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Política MT

Governador entrega balanço de 2021 e destaca superávit de R$ 2 bilhões nas contas de MT

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O governador Mauro Mendes (União Brasil), disse à imprensa, durante entrega de relatório das contas de governo referentes a 2021, na tarde desta segunda-feira (11), no Tribunal de Contas do Estado, que o balanço representa um detalhamento, com indicadores e índices dos números oficiais da gestão, e destacou que no ano de 2021 mato Grosso teve um superávit de R$ 2 bilhões e uma arrecadação de R$ 28,5 bilhões.

“Nós estamos cumprindo um regulamento. Que é o de entregar as contas do governo para apreciação. E como de costume, a gente vem fazer essa entrega oficial”, disse Mendes na chegada ao Tribunal, onde foi recebido pelo presidente do TCE, conselheiro José Carlos Novelli e pelo conselheiro Sérgio Ricardo.

Segundo Mendes, o balanço consta todas as informações do governo, todos os indicadores, índices, detalhamento, “um conjunto muito grande de informações que todos os anos, tradicionalmente, é um dever do Executivo prestar essas contas ao Legislativo e Tribunal de Contas que faz esse papel porque é um órgão técnico”.

Mendes fez questão de apontar o programa de ajuste fiscal implantado pelo seu governo, o que, segundo ele, propiciou superávit ao Estado. “O governo tem demonstrado ao longo desses últimos três anos, um programa muito forte de ajuste fiscal que começou a partir de 2019, quando nós tínhamos uma deterioração muito grande das contas públicas”.

“Muitos se recordam que o Estado pagava salário atrasado, com mais de 11 mil fornecedores em atraso. De lá para cá, nós conseguimos zerar grande parte dessa dívida atrasada, o governo vem melhorando seus indicadores fiscais em todas as áreas, tanto que no Tesouro Nacional, que é um órgão do Governo Federal que fiscaliza as contas de governo, saímos de uma classificação C, passando para nota A do tesouro”.

Conforme Mendes, “isso já é um retrato do que tem acontecido. Mais do que melhorar indicadores, estamos melhorando os investimentos, que é devolver para a sociedade o que nós devolvemos com o imposto que se paga”.

 

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Política MT

Gilberto Figueiredo critica atraso de salário dos médicos do HMC: “Inadmissível”

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Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses

O candidato a deputado estadual Gilberto Figueiredo (UB) criticou duramente o descaso com os médicos plantonistas do Hospital Municipal de Cuiabá que estão há quase 5 meses sem receber salários. Para Gilberto, o que está acontecendo na unidade é um reflexo de uma gestão incompetente.

Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses, pois são inadmissíveis atrasos salariais causados pela ineficiência da prefeitura de Cuiabá.

“Os efeitos de uma má gestão são devastadores. Os médicos sem remuneração acabam prejudicando o sistema como um todo. A população sofre com isso, pois gera paralisação e a saúde não pode parar, as pessoas morrem sem atendimento. Não é falta de recurso e, sim, de capacidade da gestão municipal de Cuiabá”, afirmou.

De acordo com o ex-secretário, esse descaso que acontece em Cuiabá pode virar realidade em todo estado, caso Marcia Pinheiro seja eleita. “A esposa do prefeito de Cuiabá é candidata e pretende implantar o mesmo modelo atrasado e ineficiente de gestão que acontece na Capital em todas as áreas do estado, inclusive na saúde. É importante que a população fique atenta a isso, pois não podemos regredir nos índices de qualidade e satisfação atingidos nos últimos anos, por meio de um Governo sério e preocupado com a população”, enfatizou Gilberto Figueiredo.

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Política MT

Wellington diz que Bolsonaro não virá a MT durante o 1º turno e mostra preferência por ex-prefeita na suplência

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Senador apontou dificuldades na logística para o presidente se deslocar para Mato Grosso

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não virá a Mato Grosso durante a campanha eleitoral no primeiro turno. A afirmação foi dada pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a abertura da 1ª Edição dos Jogos Militares Estudantis de Mato Grosso, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Conforme Wellington, o grande aparato de segurança usado para deslocamento inviabiliza a vinda do presidente. “Hoje, uma campanha cabe a nós fazer, porque o deslocamento do presidente, no exercício do mandato, é segurança de estado. Então, ele só pode se deslocar com todo o apoio da Força Aérea Brasileira, com dois jatos e com a campanha pagando ainda. Então tem o ônus e uma dificuldade para esse deslocamento. Nós da classe política, achamos que o presidente deu muita atenção a Mato Grosso e nós do PL somo gratos”, afirmou.

Wellington também falou sobre a polêmica de quem irá ocupar a segunda suplência em sua chapa à reeleição. Hoje de manhã, o presidente estadual do PSB, deputado Max Russi mostrou irritação quando questionado se a legenda irá indicar alguém para a vaga e disse que o assunto deve ser decidido por Wellington e pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O indicado é o ex-vereador por Nova Mutum e produtor rural Joaquim Diógenes, que desistiu da disputa.

Wellington negou qualquer mal-estar, porém sinalizou que apoiaria a indicação da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) para a vaga. O nome dela é cotado para assumir a coordenação da campanha de Bolsonaro (PL) na região Norte de Mato Grosso.

“Sinop é uma cidade polo bolsonarista e estamos discutindo a possibilidade dela ser a coordenadora de Bolsonaro naquela região. Acredito que de hoje para amanhã a gente chegue na melhor articulação e representação política da campanha. Caro que, por ser mulher, a Rosana como candidata também é importante, mas isso tudo nos vamos definir ainda, porque já temos o nome indicado pelo PSB, que é uma pessoa extremamente preparada também”, disse.

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