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Governo Bolsonaro tem estoque parado de 4 milhões de comprimidos de cloroquina

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Bolsonaro exibe uma caixa de cloroquina
Reprodução YouTube

Bolsonaro exibe uma caixa de cloroquina

Em uma reunião de emergência no dia 25 de maio, momento em que o Ministério da Saúde negociava a vinda de ao menos três toneladas de insumos para produção da cloroquina , técnicos do comitê te emergência para auxiliar no combate ao novo coronavírus (Sars-coV-2) alertaram a pasta sobre o risco de ficar com um estoque parado do medicamento.

No início de julho, o governo federal tinha uma reserva de 4.019.500 comprimidos de cloroquina – pouco abaixo do total que já havia sido distribuído, de 4.374.000 até aquele momento.

“Devido a atual situação não é aconselhável trazer uma quantidade muito grande, pois caso o protocolo venha a mudar, podemos ficar com um número em estoque parado para prestar contas”, diz documento que registra o encontro, obtido com exclusividade pela Folha .

A quantidade de comprimidos em estoque, no entanto, poderia ser maior, já que alguns estados não quiseram receber o medicamento. “Com isso, ficou em estoque para devolução 1.456.616, estamos aguardando maiores definições para proceder ou não com o recolhimento”, aponta o registro.

O mesmo documento diz que novas distribuições de cloroquina estariam previstas entre julho e agosto, mas não traz locais ou quantidades.

O histórico das reuniões dos técnicos do Ministério da Saúde também mostra que algumas mudanças nas orientações para oferta da cloroquina foram apenas comunicadas ao comitê, sem que técnicos tivessem poder decisão sobre as medidas.

No dia 9 de junho, por exemplo, representantes da secretaria de gestão do trabalho e educação em saúde apresentaram a proposta de oferta de cloroquina também para crianças e gestantes, na contramão do recomendado por parte das entidades do setor.

Sem comprovação cientifica de eficácia para o novo coronavírus , o remédio é defendido pelo presidente  Jair Bolsonaro (sem partido). Infectado com a doença, ele alega ter tomado o medicamento. Com informações da Folha .

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Pazuello sairá do Ministério da Saúde antes do fim do inquérito, avalia STF

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Ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello
Carolina Antunes/PR

Ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello

O Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que o inquérito aberto para investigar as ações do general Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde acabará com sua responsabilização criminal. Segundo a corte, o ministro deve ser afastado antes mesmo do término do inquérito. 

Segundo apuração da CNN Brasil, Pazuello deve deixar o carco para que o governo consiga amenizar o desgaste da investigação.

Assim, o general da ativa teria o mesmo destino que o ministro da Educação Abraham Weintraub, que deixou o Ministério da Educação no ano passado após conflito com o STF.

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Na Corte, o que se fala é que a tendência é a de que Pazuello seja incluído no que se chama no universo jurídico de “dolo eventual”, isto é, quando o agente não tem interesse em produzir dano, mas com suas ações ele assume um risco.

Consta no inquérito do Supremo, por exemplo, documentos que mostram que o Ministério da Saúde foi avisado com antecedência da falta de oxigênio em Manaus. Pelo menos 50 pessoas morreram pela falta do insumo.

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Militares do exército são presos por fraudar documentos de armas no DF

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Armas apreendidas pela Polícia Civil do Distrito Federal. Elas pertenciam a uma quadrilha do exército que teria fraudado  o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs).
Polícia Civil/Divulgação

Armas apreendidas pela Polícia Civil do Distrito Federal. Elas pertenciam a uma quadrilha do exército que teria fraudado o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs).

A Polícia Civil do Distrito Federal e o Exército Brasileiro prenderam nesta terça-feira (26) pelo menos nove integrantes de uma quadrilha composta por militares da ativa que teriam fraudado o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs), a fim de facilitar a compra de armamento para beneficiados pelo esquema.

A polícia cumpriu 26 mandados de busca e apreensão e prisões nas cidades satélites de Samambaia, Ceilândia, Riacho Fundo, Planaltina, Cidade Estrutural, Núcleo Bandeirantes e Gama, todas no Distrito Federal, e em Luziânia, em Goiás. 

Durante a operação,  diversas armas com elevado poder de fogo, como fuzis e pistolas de grosso calibre foram apreendidas. Além da Polícia Civil, viaturas da Polícia do Exército foram até endereços ligados aos militares e demais integrantes do grupo criminoso. 

De acordo com as investigações, foram identificadas, até o momento, 18 pessoas que integram o grupo que facilita o documento de posse, porte e comercialização clandestina de armas.

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