conecte-se conosco


Mato Grosso

Governo de MT já pactuou 95% das doses recebidas; veja quanto cada município aplicou

Publicado


O Governo de Mato Grosso recebeu, até esta quarta-feira (13.10), 4.915.571 doses das vacinas contra Covid-19 do Ministério da Saúde e já pactuou a distribuição de 4.682.919 doses aos 141 municípios do Estado, ou seja, 95% do total recebido.

A disponibilização das doses é resultado da soma da primeira e segunda doses ou doses únicas (4.648.233), acrescida das doses destinadas às populações indígenas aldeadas (54.120) e dos arredondamentos técnicos (34.686) necessários para o ajuste volumétrico dos frascos disponibilizados pelo Ministério da Saúde.

É importante destacar que o ranking de aplicação não considera as doses destinadas aos povos indígenas para evitar qualquer disparidade nos dados. Alguns municípios contabilizavam doses aplicadas em aldeias pertencentes a territórios vizinhos e ultrapassavam o limite de 100% da aplicação.

Das 4.682.919 doses disponibilizadas aos municípios, as prefeituras aplicaram 3.715.756 (78,52%), sendo 2.289.875 como primeira dose ou dose única e 1.295.371 como segunda dose. O percentual da semana passada era de 75,70%.

Os 10 municípios que mais aplicaram vacinas, considerando o percentual de doses aplicadas em relação às doses recebidas, foram: Planalto da Serra (92,51%), Cocalinho (92,50%), Campinápolis (92,10%), Torixoréu (91,83%), Nova Brasilândia (90,03%), Diamantino (89,68%), Nova Guarita (89,39%), Itaúba (89,27%), Nortelândia (89,21%) e Santa Rita do Trivelato (89,15%). 

Confira o ranking completo de aplicação das vacinas no Boletim Informativo nº 584 ou no Painel de Distribuição de vacinas Covid-19.

A Vigilância Estadual alertou que a utilização de unidades de segunda dose como primeira dose pode comprometer o esquema vacinal da população do município, considerando o fornecimento e as orientações feitas pelo Ministério da Saúde.

Sobre a distribuição

Na força-tarefa da vacinação, cabe ao Governo do Estado fazer a logística de distribuição, que é definida pela Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT), composta por membros do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

A escolta dos materiais até os 14 polos de distribuição é feita pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), além das Polícias Federal e Rodoviária Federal e do Ministério da Defesa. O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) também disponibiliza sua frota aérea para dar celeridade à distribuição.

É importante ressaltar que o Governo Federal define o total de doses que cada estado recebe. Essa definição ocorre de acordo com a quantidade de pessoas que pertencem aos grupos prioritários e não pela quantidade absoluta da população.

Fonte: GOV MT

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mato Grosso

CGE demonstra funcionamento da Ouvidoria do Estado em projeto do Tribunal de Contas

Publicado


A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) demonstrou, nesta quinta-feira (21.10), no lançamento do projeto “Ouvidoria para Todos” do Tribunal de Contas Estadual (TCE-MT), que o Governo de Mato Grosso possui Ouvidoria forte, atuante e efetiva, com organização e operação em rede, formato reconhecido como um dos melhores para o funcionamento de ouvidorias públicas.

Na ocasião, o secretário-controlador geral do Estado, Emerson Hideki Hayashida, que representou o governador Mauro Mendes no evento, afirmou que a Ouvidoria de Mato Grosso está estruturada nos moldes previstos no Código de Defesa dos Direitos dos Usuários dos Serviços Públicos (Lei Federal nº 13.460/20217) desde praticamente a sua instalação, no ano de 2004, e antes mesmo de sua criação ser exigida em lei para toda a administração pública (todos os poderes e esferas).

“O Estado de Mato Grosso já tem um histórico de Ouvidoria, inclusive um sistema eletrônico único (Fale Cidadão) desenvolvido pela Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) para registro e trâmite das manifestações de competência das ouvidorias de todos os órgãos, com a possibilidade de gerar relatórios gerenciais para subsidiar melhorias na prestação dos serviços públicos a partir dos anseios da sociedade”, destacou o titular da CGE-MT.

Cada órgão e entidade estadual possui uma Ouvidoria Setorial. Todas as unidades estão interligadas pelo sistema Fale Cidadão e formam a Rede de Ouvidorias, cuja coordenação técnica compete à CGE-MT, como uma das funções de controle interno, juntamente com as atividades de controle, auditoria e corregedoria.

Em linhas gerais, as demandas da sociedade, relativas a qualquer secretaria, registradas em qualquer um dos canais da Rede de Ouvidorias (site, aplicativo, whatsapp, e-mail, telefones etc), caem na mesma caixa de entrada do sistema Fale Cidadão.  A equipe da Secretaria Adjunta de Ouvidoria Geral e Transparência da CGE-MT faz o primeiro tratamento, a classificação e a distribuição, tudo via sistema eletrônico, às Ouvidorias Setoriais responsáveis pelo assunto.

Na sequência, as Ouvidorias Setoriais enviam as demandas aos setores internos competentes para o fornecimento da resposta. As informações e os documentos são encaminhados pelas unidades internas às Ouvidorias Setoriais para o envio da resposta ao demandante. A resposta final também passa pelo crivo da CGE quanto à clareza, transparência, coerência e consistência. “Se a resposta não for adequada, a equipe da Controladoria devolve para o ouvidor, solicitando complementação ou reformulação”, pontuou Hideki.

O chefe da CGE salientou que, além de atender às demandas pontuais, a Rede de Ouvidorias transforma demandas individuais em soluções coletivas. “Às vezes, o problema não está somente em um órgão, mas em outros. Pelo sistema Fale Cidadão, a CGE, como órgão central, consegue ter a percepção do cidadão em relação aos serviços prestados por todo o Poder Executivo e, a partir disso, propor ações de melhoria aos gestores e realizar atividades de auditoria, controle e corregedoria”, comentou.

Segundo o titular da CGE, a Ouvidoria do Poder Executivo Estadual tem passado por constantes melhorias para tornar cada vez mais rápido, claro e resolutivo o atendimento às manifestações do cidadão. “Entre as melhorias estão a ampliação e modernização das formas de contato da população com a Ouvidoria, a profissionalização dos ouvidores para se comunicar com a população e o aprimoramento do sistema eletrônico para qualificar a informação recebida com foco na melhoria dos serviços públicos”, assinalou.

Devido à importância da Ouvidoria como porta de comunicação direta do cidadão com o poder público, o chefe da CGE-MT elogiou a iniciativa do TCE de mobilizar os gestores municipais (Prefeituras e Câmaras de Vereadores) para a criação e o funcionamento efetivo de ouvidorias em cumprimento à Lei Federal nº 13.460/2017. “É louvável a atitude do TCE, de orientar e apoiar os municípios nesta questão, pois um dos desafios é a sensibilização de líderes sobre a importância da Ouvidoria na defesa dos direitos dos usuários dos serviços públicos”, pontuou Hideki.

Nesse contexto, como integrante da Rede Nacional de Ouvidorias, coordenada pela Controladoria Geral da União (CGU), o secretário-controlador colocou a Secretaria Adjunta de Ouvidoria Geral e Transparência da CGE-MT à disposição do Tribunal de Contas e dos municípios para contribuir com o projeto “Ouvidoria para Todos”.

Em sua fala, o ouvidor-geral do TCE-MT, conselheiro Antonio Joaquim, classificou a Ouvidoria como “um sistema de democracia direta”, mas que precisa funcionar de forma efetiva nos municípios, resultando em benefício social.

“De modo geral, a sociedade não tem confiança no governo. Essa é a realidade no Brasil. As pessoas pensam que vão reclamar e não vai dar em nada. Então, nosso trabalho é fortalecer as ouvidorias para que, de fato, elas funcionem, para que o cidadão possa acompanhar a denúncia que fez e para que, a partir daí, se estabeleça uma relação de confiança com a administração pública”, destacou o conselheiro.

Nota Técnica

Na ocasião, o TCE emitiu a Nota Técnica nº 02/2021 aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário Estadual e aos Poderes Executivo e Legislativo Municipais, a qual traz uma série de recomendações e determinações a serem adotadas pelos jurisdicionados até 2022 quanto às obrigações previstas na Lei Federal nº 13.460/2017.

No Governo de Mato Grosso, quase todas as medidas já foram implementadas ou estão em implementação, a exemplo da elaboração das Cartas de Serviços aos Usuários dos Serviços Públicos, trabalho sob a coordenação da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

Atendimentos

Em 2020, a Rede de Ouvidorias do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso atendeu 25.842 manifestações da população. Em 2021, de janeiro a setembro, já foram contabilizadas 19.390 mensagens válidas.

Atualmente, a Rede de Ouvidorias conta com 38 Ouvidorias Setoriais e Especializadas, distribuídas nos órgãos e entidades estaduais, e mais de 80 servidores envolvidos na atividade.

Autoridades

Também compuseram o dispositivo de honra no lançamento do projeto “Ouvidoria para Todos”: o superintendente da CGU em Mato Grosso, Daniel Gontijo Motta; a deputada estadual Janaína Riva, representante da Assembleia Legislativa; o juiz de direito e ouvidor-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), Rodrigo Roberto Curvo; e o prefeito de Alto Paraguai e representante da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), Adair José.

Para saber mais sobre a Rede de Ouvidorias do Estado, acesse: www.ouvidoria.mt.gov.br

Fonte: GOV MT

Continue lendo

Mato Grosso

Servidoras do MTPrev participam de palestras sobre prevenção do câncer de mama

Publicado


Servidoras do Mato Grosso Previdência participaram, nesta quinta-feira (21.10) de uma tarde de palestras sobre a prevenção do câncer de mama, em alusão à campanha Outubro Rosa. O encontro promovido pela gerência de Gestão de Pessoas da autarquia, foi conduzido pelas convidadas, a médica mastologista e ginecologista obstetra Fabiana Muniz, a nutricionista Carla Queiroz e a servidora da Casa Civil Élissa de Deus, que contou a sua história de vida e superação contra dois cânceres de mama.

As palestrantes explicaram que este tipo de tumor, na maioria das vezes, não é hereditário. O estilo de vida sedentário, a má alimentação e a obesidade são os principais fatores de risco de desenvolvimento deste câncer. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 66.280 novos casos foram diagnosticados no país em 2020, passando a ser o tipo que mais acomete e mata mulheres no Brasil.

A nutricionista Carla Queiroz, ressaltou que o baixo consumo de alimentos frescos e o elevado consumo de alimentos processados, ricos em açúcar e em gordura saturada são fatores associados à incidência e recorrência do câncer. A recomendação é comer frutas e legumes diariamente e menos produtos industrializados, mantendo um equilíbrio saudável, sem seguir “dietas da moda”. “Descasque mais e desembale menos”, orienta.

Segundo a doutora Fabiana, para todas as mulheres, o ideal é manter uma rotina anual de exames, com o ultrassom da mama para as mais jovens, e a partir dos 40 anos, a mamografia, além de avaliação hormonal. O autoexame mensal também é essencial, pois conhecer a própria mama ajuda a perceber qualquer alteração, como afundamentos, texturas e nódulos.

As palestrantes reforçaram que a prática de atividade física, no mínimo 3 vezes por semana, e a redução do estresse, também diminuem os riscos.

Vencedora da luta contra a doença, a servidora estadual Élissa de Deus destacou a importância de falar sobre o assunto e lembrar às mulheres que se descoberto no início, o câncer de mama tem 90% de chance de ser curado.

“Eu realmente descobri o meu câncer em um autoexame, e foi a partir da postagem de uma amiga [na internet] que descobri esse câncer, que veio aos 32 anos. O Outubro Rosa é importante para que as mulheres se lembrem de se tocar e de que necessitam procurar um médico pelo menos uma vez ao ano, porque hoje em dia nós sabemos que o câncer tem cura”, afirma.

Para a servidora Rosana Leite de Almeida, o evento foi especial, pois além de levar informações importantes, foi uma oportunidade de rever as colegas que estavam afastadas devido à pandemia. 

“Precisamos cuidar da nossa saúde. A nutrição é preventiva e curativa. Vimos na palestra algumas coisas que a princípio podem assustar, mas isso é bom para que a gente procure se autoexaminar e evitar ir ao médico somente quando a situação já está no pior. E mesmo se ficarmos doentes, a Élissa nos ensinou que devemos enfrentar com positividade”, concluiu Rosana.

Fonte: GOV MT

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana