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Mato Grosso

Governo distribui 361 mil kits de alimentação escolar às famílias de estudantes da rede estadual

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) segue entregando kits de alimentação escolar aos alunos matriculados na rede estadual de ensino. Desde o mês de maio, quando começaram as entregas nas escolas, 361,3 mil kits, que contêm itens da cesta básica, frutas, leite, biscoitos, frango congelado, entre outros, são distribuídos às famílias.

Em junho ocorre a segunda etapa de distribuição dos alimentos para os estudantes que necessitam da merenda escolar nesse período em que não são ofertadas as aulas presenciais. Ao todo, são distribuídos 300 mil kits, sendo um para cada família dos estudantes, com investimentos na ordem de R$ 13,5 milhões em recursos federais e estaduais.

A distribuição dos kits é feita diretamente pelas escolas, conforme orientativo encaminhado pela Seduc. As unidades de ensino organizam o cronograma de distribuição observando os protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS), ou seja, respeitando as medidas de segurança epidemiológica e sem causar aglomeração de pais nas unidades.

O pagamento dos kits com os alimentos é feito com os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), conforme Artigo 2º da Resolução nº 02 de 2020 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Pelo menos 30% do recurso é destinado para a aquisição de produtos da agricultura familiar.

Na Escola Estadual Alcebíades Calhao, localizada no bairro Quilombo, foram entregues 205 kits nesta segunda etapa. A escola se organizou, fazendo o agendamento com os pais para evitar aglomeração, e a entrega foi realizada em dois dias.

O diretor da escola, Thiago Baldrigh, explica que a comunicação para avisar aos pais sobre a entrega dos kits foi feita via whatsapp. “Aqui na escola nós temos 21 grupos de whatsapp, que foram divididos por turmas e todos os pais estão adicionados nesses grupos. Dos 600 alunos que atendemos, 205 famílias se manifestaram solicitando a cesta com os alimentos”.

Para o diretor, possibilitar a entrega dos kits às famílias dos alunos foi muito importante e gratificante. “Os sorrisos e os agradecimentos que recebemos mostraram que, nesta época de pandemia, contribuir é o melhor que podemos fazer”, ressaltou o diretor.

Na Escola Professora Paciana Torres de Santana, localizada no bairro Residencial Coxipó, em Cuiabá, foram entregues 520 kits. Segundo o diretor da escola, Emanuel Frank de Oliveira, um carro de som percorreu todo o bairro avisando a comunidade da entrega dos kits.

“Sem dúvida nenhuma a entrega desses kits foi a melhor coisa que o governo fez nesse momento para a comunidade escolar, pois ajudou muito. A nossa comunidade é muito carente e já estava passando necessidades”, observou o diretor.

Para os estudantes que moram na zona rural ou em comunidades indígenas, locais de difícil acesso, a Seduc está entregando os kits in loco.

A equipe da superintendência de Políticas de Diversidades Educacionais (Sude) da Seduc não mede esforços para atender todos os 12 mil alunos matriculados nas 71 escolas indígenas, que atendem todas as 43 etnias que vivem no Estado.

“Quase sempre, é preciso percorrer quilômetros de estrada de chão e de barco para chegar até as localidades onde ficam os alunos. É um esforço que vale a pena para não deixar nenhum aluno sem o kit”, destaca a superintendente da Sude, Lucia Santos.

É o caso da etnia Guató, localizada na região do Pantanal.  A Seduc leva os kits até Porto Jofre, em Poconé (a 100 quilômetros de Cuiabá), percorrendo 275 quilômetros de carro, sendo 150 quilômetros de estrada de chão, e depois mais 60 quilômetros de barco. “Um caminho percorrido por asfalto, terra e água até chegar à casa dos alunos”, completa a superintendente.

Primeira Etapa

Na primeira etapa de entrega dos kits, que foi realizada no mês de maio, o Governo do Estado entregou 55,7 mil kits de alimentação escolar a estudantes da rede pública estadual de ensino. Para tanto, foram investidos R$ 2,7 milhões, recurso estadual que foi disponibilizado exclusivamente para a aquisição dos kits.

Além do recurso estadual, também foram investidos mais R$ 537 mil de recurso do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que já estavam disponíveis nas contas do Conselhos Deliberativos da Comunidade Escolar (CDCE), totalizando a entrega de 61.358 kits.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Comitê do Fogo orienta produtores rurais para prevenção de incêndios

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O Comitê Estadual de Gestão do Fogo divulgou nota técnica orientativa para os produtores rurais de Mato Grosso. O documento está disponível no site da Sema  e propõe as estruturas mínimas que devem ser mantidas para evitar o alastramento do fogo.

O documento prevê que devem ser criados no mínimo seis sistemas: de vigilância, de acesso, de compartimentação por talhões, de mananciais, de apoio a combate a incêndio florestal e de proteção de áreas edificadas.

O sistema de vigilância consiste em instalação de equipamentos como câmeras ou infravermelhos ou ainda o emprego de funcionários da fazenda para monitorar princípios de incêndio, especialmente no horário mais quentes do dia, entre 11h e 16h. O segundo sistema consiste na construção de pistas para carros leves interior da área privada permitindo acesso a todo imóvel. Os acessos devem estar divididos em no mínimo quatro setores: Norte, Sul, Leste e Oeste.

Este sistema de acesso, é a base para compartimentação da propriedade em talhões, o terceiro sistema. De acordo com o documento, os aceiros que contornam os talhões devem ter três metros de largura também permitindo o tráfego de veículos.

O quarto item a ser observado é ter um sistema de mananciais em que cada ponto de captação de água esteja a uma distância máxima de cinco quilômetros. A nota técnica alerta que caso seja necessário buscar água em rios, a legislação para interferência na área de preservação permanente deve ser seguida, causando o mínimo de dano possível à vegetação.

Para dar as primeiras respostas aos incêndios as propriedades devem manter brigadistas capacitados e com os equipamentos necessários para conter os primeiros focos de incêndio. Com formação das brigadas, o produtor estará estruturando o sistema de apoio a combate a incêndios florestais.

“Todo incêndio começa pequeno e se combatido logo no início, temos grandes chances de sucesso no controle. Nossa sugestão, é que fazendas com poucos funcionários se unam a propriedades de outras regiões para criação de brigadas locais”, explica o secretário executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, o coronel BM Paulo André Barroso. Ele alerta que devido às condições climáticas todo Estado está classificado com alto risco de incêndio.

Por último, os produtores devem proteger edificações como residências, currais, armazéns, dentro outros. A orientação é que essas áreas sejam isoladas por aceiros de 60 metros para proteger a integridade física de pessoas e animais.

Período proibitivo

De acordo com dados do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), até 31 de julho, Mato Grosso somava 9176 focos de calor. Devido a baixa média histórica de chuvas, o Estado definiu o período proibitivo de uso do fogo na zona rural no período de 01 de julho a 30 de setembro, podendo ser prorrogado. A decisão também levou em consideração os riscos que a poluição do ar traz à saúde humana, especialmente em um momento que o mundo enfrenta uma pandemia de uma síndrome respiratória, a Covid-19. 

As queimadas em zona rural podem ser denunciadas no 0800 647 7363, já na zona urbana, em que as queimadas são proibidas durante todo ano, as queixas podem ser registradas nas prefeituras. O acionamento do Corpo de Bombeiros Militar é feito pelo 193.

Sobre o Comitê

O Comitê Estadual de Gestão do Fogo promove ações de prevenção, monitoramento e controle das queimadas e dos incêndios florestais, visando reduzir a incidência desses eventos em Mato Grosso. O grupo é presidido pela Sema e a secretaria executiva é de responsabilidade do Corpo de Bombeiro Militar (CBMMT), por meio do Batalhão Especial de Emergências Ambientais (BEA). Integram o grupo instituições públicas, empresas privadas, ONGs e entidades de classe.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Governo de Mato Grosso distribuiu 21,3 mil testes para a região Nordeste

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O Governo de Mato Grosso enviou 21,3 mil testes rápidos de covid-19 para os 22 municípios que compõem a região Nordeste do estado, a exemplo de Água Boa e Vila Rica (veja a lista completa ao final da matéria).

Todos os testes já foram recebidos pelas prefeituras, que devem encaminhá-los para a atenção básica de Saúde. No total, o Estado adquiriu 400 mil testes rápidos, sendo que 300 mil estão sendo distribuídos para os 141 municípios de Mato Grosso.

Os outros 100 mil estão à disposição do Centro de Triagem Covid-19, na Arena Pantanal, e dos hospitais administrados pelo Executivo. Além destes, mais 100 mil testes foram doados por uma empresa.

“Sabemos que há uma dificuldade muito grande dos municípios para a aquisição, e por isso o Estado têm dado mais essa contribuição”, afirmou o governador Mauro Mendes.

O governador ressaltou que a testagem auxilia as pessoas com sintomas leves a iniciarem o tratamento de forma precoce. A base de cálculo usada para a distribuição é de 8,5% da população de cada município.

“Com o teste rápido disponível já na UPA, na policlínica ou no PSF, o paciente que estiver contaminado já consegue descobrir a doença no início e partir para o tratamento precoce. Isso evita que a situação se agrave e ele venha a precisar de uma UTI. É uma ferramenta que ajuda a salvar vidas”, destacou.

Para o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, a iniciativa é uma forma do Governo de Mato Grosso incentivar a testagem e reforçar a atuação da atenção primária à Saúde, “que é uma responsabilidade dos municípios”.

“Além de fornecer testes, o Estado também atua fortemente no Centro de Triagem da Covid-19, que amplia consideravelmente o número de diagnósticos realizados da Baixada Cuiabana e facilita o acesso ao tratamento precoce”, pontuou Figueiredo.

Os testes adquiridos pelo Governo custaram até 11 vezes mais baratos que os adquiridos em outros estados. Enquanto os preços praticados nos demais estados variaram entre R$ 55 a R$ 199 por cada teste, o Governo de Mato Grosso conseguiu adquirir diretamente de uma fabricante chinesa por U$S 3 dólares, ou seja, R$ 17,83, considerando frete e o valor do dólar pago nas aquisições.

Confira a quantidade distribuída para cada um dos 22 municípios da região nordeste:

MUNICÍPIO

TESTES DISTRIBUÍDOS

ÁGUA BOA

2.175

ALTO BOA VISTA

575

BOM JESUS DO ARAGUAIA

550

CAMPINÁPOLIS

1.350

CANABRAVA DO NORTE

400

CANARANA

1.825

COCALINHO

475

CONFRESA

2.625

GAÚCHA DO NORTE

650

LUCIARA

175

NOVA NAZARÉ

325

NOVA XAVANTINA

1.825

NOVO SANTO ANTÔNIO

225

PORTO ALEGRE DO NORTE

1.075

QUERÊNCIA

1.475

RIBEIRÃO CASCALHEIRA

875

SANTA CRUZ DO XINGU

225

SANTA TEREZINHA

700

SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA

1.000

SÃO JOSÉ DO XINGU

475

SERRA NOVA DOURADA

150

VILA RICA

2.225

TOTAL

21.375

Fonte: GOV MT

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