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Governo de SP promete internet de 100 MB em todas as escolas até 2022

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Escolas serão equipadas com internet melhor
Unsplash/Christin Hume

Escolas serão equipadas com internet melhor

O governo de São Paulo anunciou, nesta quarta-feira (9), que todas as escolas da rede estadual paulista terão internet de 100 MB até o final de 2022. O anúncio foi feito pelo governador João Doria e pelo secretário de Educação Rossieli Soares em evento realizado no Memorial da América Latina. A previsão de investimento é de R$ 158,8 milhões nos próximos 12 meses.

“Eu sou fruto da educação pública do Estado de SP. Mantenham a esperança e a certeza nas transformações que estão sendo feitas. O que vai preparar nossos jovens para o futuro, para o trabalho, para o empreendedorismo, para serem lideres é a tecnologia, a transformação digital”, disse João Doria.

No início, 507 escolas de 160 municípios foram selecionadas para participar do programa piloto, o que representa 9,8% da rede. Para implantar a internet de 100 MB nessas unidades escolares, serão gastos R$ 13,1 milhões de investimento inicial, mais R$ 790 mil mensais. A ampliação vai ocorrer gradualmente, e o plano é alcançar 100% das escolas estaduais até junho de 2022.

“Em 2019, a maioria das nossas escolas tinham apenas 8 megas de velocidade. Nós já fizemos no primeiro ano de mandato uma transformação para fibra ótica, e isso nos permite fazer avanços mais rápidos, e passamos a ter entre 16 e 30 megas no ano passado. E agora estamos dando esse salto que é realmente transformador”, explicou Rossieli Soares.

De acordo com o secretário, a melhoria na internet é ainda mais necessária durante a pandemia de Covid-19 , “com as aulas presenciais suspensas nas unidades de ensino, e a comunidade escolar necessitando do nosso apoio”.

Além da internet , o estado de SP também afirma que investiu R$ 1,5 bilhão do programa Conecta Educação, que comprou dispositivos eletrônicos, como notebooks , tablets e chips. Todos os equipamentos devem ser entregues até novembro de 2021.

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Tecnologia

Google negocia com TikTok e Instagram para mostrar vídeos curtos na busca

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Google negocia com redes sociais
Unsplash/Kai Wenzel

Google negocia com redes sociais

O Google está em negociações com a empresa chinesa ByteDance, dona do TikTok, e com o Facebook, dono do Instagram, para trazer vídeos curtos das redes sociais para o seu buscador, de acordo com informações relatadas pelo The Information.

A ideia da gigante de tecnologia é fazer um acordo com as plataformas de mídias sociais para que os vídeos curtos possam ser indexados como resultados a pesquisas na busca.

Atualmente, as respostas para as buscas no Google mostram apenas vídeos presentes em outras plataformas, como o YouTube.

“Ajudamos os sites a tornar seu conteúdo detectável e se beneficiar de sua localização no Google, e eles podem escolher como ou se seu conteúdo aparecerá na pesquisa”, disse um porta-voz da empresa ao The Information.

Desde dezembro passado, o  Google vem testando mostrar vídeos do TikTok  e do Instagram nos resultados da busca. Se a negociação der certo, é possível que esse recurso chegue a todos os usuários.

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Xiaomi contrata consultoria independente após acusação da Lituânia

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Xiaomi Civi
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Civi

A Xiaomi afirmou nesta segunda-feira (27) que contratou um especialista independente para avaliar seus sistemas. O anúncio veio após o  governo da Lituânia divulgar um relatório acusando a empresa chinesa de usar um recurso de censura em seus smartphones.

“Contestamos a caracterização de certas conclusões [presentes no relatório], mas estamos contratando um especialista independente para avaliar os pontos levantados”, disse um porta-voz da Xiaomi à Reuters.

Em seu relatório, o Centro Nacional de Cibersegurança da Lituânia, publicado na última terça-feira (21), afirma que os celulares da Xiaomi possuem um software que pode identificar e censurar alguns termos, como “Tibete Livre”, “Viva a independência de Taiwan” ou “movimento pela democracia”. Ao todo, cerca de 450 termos foram encontrados.

O recurso está desativado na versão global dos celulares da Xiaomi, estando presentes apenas nas versões chinesas. De acordo com o relatório, porém, a ferramenta poderia ser “ativada a qualquer momento”.

A Xiaomi não especificou qual organização independente fará a inspeção em seus sistemas. À Reuters, a companhia chinesa afirmou que essa instituição tem sede na Europa.

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