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Grazi Massafera vê Paloma, de “Bom Sucesso”, como papel mais difícil da carreira

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Após encerrar os trabalhos como a Paloma de “Bom Sucesso” (a trama encerra atividades dia 25), Grazi Massafera quer férias. “Vou aproveitá-las o máximo que eu puder, para me alimentar de coisas novas, relaxar, observar”, conta a atriz. Ainda assim, ela não queria que a novela acabasse de jeito nenhum.

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Grazi Massafera arrow-options
Reprodução/Instagram/@massafera

Grazi Massafera

“Já estou com saudades. Eu estou até me recusando a ler os últimos capítulos. Parece mentira, mas não estou querendo ler porque estou vendo que a novela acaba mesmo”, brinca Grazi Massafera .

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Acostumada a ouvir que a problemática Larissa da supersérie “Verdades Secretas” foi seu papel mais difícil, nega e declara que a batalhadora Paloma a fez trabalhar por três.

“Foi uma das melhores coisas que eu já fiz. Essa personagem foi bastante difícil, é uma mulher do cotidiano. E fazer o simples parece fácil, mas não é. Quando fiz a Larissa, eu tinha poucos dias de gravação, tinha mais tempo de estudo, ia mais segura, fazia as coisas com mais agilidade. Mas a Paloma foi um trabalho feito com muito prazer. Os bastidores são muito legais, teve muito aprendizado com todo mundo, com Antonio Fagundes, Romulo Estrela, as crianças. Nunca trabalhei com crianças tão talentosas”, anima-se. “Saio com sensação de dever cumprido, feliz demais com o resultado de todo o mundo”.

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Vida após o “BBB”

Alberto (Antonio Fagundes) e Paloma (Grazi Massafera) em arrow-options
Divulgação/Globo

Alberto (Antonio Fagundes) e Paloma (Grazi Massafera) em “Bom Sucesso”

Lançada na telinha após participar do “Big Brother Brasil 5′, em 2005, Grazi foi parar na Oficina de Atores da Globo e fez a Thelma em “Páginas da Vida”, de Manoel Carlos. Enfrentou críticas, viu polêmicas sobre a presença de ex-participantes de reality shows em elencos de novelas, mas sempre investiu em seu trabalho. Hoje, aos 37 anos, se sente mais segura.

“Em qualquer profissão você vai crescer e aprender, vai conquistando espaço. Eu fui jogada aos leões e tive que ir adquirindo maturidade. Eu não queria ser atriz, queria ter dinheiro e uma profissão. Fui me apaixonando”, conta. “Aprendi até a aceitar elogios, porque eu passei a entender o tamanho que eu ocupo, não sou melhor, nem pior que ninguém. Bom, eu tinha vergonha de receber elogios”, brinca.

Uma das inspirações de Grazi para fazer a Paloma foi sua própria mãe, já que apesar de ter uma filha (Sofia, sete anos, de seu casamento com Cauã Reymond), ela nunca foi mãe de adolescente. “Também me inspirei em amigas, em pessoas que eu encontro na rua”, conta ela, que por sinal fez a novela, cuja trama fala sobre livros, no momento em que Sofia está se alfabetizando. A filha foi uma das telespectadoras da novela .

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“Foi o primeiro personagem que deixei que ela visse com mais frequência, que ela acompanhou. Ela tinha prazer nisso: ‘Mãe, vai trabalhar, fica tranquila’. Ela teve muita maturidade, se alfabetizou lindamente e foi ótimo estar falando sobre literatura no momento em que ela se alfabetizava”, conta Grazi, que promete pegar mais o hábito da leitura. “Vou me inspirar para ler mais quando acabar o trabalho”.

Grazi costuma imaginar que seu personagem pode ajudar no diálogo entre famílias. E cita um exemplo pessoal. “Lá em casa, meu pai e minha mãe não eram de dialogar. Eram mais brutos no sentido de demonstrar amor, de falar. Mas a gente via a novela juntos e a gente se comunicava sobre aquele tema que víamos na televisão. Já era algo importante. Trazia algo para o diálogo. Isso é o que a profissão me traz de mais precioso”, revela Grazi.

Grazi no amor

Grazi Massafera e Caio Castro arrow-options
Divulgação

Grazi Massafera e Caio Castro

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Grazi Massafera tem circulado com o ator Caio Castro , mas apenas ri e muda de assunto quando perguntada sobre seu suposto namoro. “Ah, demorou para perguntarem isso, né? Se eu estou feliz? Bom, a novela tá maravilhosa…”, brinca.

Fonte: IG Gente
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“Nenhum Carnaval vai superar o de Salvador”, diz vocalista da Banda Eva

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Neste Carnaval, o fenômeno que arrasta multidões no Carnaval de rua de Salvador chamado Banda Eva comemora 40 anos. Para marcar a data, Felipe Pezzoni , líder do grupo quer “abalar como seja for”, como diz uma das canções recentes do grupo.

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Felipe Pezzoni comandando o show do DVD de 40 anos da Banda Eva em Belo Horizonte arrow-options
Divulgação

Felipe Pezzoni comandando o show do DVD de 40 anos da Banda Eva em Belo Horizonte



A apresentação do Bloco Eva em Salvador acontece na sexta (21) e no sábado (22) de Carnaval. A Pipoca da Eva, a versão gratuita da festa, sem abadá e cordão, estoura na quinta (20). Em São Paulo, a Banda Eva desfilará antes do Carnaval, no dia 15 de fevereiro, com o nome Bloco Beleza Rara em local ainda indefinido.  No ano passado, reuniu um milhão de pessoas no Brooklin, na zona sul da cidade.

Boom!

O Carnaval de rua da capital paulista tem crescido exponencialmente. Neste ano, terá número recorde de blocos e cordões desfilando, 55,5% superior aos cadastrados no carnaval de 2019. São 865 blocos e cordões inscritos para 960 desfiles, de acordo com a prefeitura, o que indica que o carnaval de rua de São Paulo pode se tornar, em 2020, o maior do país. Ao menos nos números.

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Questionado sobre isso, Felipe não acredita a possibilidade de um dia o Carnaval de São Paulo superar o da Bahia.  “A verdade é que Carnaval tem crescido no Brasil inteiro, em Belo Horizonte, Brasília e muitos outros lugares. Mas acho que nenhum Carnaval vai conseguir superar o de Salvador. A gente já faz há muitos anos, sabe como faz”. O baiano explica a receita: “o nosso formato é muito diferente de qualquer outro lugar, essa questão de ter muitas opções, camarote, bloco, pipoca. Isso é uma coisa muito nossa”.

É pique!

Felipe espera que o show da Banda Eva no Circuito Barra Ondina de Salvador seja marcante mas  guarda os detalhes a sete chaves: “Terá toda a magia e a alegria da Banda Eva só que ainda mais especial. Todo mundo vai estar com essa energia, com essa vibração de comemoração, de celebração desses 40 anos. Vai ser inesquecível. Um momento único em nossas vidas, em nossas carreiras e na história do Eva”.

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A Eva é dona de vários hits como me “Me abraça e Me Beija”, “Leva eu”, “Beleza Rara”  e já revelou feras da música como Ivete Sangalo, Luiz Caldas, Emanuelle Araújo, Ricardo Chaves e Saulo Fernandes. “É uma instituição que tem extrema relevância para o Carnaval como um todo. Sempre foi essa escola de vanguarda”, explica.

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Além de Ivete, Felipe admira muito Durval Lelys, vocalista e guitarrista do Asa de Águia, que também já liderou a Banda Eva na década de 80.  E, claro, todos os outros artistas que participaram do seu último DVD, o de 40 anos da Banda Eva. Entre eles, Wesley Safadão, Léo Santana, Mumuzinho e Tomate.



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Do time de vocalistas que passaram pela Banda Eva apenas Durval Lelys e Ivete Sangalo participaram do DVD de 40 primaveras.  Um detalhe mostra o astral de Felipe. Ele diz que não gosta de artistas que não são gente boa. Mesmo se o sujeito for talentoso,  mas aprontar alguma, ele para de apreciar o som da pessoa. “Admiro muita gente, mas se não for profissional e pessoal, não acontece. Tem que ter os dois. Admiro o artista, cantor, mas quando não tem o outro lado, perco a admiração. Acho que uma coisa completa a outra”, conclui.

Fonte: IG Gente
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Festival Verão Sem Censura leva 45 atrações gratuitas a vários pontos de SP

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Promovido pela Prefeitura de São Paulo, o Festival Verão Sem Censura começ nesta sexta-feira (17) e promete trazer 45 atividades gratuitas para o público. Entre as atrações estão: peças de teatro, filmes, debates, exposições, shows e Carnaval.

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Banda russa Pussy Riot arrow-options
Divulgação

Banda russa Pussy Riot


De acordo com a prefeitura, o evento abrange todas as manifestações culturais oprimidas, mas não é “um projeto de antagonismo ao governo federal. “É uma medida de valorização da nossa cultura”, garantiu o secretário municipal da Cultura, Alê Youssef ao “Bom Dia SP”.

A abertura do festival será nesta sexta-feira na Praça das Artes com shoe de Arnaldo Antunes. Logo depous, DJ Rennan da Penha se apresenta no Theatro Municipal.

Confira a programação completa:

PROGRAMAÇÃO POR LOCAIS

Festival Verão Sem Censura – 2020

Praça das Artes

17/01
20h00 Arnaldo Antunes

18/01
21h30 Conversa com a Deborah Secco e Raquel Pacheco

22h00 Exibição do filme “Bruna Surfistinha” – Classificação indicativa: 16 anos

00h00 Daspu – desfile

00h30 Desculpa Qualquer Coisa festa com performance do grupo de pole dance Maravilhosas Corpo de Baile

Centro Cultural São Paulo

17 a 31/01
Exposição “Corrompidas” de Felipe Cama – Piso Caio Gracco

17 a 31/01
Instituto Temporário de pesquisa sobre censura – Sala de ensaio II e sala de vidro.
A Casa 1 (casa de cultura e acolhimento LGBT) propõe um mergulho crítico sobre a trajetória da
censura com: aulas públicas, grupo de estudos aberto, gráfica e construção de acervo de livros e
pesquisas sobre o tema.

17/01

21h Caranguejo Overdrive – Aquela Cia de Teatro

18/01

21h Caranguejo Overdrive – Aquela Cia de Teatro

19/01

15h Vida Invisível (filme) – Sala Lima Barreto

17 a 31/01 Exposição com cartazes de filmes censurados

18/01 – Circuito Spcine

16h Sessão de curtas LGBT: Vando Vulgo Vendita, O Órfão, Preciso Dizer que Te Amo, Reforma, Tea for two e Swinguerra

19/01 – Circuito Spcine

15h Corpo Elétrico

17h Sessão de médias: Verona e Nova Dubai

19h Bixa Travesty

19/01

20h Caranguejo Overdrive – Aquela Cia de Teatro

29/01
19h Exibição do longa metragem “Act and Punishment” de Yevgeni Mitta sobre a
trajetória do grupo Pussy Riot.

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20h30 Debate com as integrantes da banda Pussy Riot – Sala Adoniran Barbosa (distribuição de
ingressos 2h antes)

21h Lançamento do livro “Riot Days” de Maria Alyokhna fundadora do grupo Pussy Riot. Tradução
de Marina Damaros.

30/01
18h Jup do Bairro convida Bixarte – Sala Adoniran Barbosa

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Palco – Rua Vergueiro, 1200

30/01
20h Pussy Riot com participação de Linn da Quebrada. Em seguida, a banda comanda uma festa no Centro Cultural São Paulo

Biblioteca Mário de Andrade

17/01 a 31/01

19h – Banidos – exposição de livros censurados. Na abertura, debate com os escritores Ignácio de Loyola Brandão e Laura Mattos. Moderação: Maria Fernanda Rodrigues

18 e 19/01

19h – O Caderno Rosa de Lori Lamby (teatro)

21/01

19h – Cabaré da Fossa (leitura homoerótica)

19h – Uma aula sobre “1984”, com Lilia Schwarcz

23/01

19h – Erotismo censurado, aula com Eliane Robert Moraes. Trechos escolhidos serão lidos pela atriz Helena Ignez

24, 25 e 26/01

19h – Navalha na Carne Negra (teatro)

25/01

das 10h às 13h, das 14h às 17h – Oficina de poesia sem censura, com Angélica Freitas. 20 vagas, oficina sequencial, das 10h às 13h, das 14h às 17h.

28/01

19h – Proibidas (leitura de autoras latino-americanas censuradas) – com integrantes da revista literária “Puñado”, editada por um coletivo de mulheres, e convidadas: Laura Del Rey e Raquel Dommarco Pedrão, organizadoras da Puñado, e as convidadas Hailey Kaas, Jéssica Balbino, Luciana Bento e Vanessa Ferrari.

29/01

19h – Marighella (conversa), com Mário Magalhães e Maria Marighella. Moderação: Rodrigo Casarin.

30/01

19h – Mulheres nos Anos de Chumbo (conversa), com Claudia Lage, Maria Valéria Rezende e Maria Claudia Badan Ribeiro. Mediação: Robson Viturino

30 e 31/01

19h – Calabar, o Elogio da Traição (leitura dramática)

Centro Cultural Olido

17, 18 e 19/01 – Sala Paissandu

18h Abrazo – Grupo Clowns de Shakespeare (teatro)

17, 18 e 19/01 – Sala Olido

21h Gritos – Cia Dos à Deux (teatro)

Centro Cultural da Diversidade

18/01

21h A Mulher Monstro – S.E.M. Cia de Teatro

19/01

19h A Mulher Monstro – S.E.M. Cia de Teatro

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25/01

21h Sombra – Teatro da Pomba Gira

26/01

19h Sombra – Teatro da Pomba Gira

Teatro Flávio Império

18/01

20h O Crime da Cabra – Cia do Sal (teatro)

19/01

19h O Crime da Cabra- Cia do Sal (teatro)

29/01

20h Lembro Todo dia de Você – Núcleo Experimental (musical)

30/01

20h Lembro Todo dia de Você – Núcleo Experimental (musical)

Vila Itororó

18 e 19/01

15h BLITZ, o Império que Nunca Dorme – Trupe Olho da Rua (teatro)

25 e 26/01

20h Quando Quebra Queima – Coletiva Ocupação (teatro)

Centro Cultural da Juventude

17 e 18/01

20h Domínio Público (teatro)

22/01

20h Res Publica 2023 – Grupo A Motosserra Perfumada (teatro)

23/01

20h Res Publica 2023 – Grupo A Motosserra Perfumada (teatro)

Centro de Culturas Negras do Jabaquara

25 e 26/01

16h Macacos – Cia do Sal (teatro)

Praça Ramos de Azevedo (em frente ao Theatro Municipal)

31/01

23h Cortejo com a Espetacular Charanga do França

00h Festa com bloco Tarado Ni Você

01h Bloco Minhoqueens

Theatro Municipal

17/01

23h Rennan da Penha (sacada)

29/01

20h Divinas Divas (show)

31/01

19h Roda Viva (teatro)

22:30 Concentração da Espetacular Charanga do França (Na frente do Theatro)
23h Cortejo: Roda Viva e Espetacular Charanga do França

OBS.: Todas as apresentações de teatro serão seguidas de mediação.

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PARCERIA

Casa 1

A Casa 1 é um centro de cultura e acolhimento, localizado no bairro da Bela Vista, que recebe jovens LGBTQIA+. Em uma parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, o projeto realiza, no Solar da Marquesa, a residência “O Instituto Temporário de Pesquisa sobre Censura”. Durante duas semanas, a programação aborda a trajetória da censura no país por meio de aulas públicas, de um ateliê de estudos aberto, de uma gráfica e da construção de um acervo sobre censura que posteriormente integrará a biblioteca comunitária Caio F. Abreu, da Casa 1. A coordenação é de Iran Giusti e João Paes, que também dividem a curadoria do evento com Bruno Oliveira.

| Centro Cultural São Paulo – sala de vidro. De 17 a 31/1. De 3ª a dom., em diversos horários (o Centro Cultural fica aberto a partir das 10h). Grátis

Fonte: IG Gente
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