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Política MT

Mendes afirma que fala sobre “mamata” foi tirada do contexto e não se referia a políticos

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Fala de Mauro Mendes foi alvo de criticas de aliados como o senador Carlos Fávaro [Foto – Mayke Toscano]

O governador Mauro Mendes (União Brasil), em conversa com jornalistas na tarde desta quinta-feira (24), disse que não se referiu à classe política quando disse, no decorrer da semana, que seu governo ‘cortou mamatas’. “Não me referi a políticos quando disse isso”, afirmou Mendes, acrescentando que “não compreenderam, pegaram algum recorte, mas quando olharem o contexto, vão entender o que eu disse”, argumentou.

Só para citar um exemplo, Mendes citou que o Estado tinha um fornecedor aqui que alugava um carro por R$ 6 mil reais ao mês, “agora nós alugamos o mesmo carro por R$ 3 mil. Tinham alguns incentivos fiscais que estavam delatados que tinham sido comercializados, eu fui lá e cortei, cortamos cargos que tinham excessivos em algumas áreas, foi a isso que me referi. E já falei dezenas de vezes. Não vi o que o [Carlos] Fávaro falou, mas não falei isso para políticos”, resumiu.

Sobre ter feito acordo com o senador Wellington Fagundes (PL) ou com o deputado federal Neri Geller (PP), para a eleição do Senado, Mendes, mais uma vez, foi taxativo: “mentira, não tem acordo nenhum, não fiz acordo com ninguém, não fiz acordo com o Wellington, com o Neri. Qualquer coisa que diga neste sentido está fofocando ou mentindo. Isso não existe, hoje não tenho acordo com ninguém”.

O governador negou que vem sendo pressionado pelo MDB e PP para apoiar a candidatura de Geller. “Não venho sendo pressionado, vieram aqui para conversar comigo. Eu não me senti pressionado em nenhum momento. Eles fecharam um acordo, isso é natural, é normal, mas eu não fechei acordo com nenhum dos dois”, garantiu.

“Fico feliz que tem um monte de gente querendo ficar comigo, isso é bom. É reconhecimento pelo que conseguimos, fazer esse estado sair de quebrado para o que mais faz investimento hoje no país. Amanhã mesmo vamos entregar mais maquinários e equipamentos para as prefeituras”, completou.

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Política MT

Gilberto Figueiredo critica atraso de salário dos médicos do HMC: “Inadmissível”

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Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses

O candidato a deputado estadual Gilberto Figueiredo (UB) criticou duramente o descaso com os médicos plantonistas do Hospital Municipal de Cuiabá que estão há quase 5 meses sem receber salários. Para Gilberto, o que está acontecendo na unidade é um reflexo de uma gestão incompetente.

Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses, pois são inadmissíveis atrasos salariais causados pela ineficiência da prefeitura de Cuiabá.

“Os efeitos de uma má gestão são devastadores. Os médicos sem remuneração acabam prejudicando o sistema como um todo. A população sofre com isso, pois gera paralisação e a saúde não pode parar, as pessoas morrem sem atendimento. Não é falta de recurso e, sim, de capacidade da gestão municipal de Cuiabá”, afirmou.

De acordo com o ex-secretário, esse descaso que acontece em Cuiabá pode virar realidade em todo estado, caso Marcia Pinheiro seja eleita. “A esposa do prefeito de Cuiabá é candidata e pretende implantar o mesmo modelo atrasado e ineficiente de gestão que acontece na Capital em todas as áreas do estado, inclusive na saúde. É importante que a população fique atenta a isso, pois não podemos regredir nos índices de qualidade e satisfação atingidos nos últimos anos, por meio de um Governo sério e preocupado com a população”, enfatizou Gilberto Figueiredo.

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Política MT

Wellington diz que Bolsonaro não virá a MT durante o 1º turno e mostra preferência por ex-prefeita na suplência

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Senador apontou dificuldades na logística para o presidente se deslocar para Mato Grosso

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não virá a Mato Grosso durante a campanha eleitoral no primeiro turno. A afirmação foi dada pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a abertura da 1ª Edição dos Jogos Militares Estudantis de Mato Grosso, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Conforme Wellington, o grande aparato de segurança usado para deslocamento inviabiliza a vinda do presidente. “Hoje, uma campanha cabe a nós fazer, porque o deslocamento do presidente, no exercício do mandato, é segurança de estado. Então, ele só pode se deslocar com todo o apoio da Força Aérea Brasileira, com dois jatos e com a campanha pagando ainda. Então tem o ônus e uma dificuldade para esse deslocamento. Nós da classe política, achamos que o presidente deu muita atenção a Mato Grosso e nós do PL somo gratos”, afirmou.

Wellington também falou sobre a polêmica de quem irá ocupar a segunda suplência em sua chapa à reeleição. Hoje de manhã, o presidente estadual do PSB, deputado Max Russi mostrou irritação quando questionado se a legenda irá indicar alguém para a vaga e disse que o assunto deve ser decidido por Wellington e pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O indicado é o ex-vereador por Nova Mutum e produtor rural Joaquim Diógenes, que desistiu da disputa.

Wellington negou qualquer mal-estar, porém sinalizou que apoiaria a indicação da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) para a vaga. O nome dela é cotado para assumir a coordenação da campanha de Bolsonaro (PL) na região Norte de Mato Grosso.

“Sinop é uma cidade polo bolsonarista e estamos discutindo a possibilidade dela ser a coordenadora de Bolsonaro naquela região. Acredito que de hoje para amanhã a gente chegue na melhor articulação e representação política da campanha. Caro que, por ser mulher, a Rosana como candidata também é importante, mas isso tudo nos vamos definir ainda, porque já temos o nome indicado pelo PSB, que é uma pessoa extremamente preparada também”, disse.

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