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Governo envia segunda parte da reforma para a AL em 60 dias; idade mínima para se aposentar deve aumentar

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De acordo com Mauro Mendes, a intenção é estabelecer a mesma idade mínima aprovada para a reforma da previdência do Governo Federal

O governador Mauro Mendes (DEM) garantiu que envia para a Assembleia Legislativa a segunda parte da reforma da previdência em 60 dias. Mendes pretende defender, na reforma, as regras da União, estabelecendo o tempo de contribuição para homens e mulheres, da cidade e do campo, além de alterações no pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao idoso ou à pessoa com deficiência. O governo também pretende mudar as regras para a previdência de militares.

Depois da aprovação da primeira parte da reforma pela Assembleia Legislativa, que elevou a alíquota previdenciária de 11% para 14%, incluindo a taxação de aposentados e pensionistas que recebem acima de R$ 3 mil, o governador comemorou a decisão.

Conforme o governador, a intenção é estabelecer a mesma idade mínima aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, na reforma da previdência que será encaminhada para a Assembleia Legislativa em março. “É importante dizer que hoje 95% dos mato-grossenses já estão sobre as regras nacionais, ou seja, o trabalhador da indústria, do comércio, do agronegócio e da imprensa vão se aposentar com 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Então eu acredito que a Assembleia Legislativa não vai criar aqui uma classe de privilegiados, permitindo que a pessoa se aposente com 45 anos de idade. Seria uma grande injustiça com os 95% da população de Mato Grosso que não tem esse privilégio estabelecido hoje em lei”, argumentou.

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Mauro Mendes explicou que deverá concluir a nova etapa de mudanças na legislação previdenciária em até 60 dias. Segundo Mendes essa foi uma estratégia de sua equipe econômica. “Desmembrar a reforma e deixar para este ano foi uma medida adotada também por outros estados”, disse.

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No amontuado de pré-candidatos, Toninho de Souza cobra postura do PSD e da Câmara para candidatura ao Senado

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O vereador Toninho de Souza (PSD) está cobrando uma definição em torno de um nome da Câmara de Vereadores para a disputa da eleição suplementar do Senado, que ocorrerá este ano em Mato Grosso devido a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Conforme o parlamentar, a primeira coisa que deve acontecer é a definição de um nome. “Primeiro nós temos que ter a definição desse nome. O que temos até agora são conversas de bastidores. Essa é uma eleição curta, mas que infelizmente só temos conversas até agora. Precisamos primeiro ver quem vai ser o candidato. Não tem nenhum nome colocado até agora. Se você tirar um nome para a disputa, não existe”, disse.

Para Toninho de Souza, numa eleição de tiro curto, como é a suplementar, o nome do Legislativo para a disputa tem que sair rapidamente. “Precisamos ter a definição desse nome, isso é importante. . Lógico que nós vamos ter um nome, a Câmara precisa abraçar alguém, a Baixada Cuiabana precisa. Mas que nome, nós precisamos ter rapidamente essa definição, até porque a eleição acontece ainda no primeiro semestre, diferente da eleição municipal”, observou.

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Toninho de Souza afirmou que seu projeto pessoal é buscar a reeleição. “É o nosso terceiro mandato, com um diferencial, de estar mais próximo do cidadão, buscando os anseios populares e dando os encaminhamentos necessários. Isso fez eu sair do penúltimo lugar, na minha primeira eleição, que foi em 2008, para o primeiro lugar na eleição de 2016”.

O fato de duas eleições em 2020, conforme o parlamentar, está movimentando o tabuleiro político. “Esse ano vamos ter duas eleições. A primeira, do Senado, que é um aquecimento para a municipal. Então, quem está pretendendo ser candidato tem que ter uma definição rápida para que possamos entrar em ação”, disse no caso da eleição suplementar.

Sobre a eleição municipal, Toninho de Souza destaca que o prefeito Emanuel Pinheiro tem feito um grande trabalho em Cuiabá. “Ele surpreendeu quem não acreditava. Hoje é um dos melhores gestores da história de Cuiabá com o seu jeito simples de trabalhar. Tem feito realmente uma gestão eficiente do ponto de vista administrativo. Uma gestão muito boa para a população, principalmente para a mais humildes. Trabalhou muito forte na saúde. Hoje a saúde de Cuiabá avançou muito”.

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Segundo o vereador, “a cidade está mais bonita. As pessoas estão impressionadas com o ritmo de desenvolvimento de Cuiabá. Quem está neste ritmo, entendo que precisa continuar. Temos que dar continuidade nessa gestão. Entendo que o prefeito tem tudo para continuar se ele quiser, se ele topar uma reeleição. E tenho certeza de que a população gostaria de ter essa continuidade”, completou.

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Câmara quer definir nome de consenso para a disputa da eleição suplementar ao Senado

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Misael Galvão disse que Mário Nadaf e Juca do Guaraná já colocaram os nomes para a disputa

O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Misael Galvão (PTB), admitiu em entrevista ao Portal ODocumento, durante o lançamento do programa Cuiabá Recicla, no shopping popular, nesta sexta-feira (17), pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que a expectativa do Parlamento Municipal é definir um nome de consenso para disputar a eleição suplementar ao Senado da República.

“Nós estamos conversando. A Câmara vai participar ativamente desse processo. Vamos trabalhar para um consenso. Já temos nomes colocados, como os vereadores Juca do Guaraná (Avante) e Mário Nadaf (PV)”, disse o presidente do Legislativo cuiabano.

No entendimento de Galvão, “a política é a arte de conversar, de dialogar. Por isso vamos buscar o consenso em torno de um nome que represente o Legislativo nesta disputa do Senado”. Para Misael Galvão, “Cuiabá vai fazer a diferença e resgatar essa vaga do Senado”.

“Se depender da energia dos vereadores, teremos um nome de consenso. O vereador é o político mais próximo da população, que ouve mais o povo. E essa vaga, não gostaria que fosse aberta desse jeito, como está aberta, agora depende de nos unirmos para garantir um bom nome na disputa”, disse, ao argumentar que não vê dificuldades para a definição de um nome único do Legislativo para a disputa.

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Questionado sobre as eleições municipais, se a sua ida para o PTB foi uma estratégia visando disputar a condição de candidato a vice-prefeito no caso de o prefeito Emanuel Pinheiro tentar a reeleição, o presidente da Câmara descartou. Ele disse que está focado na gestão de presidente e que o seu desejo, oficial, é buscar a reeleição.

“Não é o meu desejo, não é a minha prioridade. A minha prioridade é focar na minha gestão de presidente, na gestão de vereador. Desejo ser candidato à reeleição se eu estiver com saúde, se minha família autorizar, se meu grupo político realmente entrar conosco na campanha. Esse é o projeto que tenho no meu coração e é a minha vontade”, resumiu.

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