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Governo e Secretaria Nacional de Mobilidade estudam viabilidade e solução para o VLT

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Secretários, PGE e técnicos do Governo integram comissão que irá buscar uma solução para o VLT

Será publicada nesta quarta-feira (10), uma portaria da Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, vinculada ao Ministério de Desenvolvimento Regional, que irá, em conjunto com o Governo de Mato Grosso, estudar a viabilidade e solução para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Cuiabá e Várzea Grande.

O governador Mauro Mendes (DEM) designou para compor a comissão os secretários Marcelo Oliveira (Infraestrutura e Logística), Rogério Gallo (Fazenda), Emerson Hideki Hayashida (Controladoria Geral), Carlos Fávaro (Escritório de Representações) e o procurador Lucas Schiwinden Dallamico (representando a Procuradoria Geral do Estado).

De acordo com o governador, além dos técnicos de Mato Grosso, também irão compor a comissão representantes da Secretaria Nacional. “O nosso objetivo é, em um curto espaço de tempo, encontrar uma solução para a questão do VLT”, disse, acrescentando que essa parceria trará bons resultados para o Estado.

O VLT começou a ser construído em 2012 pelo consórcio VLT Cuiabá Várzea Grande, com um custo inicial de R$ 1,4 bilhão.  O prazo de entrega era 13 de março de 2014, para facilitar a mobilidade dos turistas durante a Copa do Mundo de 2014, já que Cuiabá foi uma das sedes do mundial, e até a presente data não foi terminado.

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Em 2009, quando Cuiabá foi escolhida para ser uma das sedes da Copa, a decisão do governo era para que o modal de transporte a ser utilizado era o BRT (Bus Rapid Transit), com o custo de R$ 400 milhões a época. Somente em 2012, quando o Governo Federal autorizou a troca do modal, que Mato Grosso optou pelo VLT, com recursos da Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A obra do VLT foi projetada para ter uma extensão de 22 quilômetros, com dois itinerários. Segundo o projeto, o primeiro trecho ligaria o Aeroporto Marechal Rondon até a Avenida Rubens de Mendonça. O segundo trecho sairia da Avenida Tenente Coronel Duarte até a região do Coxipó.

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Parabéns ao governador pelo empenho em resolver e da um destino final para terminar essa obra, é o que a população tanto almega.

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Mauro Mendes vai aguardar nomes para definir apoio ao Senado, mas amizade pode pesar a favor de Pivetta

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Governador disse que decisão será tomada na hora certa e que no momento, a prioridade é administrar o Estado

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), afirmou na noite de terça-feira (29), durante a inauguração do COT da UFMT, que sua prioridade, no momento, não é discutir a eleição suplementar ao Senado, programada para o dia 26 de abril próximo. “Por enquanto eu tenho muitas obrigações e compromissos para me ocupar. Não é uma prioridade minha fazer definição de apoio político nesse momento”, disse o democrata.

Mendes adiantou que no momento oportuno vai tomar uma decisão sobre a eleição suplementar. “Assim que o cenário estiver definido, saber quem são verdadeiramente os candidatos que vão se escrever, eu vou analisar internamente, com aqueles que estão mais próximos do meu grupo político, onde faço política, e tomar uma decisão”.

“Vou tomar essa decisão lá na frente”, disse. Sobre a intenção do vice-governador em disputar o pleito, Mendes afirmou que “o Otaviano tem enormes predicados, é meu amigo pessoal, é vice-governador, eu disse a ele que eu gostaria de tê-lo como vice governador, mas se é um desejo pessoal, como amigo que sou, vou respeitar e aí, vai ser um componente importante para que a gente possa tomar essa decisão no momento adequado”, completou.

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Conforme Mendes, num governo, o fundamental é definir prioridades. “Temos demandas que considero prioritárias, como terminar o hospital central, fazer o hospital Júlio Müller”, disse, argumentando que no caso do seu governo, “o fundamental foi a coragem de tomar as medidas necessárias para concertar este estado, porque ninguém faz obras se você não paga os empreiteiros”.

Para o democrata, o equilíbrio só foi possível diante das medidas adotadas pelo seu governo. “Foi um conjunto de fatores que começou pelas medidas corretas que nós tomamos ao longo de 2019, que permitiu o governo equilibrar o seu caixa, economizar dentro do governo e fazer sobrar dinheiro para investir em obras como essa e tantas outras que iniciamos em 2019”, disse.

“Eu cuido de um estado gigante, são 141 municípios, são enormes responsabilidades. Taí o que aconteceu em Mato Grosso, a seriedade que nos administramos mostra que no ano passado, nessa mesma época, nós tínhamos mais de mil fornecedores em dívida, nós tínhamos onze meses em atraso com a atenção básica da saúde junto aos municípios, mais de 400 obras paralisadas. Em um ano estamos mudando essa realidade com trabalho e responsabilidade. Vamos continuar agindo assim”, garantiu.

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Juiz concede perdão judicial a empresário acusado de participação em fraude de R$ 110 milhões

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Empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin, acusado de participação na “Máfia das Ambulâncias”

O juiz substituto Leônder Magalhães da Silva, da 1ª Vara da Justiça Federal de Montes Claros (MG), aceitou o pedido da defesa e concedeu perdão judicial ao empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin, acusado de participar de um esquema de desvio de verbas de emendas parlamentares destinadas a hospitais filantrópicos, com a compra superfaturada de equipamentos médico-hospitalares, que ficou conhecido como “Máfia das Ambulâncias”. A fraude foi descoberta em 2006 durante a “Operação Sanguessuga”.

Na decisão publicada na segunda-feira (27), o magistrado considerou que Vedoin colaborou voluntariamente com o andamento da investigação e o processo criminal, além de ser réu primário e determinou o perdão judicial.  “Declarar a extinção da punibilidade em razão da prescrição da pretensão punitiva, nos termos do art. 107, IV, do CP, em relação ao crime do art. 90 da Lei 8666/93”, diz trecho da decisão do juiz.

A “Máfia das Ambulâncias” foi descoberta em 2006, por meio da “Operação Sanguessugas”. Luiz Antônio Trevisan Vedoin e seu pai, Darci José Vedoin, proprietários da empresa Planan, foram apontados como líderes do esquema

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A organização criminosa fraudava licitações municipais destinadas a aquisições de ambulâncias lesando o Sistema Único de Saúde. A ação do grupo criminoso estendeu-se por praticamente todos os Estados do país

Eles pagavam propina para parlamentares, em troca de emendas ao Orçamento para a compra de ambulâncias por prefeituras. Os empresários e os próprios deputados assediavam prefeitos interessados na compra das ambulâncias para que direcionassem as licitações de forma para que a Planan e demais empresas envolvidas no esquema saíssem vencedora. O esquema causou um prejuízo de R$ 110 milhões aos cofres públicos.

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