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Política Nacional

Governo deve cortar R$ 6,7 bilhões dos ministérios da Saúde e Educação

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O secretário do Tesouro e Orçamento Esteves Colnago
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O secretário do Tesouro e Orçamento Esteves Colnago

O Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira (25) um corte de R$ 6,73 bilhões no orçamento do Estado. O dinheiro deve ser tirado dos Ministérios da Saúde e da Educação. Em entrevista coletiva, o secretário do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, afirmou que é natural que os bloqueios venham desses ministérios, pois são as pastas de maior orçamento.

“É natural que tenha tido um contingenciamento em saúde e educação porque o orçamento deles é muito grande. Vamos ver como vai ser esse mês, mas não é uma falta de critérios”, disse.

Colnago não deu mais detalhes sobre os projetos e serviços dentro desses ministérios que serão cortados. Mais informações serão divulgadas a partir de um decreto, que ainda não tem data para ser publicado.

Em março do ano passado, o governo realizou o primeiro corte orçamentário, no valor de R$ 1,72 bilhão. O segundo ocorreu em maio, de R$ 6,96 bilhões. O órgão mais afetado, à época, foi o Ministério da Ciência e Tecnologia, com R$ 2,5 bilhões. As pastas da Educação (R$ 1,6 bilhão) e da Saúde (R$ 1,3 bilhão) também foram impactadas pela medida. 

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

‘Bolsonaro não gosta de estudante’, diz Lula durante evento na USP

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Lula na USP
Foto: Leticia Martins – 15/08/2022

Lula na USP

Um dia antes de começar oficialmente os dias de campanhas eleitorais, o candidato à Presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva , disse que  Jair Bolsonaro (PL) “não gosta de estudante” e que “ninguém quer receber o presidente da República aqui”. O petista ainda pediu para que os jovens votem em outubro.

“Por exemplo, o Bolsonaro poderia vir aqui fazer um debate nas eleições. Ele não vem porque não gosta de estudante”, disse Lula no início de seu discurso.

O ex-presidente também criticou a legislação eleitoral. Segundo ele, todos podem falar sobre as eleições, menos ele. 

“Estamos a 48 dias das eleições mais importantes desse país. É engraçado porque você liga a televisão de manhã, só se fala em eleição, liga o rádio, só se fala em eleição, você lê o jornal só tem coisa de eleição… e eu não posso falar de eleição. É o fim da picada”, declarou o ex-presidente.

E acrescentou: “A lei foi feita para garantir, me desculpe, a manutenção de quem já tem mandato”.

Lula pediu incessantemente para que os estudantes votem nas eleições de outubro. Apesar de ainda não poder pedir votos diretamente para ele, o petista pediu para os universitários não desistirem da política e que, se ele voltar ao Planalto, mudanças acontecerão.

“Está na nossa mão em 2022 a responsabilidade de a gente dizer que país a gente quer”, declarou. “Se a gente se omitir, dizer que não gosta de política, o Brasil que pode emergir do processo eleitoral pode ser pior do que temos hoje”.

Durante o discurso ele também pediu a saída de Bolsonaro do governo.

“Nós não temos o direito de ficar quietos com a destruição em massa que está acontecendo nesse país. Temos que gritar e protestar, e no dia 2 de outubro votar e tirar quem está aí”, disse Lula.

O público, já apoiador do Lula, gritou “Fora Bolsonaro” por diversas vezes. Além disso, também vaiaram o ex-governador Márcio França (PSB) , nas duas vezes em que nome do político foi citado.

Público de estudantes universitários aguardando o discurso de Lula
Foto: Leticia Martins – 15/08/2022

Público de estudantes universitários aguardando o discurso de Lula

França é candidato ao Senado na chapa com o petista Fernando Haddad. Ambos estavam presentes no evento. Quem preferiu não comparecer na USP foi o candidato a vice-presidente de Lula, Geraldo Alckmin.

Após as vaias do público para Márcio França, alguns estudantes disseram: “Ia ser pior se fosse o Alckmin” e “Ainda bem que o Alckmin não veio, ia ser mais vaiado ainda”.

Público assistindo ao discurso de Lula na USP
Foto: Leticia Martins – 15/08/2022

Público assistindo ao discurso de Lula na USP

O evento foi organizado por alunos da universidade e reuniu alguns milhares de pessoas no campus da USP Leste, em um movimento organizado pelas professoras Marilena Chauí e Ermínia Maricato.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Justiça Eleitoral recebe 28 mil registros de candidatura às eleições

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A Justiça Eleitoral recebeu pelo menos 28 mil registros de candidaturas às eleições de outubro. O prazo para o recebimento de registros terminou às 19h.

Os dados foram atualizados às 19h21 e estão disponíveis na plataforma DivulgaCand, administrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os números ainda não estão consolidados e podem sofrer nova atualização.

Com o fim do prazo, foram recebidos 12 registros de candidaturas à Presidência; vice-presidente (12); governador (223); vice-governador (223); senador (231); 1º Suplente de senador (232); 2º suplente de senador (233); Deputado Federal (10.258); Deputado Estadual (16.161) e Deputado Distrital (591).

Após os candidatos serem aprovados nas convenções partidárias, o pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral é uma formalidade para verificar se os candidatos têm alguma restrição legal e se podem concorrer ao pleito.

Com o recebimento dos pedidos, as solicitações de candidaturas serão publicadas pelo tribunal. Em seguida, será aberto prazo de cinco dias para que candidatos e partidos adversários e o Ministério Público Eleitoral (MPE) possam impugnar os pedidos.

O próximo passo será o julgamento do registro pelo ministro que foi sorteado para relatar o processo, que deverá ser julgado até 12 de setembro.

Os candidatos não precisam estar com os registros aprovados para iniciarem a campanha eleitoral, que começa amanhã (16).

O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Política Nacional

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