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Google vai pagar R$ 1,4 milhão para quem conseguir invadir um Pixel 6

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Cores do Google Pixel 6
Divulgação/Google

Cores do Google Pixel 6

O Google anunciou um novo programa de recompensas para especialistas em cibersegurança que conseguirem encontrar vulnerabilidades no  novo celular da empresa, o Pixel 6, que roda Android 12 e tem o primeiro processador próprio.

A empresa vai pagar até US$ 250 mil (cerca de R$ 1,4 milhão) para quem conseguir assumir o controle completo do dispositivo através de possíveis falhas em seu sistema.

Esse tipo de programa de recompensa existe não apenas no Google, mas em todas as gigantes de tecnologia. Com eles, as empresas ficam sabendo de falhas antes que hackers maliciosos se apropriem delas, podendo corrigir os erros por meio de atualizações de software.

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Tecnologia

Executivo da PlayStation é demitido após acusações de pedofilia

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Executivo da PlayStation é demitido após acusações de pedofilia
Reprodução/Youtube

Executivo da PlayStation é demitido após acusações de pedofilia

Um funcionário de alto escalão da PlayStation foi demitido após acusações de pedofilia. George Cacioppo, de 64 anos, era vice-presidente sênior de engenharia e trabalhava desde 2013 na Sony Interactive Entertainment. Um vídeo dele marcando um encontro com um suposto garoto de 15 anos foi publicado no YouTube e viralizou na plataforma.

A denúncia foi feita pelo grupo de ciberativistas  People v. Preds,  que flagra situações de pedofilia e outras práticas de abusos e assédios. No vídeo publicado no YouTube, há capturas de tela, mensagens e fotos supostamente trocadas entre Cacioppo, sob o codinome “Jeff”, e por um membro do grupo disfarçado de um adolescente de 15 anos.

Jeff teria, então, convidado a vítima a ir até a sua casa, sem saber que todo o conteúdo das conversas estaria sendo documentado por uma tela. Um cinegrafista da  People v. Preds  comparece ao encontro e filma tudo. Cacioppo atende a porta, vestindo uma camiseta com o símbolo do PlayStation 5 e é confrontado pelo ativista, que afirma que vai chamar a polícia. Ele entra na casa, sem responder às acusações.

Assista ao vídeo abaixo:


O conteúdo foi publicado na última sexta-feira (3) e já conta com mais de 125 mil visualizações e de 700 comentários. A Sony informou já estar ciente da situação e que “o funcionário em questão foi desligado do emprego”.

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Tecnologia

Por apagão do WhatsApp, Procon-SP aplica multa milionária ao Facebook Brasil

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WhatsApp (Imagem: Jeso Carneiro/ Flickr)
WhatsApp (Imagem: Jeso Carneiro/ Flickr)

A dona do Facebook no Brasil recebeu uma multa milionária do Procon-SP devido ao apagão do WhatsApp em outubro. A penalidade foi anunciada pelo órgão de defesa do consumidor paulista neste fim de semana após ter notificado a companhia. Em reação, a responsável pelo mensageiro afirmou que vai recorrer da decisão.

A penalidade parte da instabilidade do mensageiro e de outros serviços quando a empresa ainda se chamava Facebook. Em 4 de outubro, os produtos da Meta saíram do ar por volta de 13h no horário de Brasília. Depois, o WhatsApp e outras redes sociais, só voltaram a funcionar lá pelas 19h, totalizando cerca de seis horas de queda.

Em reação ao incidente, o Procon-SP notificou o WhatsApp no dia seguinte. “Somente em caso fortuito externo, que é um terremoto muito forte, por exemplo, poderá isentar o WhatsApp de responsabilidade”, afirmou Fernando Capaz, diretor-executivo do órgão. “Falhas internas não eximem a responsabilidade da prestadora de serviço.”

O novo capítulo dessa história só veio à tona neste fim de semana. Devido ao apagão do WhatsApp, o Procon-SP aplicou uma multa de R$ 11 milhões ao braço da Meta no Brasil, que é responsável pelo mensageiro, Facebook e Instagram. Ao Poder360 , a companhia afirmou que vai recorrer da decisão do órgão de defesa do consumidor paulista.

App do Facebook (Imagem: Thomas Sokolowski/Unsplash)
Facebook, WhatsApp e outros serviços da Meta ficaram fora do ar por cerca de seis horas em outubro (Imagem: Thomas Sokolowski/Unsplash)

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Apagão do WhatsApp e Facebook: saiba o motivo da queda

A instabilidade aconteceu em 4 de outubro. Mas a explicação do incidente só veio depois: no dia seguinte, a companhia informou que a queda foi causada por uma falha na configuração de seus roteadores. A justificativa parte de um comunicado assinado por Santosh Janardhan, vice-presidente de infraestrutura da rede social.

“Nossas equipes de engenharia descobriram que as alterações nas configurações dos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam essa comunicação”, disse Janardhan. “Essa interrupção no tráfego de rede teve um efeito cascata na maneira como nossos data centers se comunicam, interrompendo nossos serviços.”

Ainda assim, os serviços da Meta não foram os únicos que encararam com algum tipo de dificuldade naquele dia. Usuários de outros mensageiros, como o Telegram, também relataram instabilidade em 4 de outubro, ainda que não houvesse queixas de falha generalizada na plataforma. O dia também foi palco de reclamações relacionadas ao Twitter e até mesmo sobre o funcionamento de operadoras do Brasil e outros países.

Com informações:  Poder360

Por apagão do WhatsApp, Procon-SP aplica multa milionária ao Facebook Brasil

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