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Governo e UFMT revisam projeto do novo Hospital Universitário Júlio Muller para abrir nova licitação

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A Universidade Federal de Mato Grosso deverá entregar, no dia 15 de agosto, o projeto da obra do Hospital Universitário Júlio Muller, ao Governo do Estado. A obra, que teve início há sete anos, passa por uma nova análise de toda a parte estrutura e das planilhas orçamentárias.

“A responsabilidade do projeto daquela obra é da universidade. Todos sabem dos problemas na licitação e nos projetos. A universidade está refazendo esses projetos e organizando planilhas orçamentárias”, explicou o governador Mauro Mendes (DEM).

O governador explicou que após uma reunião ocorrida nesta semana com a reitora da UFMT, Myrian Serra, ficou estabelecido que o projeto será remetido para a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra).

Assim que o projeto chegar à Sinfra, a secretaria terá 10 dias para reanalisar e depois encaminhar o projeto já reestruturado para uma nova licitação. “O que pretendemos é evitar que novos erros sejam cometidos”, destacou.

A obra do hospital teve início em 2012 e estava prevista a construção de um hospital de referência para a Copa do Mundo de 2014. No projeto inicial, a previsão era que a unidade iria ter 250 leitos, centro cirúrgico, 23 vagas de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) adulto, 16 pediátricas e 20 neonatal. Porém, passado todo este tempo, apenas 9% do projeto foi executado.

O custo inicial da obra foi orçado em R$ 116,5 milhões. O valor foi dividido entre o governo federal e o estadual.

Em 2014, por atraso na obra, o governo rescindiu o contrato. Desde então, nenhuma providência foi tomada, a não ser a instauração de um procedimento administrativo para averiguar se a empresa responsável pela obra, Consórcio Normandia, Phoenix e Edeme, tinha culpa ou não pelo atraso.

 

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Estado paga adicional de R$ 100 aos beneficiários do SER Família este mês

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Valor de R$ 300 será depositado nessa quarta-feira

Os beneficiários do programa SER Família Emergencial receberão unicamente no mês de dezembro um adicional de 50% no recurso depositado no cartão. O valor de R$ 300, garantido pela Lei 602/2021, será pago nessa quarta-feira (8), conforme anuncio feito pelo governador Mauro Mendes.

O aumento do valor beneficia mais de 100 mil famílias em situação de vulnerabilidade de todo o Estado. O pagamento de R$ 200 é garantido, bimestralmente, até dezembro de 2022. O benefício é destinado exclusivamente para compra de alimentos, sendo proibida a aquisição de bebidas alcoólicas, produtos à base de tabaco, cosméticos e combustíveis.

“Garantimos uma renda maior nesse fim de ano para as famílias que mais precisam de ajuda. É o poder público fazendo a sua parte”, disse o governador. Além disso, Mendes também lembrou que serão distribuídas 100 mil cestas de Natal para as famílias vulneráveis de todo o Estado.

As cestas, de acordo com a secretária de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Rosamaria Carvalho, já estão sendo distribuídas para todos os municípios mato-grossenses. “São esforços da primeira-dama Virginia Mendes, que tem se empenhado para que essas cestas beneficiem diversos públicos vulneráveis”.

O Ser Família é fornecido às famílias com renda mensal per capita de até R$ 89, inscritas no Cadastro Único das Políticas Sociais Brasileiras do Ministério da Cidadania (CadÚnico) e também no Programa Bolsa Família.

Informações pelos telefones: (65) 3613-5701; (65) 3613-5722; (65) 99233-0817; (65) 99339-7468; e (65) 98433-0386.

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Relator vota contra liberdade de menor que matou Isabele e votação no STJ é adiada

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O ministro Antonio Saldanha, da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça

O ministro Antônio Saldanha Palheiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), votou contra o pedido de liberdade da adolescente de 16 anos acusada de matar Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, em 12 de julho de 2020 em uma mansão no condomínio de luxo Alphaville, em Cuiabá. O julgamento, no entanto, foi adiado devido ao pedido de vistas do ministro Rogério Schietti.

Até agora, o placar está empatado com um voto contrário à soltura, dado pelo relator Antônio Saldanha e um favorável, do ministro Sebastião Reis divergiu e votou a favor.

A menor cumpre pena de 3 anos de internação no Complexo Pomeri por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar, desde o dia 19 de janeiro, por decisão da juíza Cristiane Padim, da Segunda Vara Especializada da Infância   e Juventude de Cuiabá.

A medida socioeducativa é reavaliada semestralmente e já passou pelo primeiro período de reavaliação em junho deste ano. Isabele foi morta com um tiro de pistola 380, na noite do dia 12 de julho, quando foi convidada pela colega para fazer um bolo. Ela costumava frequentar a casa da amiga. na época com 14 anos.

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