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Grêmio derrota Bahia por 1 a 0 na Copa do Brasil e garante vaga nas semifinais

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Lance

Grêmio está nas semifinais da Copa do Brasil arrow-options
Divulgação/Site Grêmio

Grêmio está nas semifinais da Copa do Brasil


Na Arena Fonte Nova, o Grêmio deixou de lado a desconfiança, venceu o Bahia por 1 a 0 e carimbou a sua vaga na semifinal da Copa do Brasil. O único gol do jogo saiu através de Alisson, na etapa final. Na próxima fase o Tricolor Gaúcho mede forças com o Athletico-PR.

O jogo

O Grêmio não se importou para o fato de jogar fora de casa e foi com tudo para cima do Bahia no começo do jogo. Porém, o Tricolor gaúcho não conseguia transformar essa superioridade inicial em chances de gol.

A primeira boa oportunidade do time de Porto Alegre surgiu somente aos 21, quando Jean Pyerre foi no fundo e cruzou rasteiro, mas Moises estava esperto para fazer o corte e evitar que a bola chegasse para o André finalizar.

O Bahia resolveu sair da defesa, e quase o gol saiu na primeira descida ao ataque. Em cobrança de falta, Artur levantou na área, mas Kannemann afastou mal. Lucas Fonseca pegou de primeira, mas Paulo Victor faz a defesa.

O Grêmio continuou melhor na partida e o Bahia apostava nos contra-ataques, que por muito pouco não resultou em gol de Artur, que recebeu de Gilberto e mandou para fora.

Aos 42 minutos, finalmente os Gaúchos criaram uma oportunidade perigosa. André recebeu na entrada e finalizou rasteirinho, só que Douglas salvou o Bahia com a ponta dos dedos.

O segundo tempo começou meio truncado com os marcadores levando vantagem sobre os atacantes e meias. Nessas horas, só uma jogada individual para fazer a diferença. E foi exatamente o que aconteceu. Matheus Henrique lançou Alisson, o meia gremista saiu costurando dentro da área e finalizou no canto e inaugurou o marcador, 1 a 0 para os Gaúchos.

O Bahia foi para o desespero e o Grêmio passou a apostar no contra-ataque. E foi em um desses contra-ataques que Alisson disparou e foi derrubado por Moises. Após revisão do VAR , o árbitro marca falta e expulsa o lateral do Bahia.

Com um a mais, o Grêmio conseguiu administrar o resultado e garantir a classificação fora de casa

BAHIA 0 X 1 GRÊMIO
Local:
Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Data-Hora: 17/7/2019 – 19h15
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Kléber Lúcio Gil (SC) e Bruno Raphael Pires (GO)
VAR: Bruno de Arleu de Araújo (RJ)
Público/renda: 46.341 pagantes/R$ 1.349.590,50
Cartões amarelos: Gilberto, Elton, Gregore (BAH), Kannemann, Maicon, Everton, Matheus Henrique (GRE)
Cartões vermelhos: Moisés (BAH)
Gol: Alisson (18’/2ºT)

BAHIA: Douglas; Nino Paraíba, Lucas Fonseca, Juninho e Moisés; Elton (Shaylon, aos 22/2ºT), Gregore e Ramires (Fernandão, aos 36/2ºT), Artur, Gilberto e Elber (Arthur Kaíke, aos 11/2ºT). Técnico: Roger Machado.
GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo, Geromel, Kannemann e Cortez; Matheus Henrique, Maicon (Romulo, aos 34/2ºT) e Jean Pyerre (Luan, aos 17/2ºT); Alisson (Pepê, aos 36/2ºT), Everton e André. Técnico: Renato Gaúcho.

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Atleta campeão desabafa: “independente do meu histórico de atleta, o coronavírus é uma ameaça real”

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Italo Costa conta que o coronavírus é uma ameaça real até mesmo a pessoas saudáveis e atletas como ele e considera acertada a decisão de adiar os jogos olímpicos de 2020 e o Arnold South America

Grandes competições multidesportivas que aconteceriam no primeiro semestre de 2020 foram adiadas, como as Olimpíadas de Tóquio e o Arnold South America, por conta do covid-19, indicando que o mundo dos esportes tem sofrido modificações profundas.

O atleta e campeão de fisiculturismo WBFF Italo Costa acredita que nada será como era antes: “Eu acredito que com o avanço do Covid-19 o mundo nunca mais será o mesmo, principalmente quando se trata de viagens internacionais e grandes eventos. Acho que novos padrões de segurança e talvez ate testes rápidos poderão ser implantados daqui em diante.”

Covid-19 e alta performance

Italo considera acertada a decisão de adiar a realização de grandes eventos desportivos: “no mundo dos esportes, principalmente quando falamos em alta performance, temos que levar em conta o preparo, isso significa condições em que seja possível esse preparo em alta performance e no momento atual, seria desleal, perante as condições entre diferentes realidades esse desenvolvimento e preparo para competições. Então em qualquer esporte é de extrema importância o timing.”

Histórico de atleta

Italo Costa acredita que o coronavírus é uma ameaça real, mesmo para aqueles que tem ‘histórico de atleta’: “eu não estou no grupo de risco, tenho histórico como atleta de alto rendimento e meus exames periódicos apontam que está tudo bem comigo. Contudo, ainda que eu teoricamente não sofra consequências mais graves da exposição ao vírus, posso ser um agente de transmissão a outras pessoas, em especial idosos. Então proteção em primeiro lugar. Não é porque eu sou forte, musculoso ou atlético que eu sou imbatível. Estou treinando em casa e seguindo as recomendações dos profissionais da saúde.”

Vida pós coronavírus

O atleta acredita em um retorno paulatino das atividades desportivas a partir de 2021, mas já com mudanças implementadas: “Como temos algumas competições de qualificação no fisiculturismo  como por exemplo o Arnold Classic, as classificatórias do Mr Olympia ficam comprometidas e precisam ser revistas. Contudo continua normalmente no cronograma no segundo semestre. Na WBFF o mundial continua no cronograma de agosto em 2020, porem poderá ser cancelado. Contudo, depois do controle dessa epidemia, acho que haverá a implementação de novos protocolos de segurança.”

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Esportes

Paralisação não muda sonho de piloto brasileiro: “Campeão mundial”

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A vitória em Valência (Espanha) pela última etapa da temporada de abertura da MotoE, campeonato de motos elétricas do Mundial de Motovelocidade, ainda está gravada na memória de Eric Granado. “Foi a corrida mais marcante da minha vida”, afirmou à Agência Brasil.

Não é exagero. Em 17 de dezembro de 2019, o paulistano de 23 anos ultrapassou o experiente britânico Bradley Smith, de 29, na curva final do Circuito Ricardo Tormo para conquistar o segundo triunfo dele na temporada. Isso um dia após subir ao topo do pódio pela primeira vez, na mesma pista, dando fim ao jejum de 14 anos sem vitórias brasileiras em competições do Mundial (A última havia sido em 2005, com Alexandre Barros, considerado o maior nome da modalidade no país, na etapa de Portugal da MotoGP, principal categoria da motovelocidade).

Após Valência, Eric competiu em dezembro, quando levou o tricampeonato do Superbike Brasil (principal torneio nacional da modalidade). De lá para cá, até deu tempo para, no primeiro treino da pré-temporada da MotoE, em março deste ano, ser o mais veloz na pista de Jerez de la Frontera (Espanha). Mas, a pandemia do novo coronavírus (covid-19) interrompeu a preparação do brasileiro para a segunda temporada do campeonato, que teve a primeira etapa adiada e, a princípio, começa em 28 de junho, no circuito de Assen (Holanda).

Eric Granado, piloto brasileiro de motovelocidade, nas categorias MotoE e MotoGPEric Granado, piloto brasileiro de motovelocidade, nas categorias MotoE e MotoGP
Piloto brasileiro celebra vitória em GP em Valência (Espanha) – MotoGP/MotoE/Direitos Reservados

“Tenho feito meus treinos funcionais em casa, com orientação de um personal. Agora, principalmente, estou fazendo uma reabilitação do ombro, com exercícios que o fisioterapeuta me passa. Faço algumas atividades no rolo de treinamento [de bicicleta]. Busco manter distância e seguir as recomendações de saúde. Mas, não há nada que se assemelhe à pilotagem. Não tem um simulador, como nos carros”, contou. “É triste pensar que vou ficar tanto tempo sem pilotar. É algo que nunca vivi, mas é uma questão ímpar. É para todo mundo”, completou.

A pausa forçada se dá na melhor fase da carreira do paulistano. Após os resultados do ano passado, ele foi anunciado como reserva da equipe Avintia na MotoGP. Ou seja, caso algum dos pilotos titulares do time (o mesmo pelo qual compete na MotoE) não possa correr, o brasileiro terá chance na principal categoria da motovelocidade.

Dá para entender, então, o porquê do início promissor em 2020 encher o piloto de moral. “Sim, considero que estou entre os favoritos na MotoE. Estamos muito bem, preparados. A temporada passada terminou com chave de ouro e estou confiante. Dá uma energia extra, um gás para recomeçar da melhor forma”, afirmou.

Em entrevista à Agência Brasil, Eric Granado também explicou as diferenças de pilotar motos elétricas e as movidas à combustão, destacou a importância de ter começado a competir cedo (aos nove anos) na Europa e garantiu que, apesar da chegada à MotoGP ser o próximo objetivo, não sente pressão ou ansiedade por isso. Mas sentenciou: “Quero ser campeão mundial”.

Eric Granado, piloto brasileiro de motovelocidade, nas categorias MotoE e MotoGPEric Granado, piloto brasileiro de motovelocidade, nas categorias MotoE e MotoGP
O sonho de Eric Granado é conquistar o título mundial – MotoGP/MotoE/Direitos Reservados

Conciliar MotoE e Superbike

“Já há muitos anos concilio dois campeonatos no ano. É a quinta temporada assim. É algo que consigo levar de boa. Se corresse só um ou outro, seriam poucas etapas. Participar de campeonatos no Brasil também é bom para mim. Fico próximo dos patrocinadores, consigo treinar e me preparar estando sempre em cima da moto”.

Diferença entre moto elétrica e convencional

“A moto em si é muito diferente, o comportamento. A pilotagem na moto elétrica é semelhante à da convencional, mas o funcionamento dela é muito diferente. Além do motor, movido a energia elétrica, a moto pesa muito mais. Não tem marcha, não tem embreagem, mas a pilotagem é parecida. Por isso, adaptei rápido”.

Chegar à MotoGP

“Lido de boa com isso. Venho trabalhando há muitos anos, mas não tenho essa ansiedade. Todos chegam lá por merecimento, por capacidade. Acredito que mereço e tenho potencial, então é questão de as coisas se ajustarem e conseguir finalmente demonstrar meu potencial, o que consegui fazer nas últimas etapas [da MotoE] e agora na pré-temporada. Não é qualquer um que entra [na MotoGP]. É preciso fazer algo excepcional para conseguir. Então continuarei dando o melhor e indo em busca do título deste ano para as equipes verem que tenho potencial para a MotoGP. É questão de tempo. Mais cedo ou mais tarde terei vaga”.

Início precoce na Europa

“Olha, na Europa nem fui tão precoce. O pessoal começa ainda mais novo. Fui no momento certo. Se não tivesse ido tão cedo, não teria evoluído e chegado aonde cheguei. Fui bem recebido. Claro, tomei bastante na cabeça com alguns pilotos no início [risos], mas ganhei experiência, fiz amizades e conheci esse mundo com meu pai e essas pessoas”.

Referências

“Meu ídolo sempre foi o Valentino Rossi [italiano, sete vezes campeão mundial da MotoGP], mas hoje em dia admiro muito o Marc Márquez [espanhol, dono de seis títulos na maior categoria da motovelocidade]. É um cara diferente. Hoje, é minha referência, como piloto e profissional”.

Perspectiva para 2020 pós-pandemia

“É a mesma. O mesmo plano de treinos e mentalidade. Se a corrida será agora ou daqui a dois, três meses, não depende de mim. Quando a temporada começar, estarei pronto para competir. É questão de aguardar e ir para cima”.

Edição: Fábio Lisboa

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