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Política MT

Governador visita 13 cidades do Araguaia para entregar, vistoriar e lançar obras

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Mauro Mendes vai vistorias obras de asfalto novo, restauração e pontes; e entregar pavimentação [Foto – Mayke Toscano]

O governador Mauro Mendes visita 13 municípios da região do Araguaia, entre quinta-feira (22) e sábado (24), para entregar e vistoriar diversas obras de pavimentação, restauração e pontes, além de dar ordem de serviço para novas obras e promover ações em parceria com os municípios.

Acompanhado de secretários de Estado, deputados e autoridades municipais, Mauro Mendes vai estar nas cidades de Alto Araguaia, Araguainha, Ponte Branca, Ribeirãozinho, Torixoréu, Pontal do Araguaia, Barra do Garças, Cocalinho, Nova Nazaré, Água Boa, Querência, Luciara e São Félix do Araguaia.

Na manhã de quinta-feira (22), Mauro Mendes chega em Alto Araguaia vistoria as obras de pavimentação da MT-100, no trecho de 49,3 km entre Alto Araguaia-Araguainha-Ponte Branca. Em seguida, acompanha a implosão do paredão na Serra da Arnica, na MT-100. Após, inspeciona as obras de restauração de 45,4 km da MT-100.

À tarde, o governador e a comitiva vistoriam as obras de restauração da MT-100, no sentido Torixoréu, e em seguida passam pela obra de pavimentação de 18 km da estrada. Essas duas obras estão recebendo investimentos na ordem de R$ 39 milhões do Governo do Estado. Também será inspecionada a construção da Ponte sobre o Rio Tinhoso, na MT-100.

O governador encerra a agenda do dia em Barra do Garças, onde assina a ordem de serviço para a reforma da Escola Técnica e assina convênio com a Prefeitura para restaurar vias urbanas, no valor de R$ 13,5 milhões.

Já na sexta-feira (23), Mauro Mendes se desloca a Cocalinho, onde vistoria o asfalto novo que está sendo feito em 112,5 Km da MT-326, além da construção da Ponte sobre o Rio das Mortes, com extensão de 483,65 metros. Essas duas obras recebem investimentos superiores a R$ 220 milhões e são um marco para o desenvolvimento do Araguaia.

Após, a comitiva passa por Nova Nazaré e também vistoria a obra da Escola Técnica em Água Boa. No período da tarde, o governador vai à Querência para inaugurar duas obras: os 7,7 km de asfalto novo do Rodoanel, na MT-109, e a pavimentação urbana de 10,68 km que dão acesso ao Assentamento Pingo D’água.

Ainda no município, Mauro Mendes vai lançar a licitação para pavimentar 41,2 km da MT-110, no trecho entre o Rio Tanguro (divisa Canarana-Querência) até o entroncamento da MT-243.

A visita ao Araguaia se encerra no sábado (23), quando o governador visita os municípios de Luciara e São Félix do Araguaia, no período da manhã.

 

 

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Jaime vê polarização em 2022, nega 3ª via e diz que DEM pode caminhar com Bolsonaro

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O senador Jaime Campos (DEM), vice-presidente nacional do partido,  sobre as eleições de 2022 no cenário nacional, disse que não vê dificuldade de o partido marchar com o presidente Jair Bolsonaro, sem partido. “Eu não vejo nenhuma dificuldade do DEM caminhar com o Bolsonaro. Acho que é o melhor caminho, o ideal”, disse o senador.

Conforme Jaime Campos, a água com óleo não se misturam. “O democratas foi sempre contra o PT e como é que vai? Até porque no Brasil falam em terceira ou quarta via, mas na verdade está polarizado. Queira ou não queira, é Bolsonaro e Lula. Mas só no ano que vem vamos ter uma certeza e eu recomendaria que o DEM vá com Bolsonaro”, argumentou quando questionado.

Sobre a sucessão estadual, Jaime Campos disse que “não vejo porque Bolsonaro não apoiar Mauro e Mauro não apoiar Bolsonaro. Eu sei que o presidente tem muita simpatia pelo Medeiros. Todavia, o que se pode fazer é o Mauro, que é candidato a governador, fazer uma articulação. Se lhe interessar. Mas acima de tudo, o Bolsonaro tem que se preocupar com eleição dele para presidente. Muitas vezes, não pode abrir mão de um apoio, em hipótese alguma, de um governador em detrimento de uma candidatura que ainda vai ser lançada, de um candidato a governador”.

O senador mato-grossense entende que no Brasil “não tem mais ambiente para golpe e nem nada. Talvez o presidente precise fazer uma melhor colocação. Vivemos em um estado democrático de direito em que a liberdade de expressão está garantida e foi uma luta de muitos anos, mas conquistamos. Eu não acredito em retrocesso dentro do processo democrático”, completou.

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Jaime defende voto auditável e fim do fundo eleitoral: “tem que fazer campanha com seu dinheiro e sola do sapato”

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Senador sugeriu ao presidente Bolsonaro para vete fundo eleitoral

O senador Jaime Campos (DEM), em entrevista na rádio Vila Real nesta quinta-feira (29), disse que é favorável ao voto auditável nas próximas eleições e posicionou-se contrário ao fundo eleitoral da forma como foi aprovado. Jaime disse que sugeriu ao presidente para vetar a matéria.

“Voto auditável é um assunto que surgiu e merece uma ampla discussão, através da Câmara e do Senado. Feito isso aí, tudo que for transparente, ético e republicano, eu sou favorável. Não tenho dificuldade nenhuma de afiançar que sou favorável, isso é ter um recibo, é transparência. Mas há um debate, o próprio Tribunal Superior Eleitoral está defendendo a tese de que isso é desconsiderar todas as eleições que foram feitas e causa uma desconfiança infinita em relação ao cidadão que votou”, esclareceu, acrescentando que “da minha parte, não sou eu quem decide, mas sou favorável ao voto auditável. Eu não posso falar sobre a urna eletrônica, defendo a tese de que tudo que for para deixar mais transparente tem o apoio do senador Jaime Campos”, destacou.

“Defendi em audiência com o presidente para ele vetar o fundo eleitoral. Hoje é R$ 2.7 bilhões, com a LDO foi para R$ 5.7 bilhões. Temos que acabar com o fundo eleitoral, temos que acabar com essa abundância de partidos políticos, temos 37 partidos, e muitos são partidos familiares para fazer balcão de negócio”, disse.

Segundo o senador democrata, “é inadmissível que o cidadão brasileiro trabalha 138 dias por ano só para pagar imposto e depois para financiar caixa de campanhas políticas. Não! O cidadão tem que fazer campanha com seu dinheiro ou com a sua proposta, com a saliva, com a sola do sapato. Eu sou contra. Pode pegar minha declaração eleitoral da campanha de senador que eu fiz, não recebi um centavo de real de fundo partidário. Sou contra porque esse dinheiro é fruto do suor do brasileiro. Disse ao presidente que ele tem que vetar urgentemente porque nós temos que acabar com esse escândalo no Brasil. Tudo leva a crer que o fundo deverá ficar na casa de R$ 3 a 4 bilhões”.

 

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