, França, Suécia, entre outros países, exigindo ações concretas contramudanças climáticas e  pressionando os políticos

Para encontrar a manifestação  pelo clima mais próxima de você, acesso  o site .

Leia também: Greve Geral pelo Clima acontece nesta sexta em São Paulo

Início do movimento

Em novembro de 2015 um movimento precursor ocorreu às vésperas da Conferência sobre o  Clima  em Paris . Cerca de 50 mil pessoas foram às ruas, defendendo temas que reivindicavam o uso de combustíveis fósseis, o desenvolvimento de fontes energéticas alternativas e garantia dos direitos dos refugiados climáticos – em oposição à xenofobia.

Entretanto, foi em agosto de 2018, desencadeada por  Greta Thumberg  – uma estudante sueca de até então 15 anos – que a  Greve Global  pelo  Clima  passou para uma nova fase. Hoje  são os jovens de diversos países que mais pressionam a sociedade a tomar atitudes contra as mudanças climáticas .







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Nacional

TRF-2 nega habeas corpus e mantém Alexandre Baldy na prisão

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Pei Fon/ Secom Maceió

Alexandre Baldy teve pedido de habeas corpus negado pelo TRF2

O secretário estadual de Transportes Metropolitanos de São Paulo,  Alexandre Baldy, teve pedido liminar de habeas corpus negado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). A decisão foi tomada pelo desembargador Abel Gomes, da Primeira Turma Especializada do tribunal, nesta sexta-feira (7). O mérito do recurso ainda será julgado pela turma. A informação foi divulgada pela assessoria do TRF2.

Baldy teve a prisão temporária decretada pela primeira instância da Justiça Federal do Rio de Janeiro na Operação Dardanários, que apura fraudes em contratações da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Baldy recebeu propinas da organização social Pró-Saúde, para favorecê-la em contratações com o Poder Público.

Os repasses teriam sido feitos quando ele exercia os mandatos de deputado federal e de ministro das Cidades, no governo Michel Temer.

A Operação Dardanários foi deflagrada na quinta-feira (6) e também resultou na prisão, dentre outros, de Rafael Bastos Lousa Vieira, que também teve liminar negada pelo desembargador Abel Gomes. Ontem mesmo, Baldy pediu licença de 30 dias do cargo.

A defesa de  Baldy alegou incompetência da Justiça Federal de primeiro grau para julgar o caso, já que a Constituição Estadual de São Paulo lhe asseguraria o direito ao foro especial por prerrogativa de função.

Abel Gomes rebateu o argumento e sustentou que a ação teve início no Supremo Tribunal Federal (STF), que declinou da competência para a primeira instância em razão de o acusado não mais ocupar cargo de ministro e de o caso ter conexão com os fatos apurados na Operação SOS, que tramita na Justiça Federal fluminense.

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Rodrigo Maia diz que prisão de Alexandre Baldy foi ‘muito dura’ e ‘arbitrária’

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maia
Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, criticou prisão de Baldy

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou, nesta sexta-feira (7), que a prisão de Alexandre Baldy, secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, foi “muita dura” e “um pouco arbitrária”. A declaração foi dada durante uma entrevista ao historiador Marco Antonio Villa, em seu canal do YouTube.

“Fiquei surpreendido, claro. Não tinha nenhuma informação. Acho que a decisão é muito bruta, muito dura. Prender uma pessoa por causa de um fato de seis ou sete anos atrás me parece uma decisão, vamos dizer, um pouco arbitrária”, afirmou Maia.

O presidente da Câmara ainda disse que, apesar da decisão dura, agora cabe ao Ministério Público e à Justiça esclarecerem os fatos. “Claro que toda vez que há um indício, todos nós temos a obrigação de nos defender, ir à Justiça. E o Ministério Público a obrigação de investigar, e a Justiça de julgar. Mas uma decisão de um fato que não tem nenhuma relação com o momento atual, até porque a lei diverge disso, de fato é uma decisão dura”, completou.

Rodrigo Maia ainda voltou a comentar sobre a  polêmica envolvendo suas críticas à procuradores do Ministério Público. “A única crítica que eu faço é que às vezes dá a impressão que os procuradores não gostam de ser fiscalizados. No sistema brasileiro, a Procuradoria-Geral da República e o Procurador-Geral coordenam os trabalhos de todos os Ministérios Públicos. E junto com o corregedor do CNMP (Conselho Nacional do Ministéri Público), eles têm o papel de impor e colocar os limites, investigar os excessos”, disse.

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