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Economia

Governo Federal oficializa voos internacionais no aeroporto Marechal Rondon

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Voo para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, será o primeiro para o exterior

O Diário Oficial da União publicou na terça-feira (3) a resolução nº 4 da Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero) que altera as medidas para abrigar os órgãos federais necessários para as operações de voos internacionais. Com essas novas medidas, o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, deve se enquadrar nas exigências e receber a Polícia Federal, Anvisa, Ministério da Agricultura e Receita Federal, permitindo a operação de voos internacionais.

A publicação foi comemorada pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), que vinha atuando junto à Secretaria Nacional de Aviação Civil para que essas mudanças fossem efetivadas, viabilizando a internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon. “Isso vai incrementar o turismo e a economia do Estado”, avalia o senador.

Segundo ele, a empresa aérea Azul já está com tudo pronto para operar a linha Cuiabá-Santa Cruz de La Sierra (Bolívia). “Faltava apenas essa questão da internacionalização”, conta. “Mas outras empresas já manifestaram interesse em operar linhas para outros países”.

Para o senador, o aeroporto deve promover, ainda, uma maior integração regional, nacional e internacional. “Ele pode ser um hub de distribuição de voos para todo o continente e o mundo”.

O parlamentar lembrou da luta do trade turístico e de lideranças empresariais e políticas pela internacionalização do aeroporto, que se estende há mais de duas décadas. O voo entre Cuiabá e Santa Cruz de La Sierra chegou a funcionar em alguns períodos, como é o caso de 2014, durante a Copa do Mundo.

Segundo ele, a ampliação do aeroporto também foi muito importante para a viabilidade dessa internacionalização e lembra o compromisso da concessionária (que deve assumir a gestão do aeroporto no início do ano) em construir uma nova pista.

 

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Economia

FGV diz que confiança da indústria atinge maior patamar desde janeiro

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O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido no país pela Fundação Getulio Vargas (FGV) , cresceu 0,8 ponto de junho para julho deste ano e atingiu 108,4 pontos, em uma escala de zero a 200. Essa foi a terceira alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior valor desde janeiro deste ano (111,3 pontos).

A alta foi puxada principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresariado da indústria brasileira em relação ao futuro e que subiu 0,9 ponto. Com essa, que foi a terceira alta consecutiva, o indicador chegou a 104,9 pontos.

O Índice da Situação Atual, que apura a percepção do empresariado sobre o presente, subiu 0,5 ponto e chegou a 111,8 pontos.

Faltam insumos

Apesar da alta do ICI, houve uma desaceleração em relação ao crescimento de junho (3,4 pontos). “As empresas ainda enfrentam um cenário de escassez de insumos, possibilidade de racionamento energético e alta incerteza econômica, fatores que tendem a limitar uma alta mais expressiva da confiança nos próximos meses”, disse a economista da FGV, Claudia Perdigão.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu 0,7 ponto percentual, indo para 80,1%, maior valor desde novembro de 2014 (80,3%).

Edição: Kleber Sampaio

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Economia

BEm: governo pagou R$ 247 mi indevidos em MP de redução de salário, diz TCU

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TCU
Divulgação/TCU

TCU

Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) obtido pelo GLOBO aponta pagamentos irregulares ao Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) que somam R$ 247 milhões. Os valores são referentes a maio e dezembro do ano passado.

As suspeitas do TCU apontam depósitos para servidores públicos federais, estaduais e municipais, empregados com múltiplos vínculos e pessoas que já faleceram. Também há casos de pagamentos em que o total de dias trabalhados é incompatível com o mês.

Foram identificados os nomes de 1.093 servidores federais nos três Poderes que, juntos, teriam recebido R$ 4,5 milhões. Outros R$ 43,9 milhões foram para servidores municipais ou estaduais. 

O relator, ministro Bruno Dantas, diz que 15% do total foi devolvido, e que os pagamentos irregulares diminuíram com a participação do órgão na distribuição dos benefícios. 

“A avaliação do TCU foi extremamente positiva”, diz o Ministério da Economia, que minimiza os danos, dizendo que representam apenas 0,72% do total.

O programa, criado pelo ministério da Economia, é destinado à manutenção de empregos durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Desde a sua recriação em 27 de abril deste ano, pela Medida Provisória 1.045, 3.006.263 acordos foram celebrados. Desse total, 620.639 são empresas e 2.517.326 trabalhadores.


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