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Mato Grosso

Governador: “Com esse apoio, as famílias da Agricultura Familiar vão poder produzir mais e com mais qualidade”

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O governador Mauro Mendes afirmou que os investimentos do Governo de Mato Grosso vão ajudar as famílias da Agricultura Familiar de todo o estado “a produzir mais e com mais qualidade”.

Nesta quinta-feira (21.01), o gestor fez a entrega de um pacote de equipamentos para beneficiar os pequenos agricultores de 82 municípios. São 42 patrulhas mecanizadas, 200 resfriadores de leite, 100 caixas de mel e 7,6 mil doses de sêmen bovino. Cada uma das 42 patrulhas mecanizadas é composta por um trator agrícola 4×4 com potência de 110 CV, uma carreta basculante com capacidade para seis toneladas e uma grade aradora com 18 discos de 28 polegadas.

“Com apoio, elas [as famílias] vão poder produzir mais, com mais qualidade, mais produtividade e isso vai diminuir o custo delas e vai transformar em qualidade maior na mesa dos mato-grossenses”, ressaltou.

Mauro Mendes reforçou que a Agricultura Familiar é um dos grandes pilares do programa Mais MT, que prevê investimentos de R$ 9,5 bilhões durante a gestão (2019.2022). Somente nesta entrega foram investidos R$ 9,9 milhões, sendo parte de recursos do Governo do Estado e parte de emendas do ex-deputado federal Fábio Garcia, do deputado federal Carlos Bezerra e do deputado estadual Dilmar Dal Bosco.

“O secretário Silvano Amaral me apresentou um plano de trabalho pedindo R$ 125 milhões em investimentos. E quando a gente pede para o governador, sempre acha que não vai dar tudo o que pede. Até porque quem me conhece sabe que eu sou duro e estou aqui para gastar bem o dinheiro do estado. Mas quando eu sentei para sintetizar o programa e distribuir os recursos, a Agricultura Familiar foi contemplada com R$ 185 milhões em investimentos. É um grande investimento que vai ajudar mais de 100 mil famílias dos 141 municípios, porque todos os municípios de Mato Grosso têm gente da Agricultura Familiar produzindo alimentos”, relatou.

Nascido na “roça”, o governador destacou a importância de o Poder Público ajudar os pequenos agricultores a desenvolverem sua capacidade de produção, bem como a qualidade dos produtos.

“No dia a dia você come alface, você come couve, você come tomate, você come abobrinha, você come o maracujá, o café, a mandioca, o leite, o queijo e os derivados do leite. A Agricultura Familiar alimenta as pessoas e essas pessoas pequenas precisam sim da mão e do amparo do estado. É isso que nós estamos fazendo, junto com os prefeitos, Assembleia, bancada federal e parceiros”.

Mauro Mendes reforçou que o carinho que possui pela Agricultura Familiar será devolvido com muitas entregas e ações nesta área.

“Quando eu era criança não fui criado na Agricultura Familiar, mas na roça. Trator como esses que estamos entregando nem em sonho a gente sonhava ter. Eu trabalhei com meus irmãos no arado de boi. Não tinha força, quando criança que era, mas era o guia dos bois. Com aquela capinadeira, puxava cavalo. Trabalhávamos na enxada. Eu tenho esse carinho especial, nós vamos transformar em ações e resultados para melhorar a vida dessas pessoas. E fazendo isso vamos garantir a segurança alimentar, garantir que lá em Colniza, São Félix do Araguaia ou na Baixada Cuiabana as pessoas tenham alimento de qualidade e talvez mais barato”, finalizou.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

“Estamos fazendo o possível e o impossível para abrir UTIs, mas não há profissionais disponíveis”

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O governador Mauro Mendes afirmou que a gestão do Executivo Estadual está fazendo o “possível e o impossível” para abrir novos leitos de UTI para covid-19 em Mato Grosso, mas há falta de profissionais disponíveis no mercado.

A declaração foi dada em entrevista ao MT2, da TV Centro América, na noite desta sexta-feira (05.03). No momento, 96% das UTIs no estado estão ocupadas.

Mauro Mendes relatou que em março do ano passado, quando a pandemia chegou a Mato Grosso, o estado tinha 124 UTIs, entre as próprias e as contratadas pelo Governo. Hoje o estado financia 482 UTIs, quase quatro vezes mais.

“Só este ano, abrimos 90 novas UTIs, quando percebemos que estava vindo uma nova onda de pandemia. Mas nós não estamos mais encontrando profissionais para UTIs. Faltam médicos, profissionais habilitados na enfermagem, fisioterapeutas… Neste momento o problema é gente, pessoas”, explicou.

Exemplo disso, de acordo com o governador, é que municípios como Confresa e Querência já contam com UTIs prontas, mas não há equipe médica para operá-las.

“O Governo do Estado mandou equipamentos e os prefeitos fizeram a lição de casa, mas estamos com grandes dificuldades de abrir essas UTIs porque não estamos encontrando profissionais. As 10 UTIs de Sinop, que abrimos essa semana, publicamos cinco vezes o chamamento até conseguir encontrar equipe para abrir”, citou.

Mauro Mendes ressaltou que o Governo está disposto a tomar todas as medidas necessárias para viabilizar os UTIs, inclusive de aumentar o valor oferecido aos profissionais de Saúde.

“Eu autorizei o Gilberto [Figueiredo, secretário de Estado de Saúde] a tomar medidas extraordinárias, o possível e o impossível para abrir mais leitos, pagar mais caro se for necessário, pagar valores maiores aos profissionais se encontrar em algum lugar para trazer para abrir as UTIs”, frisou.

Porém, o governador lembrou que a abertura de UTIs não basta: é preciso colaboração da população para evitar que o vírus circule.

“Nesse momento está nas mãos de deus e da população para a gente diminuir a circulação do vírus em Mato Grosso. Não há vacinas para todo mundo, o Governo Federal não conseguiu comprar. Estou fazendo um esforço gigantesco, essa semana fui a Brasília, conversei hoje com o embaixador dos EUA. Dinheiro nós temos, o problema está sendo encontrar quem queira vender para nós”.

“Agora é com a população: o vírus só circula no contato entre as pessoas. Temos que diminuir a circulação das pessoas, as pessoas precisam redobrar os cuidados, as medidas não farmacológicas […] Todos têm que dar uma parcela de colaboração para salvar centenas, talvez milhares de vidas. O vírus só circula no contato entre as pessoas. Só saia de casa se realmente precisa, se for trabalhar faça com cuidado, use a máscara, faça todos os procedimentos que todo mundo já conhece”, declarou.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Povo Umutina realiza seminário para desenvolver turismo sustentável na aldeia

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A comunidade indígena Umutina-Balatiponé, de Barra do Bugres, realiza o seminário “Turismo Umutina, para onde vamos?”, de 6 a 9 de março. O objetivo do evento é preparar a aldeia para o etnoturismo, capacitar a comunidade e elaborar o plano de visitação. O projeto Vivência Umutina-Balatiponé, conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), por meio do Edital MT Nascentes.

De acordo com Isaac Amajunepá, proponente do projeto, a proposta irá ampliar a geração de renda a partir do turismo cultural e ecológico na comunidade. “Nosso território tem muitas belezas naturais, que podem ser exploradas com o turismo sustentável. Com o apoio do governo, enxergamos a possibilidade de organizar e pensar numa estratégia de desenvolvimento de um turismo consciente e ético para a nossa comunidade, assim como na manutenção das famílias do nosso povo”, destaca Amajunepá.

Além da beleza natural, a Aldeia Central mantém as casas históricas construídas por Marechal Cândido Rondon, na sua expedição telegráfica, que podem ser locais abertos para visitação. Oportunidade de mostrar a rica cultura indígena, cheia de costumes, crenças e hábitos diferentes.

Outro ponto forte do povo Umutina-Balatiponé é a transmissão de conteúdo de forma oral, que também deve ser aproveitado através da contação de histórias, o contato com a sociedade não indígena. Além de relatar como fizeram para manter todo o conhecimento que restou: as danças, cantos, pinturas e artes.

Nesse sentido, a ideia é mostrar aos visitantes como esse movimento de resistência está ligado ao território e poder levá-los também a conhecer a região através de trilhas, banhos nos riachos e rios.

Ainda no mês de março, deverá acontecer a primeira visitação, que servirá como teste. A aldeia irá receber um grupo de até quatro pessoas, que irá participar da vivência e ao final da visitação, emitir um parecer sobre a experiência.

Fonte: GOV MT

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