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Mato Grosso

Governo, comunidade e prefeitura são parceiros na retomada das atividades no Memorial Rondon

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O governo do Estado retomou as atividades no Memorial Rondon, localizado no distrito de Mimoso, em Santo Antônio de Leverger. A partir de um plano de ação, a gestão do local será compartilhada com a comunidade, prefeitura municipal e sociedade civil organizada.

Entre os objetivos do trabalho está a oferta de atrativos para os turistas e fomento à interação das famílias, bem como a economia local, uma vez que a ideia é formar um pólo para comercialização e exposição de artesanato e produtos agrícolas da região.

De acordo com o secretário adjunto de Turismo, que está respondendo interinamente como Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Jefferson Preza Moreno, a reabertura oficial ocorreu no dia do aniversário de Rondon. Na ocasião, houve o lançamento de uma exposição fotográfica e de artes, que a partir de então está fixa no memorial.

O evento foi realizado no dia 4 de maio e no final de semana seguinte, os livros de presença marcaram a visitação de 45 pessoas vindas de Santo Antônio de Leverger, Juína e Cuiabá. “O número deixou a equipe animada e mostra a viabilidade do projeto”.

Há mais de um mês, os técnicos do setor de turismo estão fazendo reunião com os agricultores e com as lideranças locais para definir uma forma de utilização adequada e 

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Dentro desta ação, está em processo de confecção um catálogo dos produtos, artesanatos e manifestações culturais.Tudo que pode se transformar em um atrativo turístico entra no rol.

Também está na lista de medidas, a formatação de um cronograma fixo para eventos e se estuda a possibilidade de utilizar a área livre para as famosas festas de santo da região, que reúnem pessoas vindas de toda região de Pantanal.

Estrutura foi inaugurada em 2016 e agora está sendo reocupada pela comunidade

Sobre o projeto

O secretário explica que a retomada foi possível por meio de uma parceria com a Prefeitura de Santo Antônio de Leverger e a Câmara de Vereadores da cidade. “O município designou um servidor e o Estado outro e, agora, temos pessoas para cuidar da exposição e receber os turistas que aparecerem”.

Na avaliação de Jefferson Moreno, o primeiro problema foi sanado, que era manter aberto o Memorial. Neste momento, os esforços estão na segunda etapa, que é a ocupação por parte da comunidade e isto será selado nos dias 25 e 26 de maio, quando está programado uma feira de produtos sustentáveis, produzidos nos sítios de entorno, e artesanato.

A fases seguintes do programa incluem a oferta de serviços que mantenham o fluxo diário de pessoas na edificação. E, para isto, a ideia é deixar um professor de história disponível no local. Ele atenderá os visitantes e será o monitor em visitas estudantis, além de idealizar atividades didáticas.

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Outras atividades que serão constantes são as relativas a estruturação das cadeias de agricultura familiar e artesanato, rransformando o espaço em um ponto de reuniões e cursos.

Situação da estrutura

A empresa responsável  pela obra foi acionada para fazer as manutenção e reparos do prédio no começo de fevereiro deste ano. A estrutura ainda estava no período de garantia e não houve custos extras aos cofres públicos.

O projeto foi criado em 1997, mas a obra começou em 2001. Dois anos depois foi paralisada e retomada em 2006, porém sem muitos avanços. A discussão para continuidade do complexo só foi retomada em 2012, com a vinda da Copa do Mundo, em 2014. Porém, só foi reiniciada em 2015 e inaugurada no ano seguinte, em 2018.

No começo do ano, o local estava sendo subutilizado e por este motivo, a secretaria-adjunta de turismo iniciou o processo de reocupação da área.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Famílias são essenciais para inclusão dos portadores de necessidade

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Embora o Censo de 2010 tenha mostrado que no Brasil vivam 45,6 milhões de pessoas – 23,9% de sua população – com alguma deficiência, uma nota técnica da instituição, divulgada no ano passado, reduziu este número para 12,7 milhões de pessoas ou 6,7% da população. Pelos números do IBGE, cerca de 2,9 milhões de brasileiros (1,4% da população) seriam deficiente intelectuais – assim chamadas as pessoas que costumam apresentar dificuldades para resolver problemas, compreender ideias abstratas, estabelecer relações sociais, compreender e obedecer a regras e realizar atividades cotidianas, como ações de autocuidado.

Se, num passado não muito distante, os deficientes intelectuais eram discriminados socialmente, esta realidade vem se transformando desde a criação de movimentos como o pestalozziano, ainda na primeira metade do século passado, e apaeno, na década de 1960.

“Apesar das conquistas já alcançadas, a condição de protagonistas precisa ser aprimorada, implementada e acontecer por inteiro”, revela uma frase pinçada do texto de apresentação do tema da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla: Família e pessoa com deficiência, protagonistas na implementação das políticas públicas.

Aliás, o tema deste ano é o mesmo do ano passado, lembra Silvia Cristina Artal, presidente da unidade de Cuiabá da Associação dos Paes e Amigos dos Excepcionais (Apae). Entre os dias 21 e 28 de agosto, a Associação promove o seminário Apae Protagoniza, simultaneamente em suas 2.213 unidades no país. O tema do encontro é “Família, instituições e profissionais, aproximações necessárias”.

“Precisamos da família. Foi por isso que a Federação Nacional das Apaes repetiu o tema do ano passado. Fazer com que a família se envolva mais, porque a inclusão começa no berço. Aceitar a condição de uma criança que nasceu assim. Sabemos o quanto é difícil, mas este é o primeiro passo para a inclusão deste deficiente na sociedade”, diz Silvia Artal.

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Ela destaca que o movimento apaeano foi criado por famílias com pessoas portadoras de deficiências e sem um espaço, uma escola para socializá-las. “Nossa proposta é resgatar essa essência, fazer com que a família participe mais. Hoje é bem diferente de 50, 60 anos atrás. Existem várias instituições voltadas para a inclusão destas pessoas. O próprio movimento mostra para a sociedade e, principalmente para a família, que são cidadãos capazes”.

Com uma pessoa da família portadora de deficiência intelectual, Silvia está há 15 anos na Apae, onde, diz, constata diariamente as mudanças em cada um deles. “É resultado da inclusão. Isso é gratificante para nós que vivemos este dia a dia. Somente neste ano, sete foram para o mercado de trabalho. Estão cada vez mais protagonistas de sua própria existência”.

Protagonismo exercido na defesa de seus próprios direitos. Uma característica do movimento, explica Silvia Artal, é autodefensoria. Cada unidade tem seu casal de autodefensor. São eleitos, como a diretoria, para um mandato de três anos. “Fazem um excelente trabalho”, diz, cuja unidade que preside atende 130 pessoas com deficiência intelectual e múltiplas, iniciando como trabalho de estimulação precoce, de zero a três anos 11 meses.

“A inclusão não se resume estar na escola e ser alfabetizado. É também a socialização. Ser aceito como é. Ter respeito e igualdade de direitos. Apesar dos muitos avanços e conquistas, ainda há muito a trabalhar”, conclui.

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Semana Estadual  

Entre os dias 17 e 26 de setembro, o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conede), em parceria com o Governo do Estado, promove a V Semana Estadual da Pessoa com Deficiência, com o tema “Fortalecimento dos Direitos das Pessoas com Deficiências”.

Segundo o seu presidente, o deficiente visual, Luiz Carlos Grassi, entre os eventos programados estão a entrega do Prêmio Maria Auxiliadora  (Dodora) a personalidades de relevância na inclusão de pessoas com deficiência; o Dia do Atleta Paraolímpico, com 10 modalidades esportivas; e o primeiro Desfile de Moda Inclusiva e Acessível de Mato Grosso.

Luiz Carlos Grassi, presidente do Conede (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência). Foto de Tchelo Figueiredo 

Também estão programados a inauguração do elevador para deficientes físicos no Palácio Paiaguás, a entrega simbólica de cadeiras de rodas, encontro de gestores municipais e audiência pública, na Assembleia Legislativa, sobre o Dia Nacional de Luta e Inclusão da Pessoa Surda na Educação Bilíngue.

“O prêmio Dodora é uma homenagem à Maria Auxiliadora, uma pessoa com deficiência, inspiradora da criação do primeiro espaço de atendimento de habilitação e reabilitação para pessoas com deficiência em Mato Grosso, o atual Centro de Reabilitação Dom Aquino, o Cridac, por Maria Lygia de Borges Garcia, então primeira-dama do governo de Garcia Neto (1975-1978). Dodora era amiga de Gláucia, filha do casal”, explicou Luiz Grassi.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Hospital Estadual Santa Casa realiza triagem de pacientes para mutirão de cirurgias

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Com quase um mês de funcionamento, o Hospital Estadual Santa Casa de Cuiabá se prepara para realizar o primeiro mutirão de cirurgias adultas para atender aos pacientes que precisam de uma operação de vesícula e estão na lista de espera do sistema de regulação desde 2017.

Os trabalhos serão divididos em duas etapas. A primeira é neste sábado (23.08), em que a equipe da unidade irá receber os pacientes para a realização da consulta pré-operatória – fase conhecida como triagem – e de todos os exames clínicos. Os atendimentos começam às 7h30 e serão encerrados quando os 129 pacientes da lista realizarem todas as avaliações. Este fase é importante, pois o profissional de saúde terá condições de fazer um diagnóstico do paciente; o que diminui os riscos durante o procedimento operatório.  

“A atual gestão da Secretaria de Estado de Saúde está atenta às demandas por cirurgias eletivas e pretende realizar outras ações que desafoguem a lista de espera. Também já foram anunciados mutirões pelo interior do estado e temos como prioridade a redução da fila por procedimentos cirúrgicos”, declarou o secretário de Estado, Gilberto Figueiredo.

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Embora o número de pacientes na lista de espera ultrapasse 100 pessoas, a equipe cirúrgica vai realizar 50 cirurgias em agosto. Os demais 79 pacientes serão operados durante o mês de setembro, período em que a unidade inicia os serviços que inclui cirurgias gerais de média complexidade e outros serviços de saúde. 

“Esses pacientes irão realizar tudo que for necessário, iniciando pela pré-consulta e, em seguida, consulta com cardiologista, especialista que vai avaliar o risco cirúrgico. Além disso, eles vão passar também pelo cirurgião geral, que vai avaliar as condições gerais”, explicou a diretora do hospital, Danielle Carmona. 

Já na segunda etapa, os pacientes que estiverem aptos receberão o encaminhamento para realização da cirurgia, sendo que uma parcela já será internada na próxima sexta-feira (29), para que a operação ocorra no sábado (31.08). 

A realização dos procedimentos cirúrgicos, estava programados para ocorrer na segunda etapa de inauguração do Hospital Estadual, após os 30 dias de funcionamento da unidade. Porém, a atual gestão resolveu antecipar a oferta deste serviço com objetivo de zerar a fila de espera de todos que aguardam.  

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Atualização de dados no SUS

Uma das dificuldades enfrentadas pela equipe da secretária adjunta de Regulação, Fabiana Bardi, é a localização dos pacientes que estão aguardado a convocação para as cirurgias da lista de espera do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Os números mostram que, do total de 461 pacientes, 154 não atenderam às ligações. Os dados mostram ainda que os números de 85 pessoas já não existem mais. Essa situação ocorre porque o paciente trocou de número e não informou o seu novo contato. Pacientes que estiverem nesta situação devem procurar uma unidade de saúde para solicitar atualização dos dados pessoais no sistema. 

Serviço

O Hospital Estadual Santa Casa fica localizado na Rua Clóvis Hugueney, número 141, no bairro Dom Aquino, próximo à Praça do Seminário.

Fonte: GOV MT
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