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Internacional

Governador do Texas defende linha-dura contra imigrantes

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Greg Abott investiu bilhões para enviar a polícia estadual e a Guarda Nacional para a fronteira
Reprodução: Redes Sociais

Greg Abott investiu bilhões para enviar a polícia estadual e a Guarda Nacional para a fronteira

O governador do Texas , Greg Abbott, que enfrenta a reeleição para um terceiro mandato em novembro, apresenta-se como o defensor do país contra os imigrantes. Em sua campanha, ele fez de sua postura agressiva contra a imigração não autorizada um tema central, apesar de suas políticas não terem conseguido conter a chegada de novas pessoas ao país.

Embora a imposição da lei de imigração caiba ao governo federal, Abbott investiu bilhões para enviar a polícia estadual e a Guarda Nacional para a fronteira, reaproveitou prisões estaduais para deter imigrantes acusados ​​de invasão de propriedade e montou postos de controle para fiscalizar caminhões vindos do México, interrompendo o comércio internacional.

Seu adversário democrata, Beto O’Rourke, criticou Abbott por encenar “acrobacias”, sem conseguir obter qualquer progresso significativo que resolvesse a situação na fronteira em seus anos como governador.

Horas antes da descoberta das mortes dos imigrantes em um caminhão, ele se gabou no Twitter do número de estrangeiros detidos e acusados ​​criminalmente sob o que chamou de “Operação Estrela Solitária”. Apesar das prisões, mais imigrantes estão chegando à fronteira, conseguindo escapar da fiscalização e entrar no país ilegalmente. Em março, agentes federais registraram cerca de 129 mil travessias para o Texas, cerca de 11 mil a mais do que no mesmo período do ano passado, quando Abbott iniciou a operação.

Depois que surgiram as notícias das mortes, o governador jogou a culpa para as políticas do presidente americano, Joe Biden.

“Essas mortes recaem sobre Biden. Elas são resultado de suas políticas mortíferas de fronteira aberta”, escreveu ele no Twitter. “Elas mostram as consequências mortais de sua recusa em fazer cumprir a lei.”

A abordagem de Abbott para reforçar a fronteira de 2 mil quilômetros do Texas, construindo novos muros e ameaçando declarar uma “invasão” para invocar poderes de guerra, o ajudou a se defender de adversários mais à sua direita nas primárias republicanas e o tornou uma figura frequente na Fox News .

Em abril, ele começou a pagar ônibus para transportar imigrantes do Texas para a capital, Washington, os desembarcando nos degraus do Capitólio.

Autoridades federais esperam que o fim de uma ordem de emergência de saúde pública relacionada à pandemia, que justificou a expulsão rápida de muitos imigrantes, possa levar milhares de migrantes diariamente para a Fronteira Sul, onde já há uma onda de travessias ilegais.

A regra, chamada de Título 42, deveria ser revogada em maio, mas um juiz federal ordenou que ela permanecesse em vigor. O governo Biden disse que vai recorrer. A regra já foi usada mais de um milhão de vezes para tirar imigrantes dos EUA.

Os juízes também impediram Biden de cancelar uma política da era Trump que exige que muitos requerentes de asilo permaneçam no México enquanto seus casos de imigração são avaliados pelos tribunais dos EUA.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

EUA: Secretário de Justiça diz que aprovou operação na casa de Trump

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Merrick Garland diz que aprovou pessoalmente batida na casa de Trump
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Merrick Garland diz que aprovou pessoalmente batida na casa de Trump

Três dias após a operação de busca e apreensão na casa do ex-presidente Donald Trump , o secretário de Justiça dos Estados Unidos, Merrick Garland, rompeu o silêncio e disse que aprovou pessoalmente a varredura. 

Em resposta às críticas republicanas de que o governo do presidente Joe Biden estaria aparelhando o Judiciário, solicitou ainda que o sigilo do mandado que deu origem à batida do FBI seja derrubado.

Garland não deu maiores detalhes sobre o que motivou a operação, mas as autoridades investigam se Trump teria levado consigo documentos sigilosos ao deixar a Casa Branca ao invés de entregá-los ao Arquivo Nacional, como demanda a lei. O silêncio do secretário, que evita os holofotes, deixava o governo Biden sob pressão para explicar a batida policial.

Nunca antes um antigo ocupante da Casa Branca havia sido alvo de uma operação deste tipo — ineditismo que, por si só, acendeu o alerta de críticos. Havia dúvidas não apenas sobre a necessidade da operação, mas também sobre quem havia dado o aval para que ela acontecesse.

“Eu aprovei pessoalmente a decisão de recorrer a um mandado de busca”, afirmou o secretário, ressaltando que o mandado foi autorizado pela Justiça. 

“O Departamento não toma tais decisões levianamente. Quando possível, é prática padrão buscar formas menos intrusivas como uma alternativa para a busca e limitar o escopo de qualquer busca que ocorra.”

Garland fazia uma referência à informações que vieram à tona horas antes de sua fala nesta quinta de que o Departamento havia recorrido a formas menos intrusivas para obter os documentos antes do mandado de busca. 

Aos jornais americanos, fontes afirmaram que o presidente havia sido alvo de uma intimação em junho, e chegou a receber funcionários do integrante da Justiça em sua casa em Mar-a-Lago, na Flórida.

Sob ameaça de ação judicial, Trump já havia devolvido à Justiça em janeiro 15 caixas com documentos que levou irregularmente consigo após deixar a Casa Branca. Não demorou, contudo, para que as autoridades suspeitassem que itens haviam ficado para trás.

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Internacional

Ex-ministro Andrea Matarazzo se candidata a vaga no Senado da Itália

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Empresário e ex-ministro Andrea Matarazzo
Matheus Valadão Lopes

Empresário e ex-ministro Andrea Matarazzo

O ex-ministro Andrea Matarazzo lançou sua candidatura ao Senado na Itália. As informações são do Estadão . O político e empresário foi embaixador do Brasil em Roma entre os anos 2001 e 2002 e agora visa tornar-se representante da América do Sul no Senado italiano.

Segundo a reportagem, a eleição para a vaga foi antecipada após Mario Draghi renunciar ao cargo de primeiro-ministro. Após a decisão, o presidente italiano, Sergio Mattarella, dissolveu o Parlamento e antecipou o pleito para o dia 25 de setembro. 

A comunidade italiana no Brasil, no entanto, poderá votar em um representante pelo correio a partir do dia 21 de agosto. 

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Fonte: IG Mundo

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